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The Brave One (2007)

Arquivo: Editado originalmente em Fevereiro de 2008

Arquivo: Editado originalmente em Fevereiro de 2008

Sinopse: Um casal vê a sua interminável felicidade abruptamente terminada quando são assaltados, espancados e reduzidos a 50% de casal por um trio de rufias com ar de rappers. A metade que sobra (Jodie Foster) descobre que a vida faz muito mais sentido se comprar uma pistola e andar por aí a matar malandrins que estão mesmo a pedi-las.

Crítica: The Brave One é um misto de Batman Transsexual (lésbico) protagonizado por Michael J. Fox com Taxi Driver gay. É o típico filme de “vigilante” em que alguma vítima se sente mal protegida pela polícia e decide fazer justiça pelas próprias mãos. Um filme que além de denegrir a imagem de Jodie Foster como uma actriz de respeito também não faz muito pela reputação de Nova Iorque, ao mostrar a cidade como a capital mundial da violência urbana e da injustiça social.

Sinto-me completamente defraudado com este filme, porque me dá a ideia que paguei para ver um filme e fui ver outro. Brave One é publicitado com sendo um filme que fala sobre o estado emocional de uma pessoa que é sujeita a uma violência extrema depois de sair do Hospital. Em vez disso temos um Charles Bronson light, com ar arrapazado, que passa de fada do lar a assassína sanguinária estilo Terminator em apenas 12 minutos, depois de uma aula de 20 segundos numa rua escura de chinatown. É, aliás, esta total falta de lógica que acompanha o filme, mostrando Nova Iorque quase como a baixa de Beirute em 1983 ou um mercado de Bagdad. Onde quer que a nossa heroína passe, há matança certa. Sejam violadores, molestadores, negros do ghetto que não gostam de Radiohead… Dante’s Inferno Reloaded!

É um filme aborrecido e longo, deprimente e mal feito. Ai tão deprimente… Eu, sinceramente, tinha Jodie Foster em melhor conta. Ou precisa de guito para ajudar a pagar as prestações ou raptaram-lhe metade da família sob ameaça de decapitação se não fizesse este filme.

Pontos Altos: Banda sonora é porreira.

Pontos Baixos: Os intermináveis monólogos feministas e de qualidade poética a roçar um livro da editora Arlequim.

Veredicto: Perda total de tempo.

2 Comments

  1. Finalmente alguém que odiou este filme, e não tem vergonha de o dizer! 🙂

  2. esse filme foi realmente uma bosta

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