CinemaXunga

Desde 24 de Junho de 2003

Como escrever uma crítica de cinema?

Várias vezes por ano acontece. Abro aqui a caixita para escrever, escolho um filme que tenho na lista de Drafts, escolho uma imagem e quando vou para escrever, nada. Nil, null, void, zero, nichts, népia… Não me ocorre um caralhinho para escrever. Umas vezes fecho a janela do blog e retorno à pornografia, outras ponho-me a desfiar frango para a eventualidade remota de me apetecer canja ao jantar. Mas o bloqueio de blogger é um assunto sério e não deve ser tratado de ânimo leve. É uma epidemia que merece a sua própria vacina, tão incómodo como uma erecção num jardim de infância.

É uma pena este blogger ter como tema o cinema. Se fosse genérico como aqueles das gajas dos muffins podia falar de tudo. Dos meus novos sapatos, das sandes fantásticas que o McDonalds já não faz, das minhas amigas que são todas vacas ou nas vezes em que o meu tio me levou para o quarto dele quando eu tinha 10 anos e a última coisa que sentia antes de ficar inconsciente com a dor era o seu hálito a álcool  Uma chatice. Tenho que falar de cinema. Pior, tenho que fazer críticas a filmes, uma coisa que faço há anos sem saber muito bem como. Normalmente começo por ver o filme, depois um alívio intestinal ajuda a concentração e delinear os tópicos. Depois de ter tudo muito bem organizadinho na cabeça, ligo o computador e esqueço-me de tudo o que tinha definido. A partir daí é improvisar. Verborreia no seu estado mais puro.

Parece que tudo já foi dito. Blockbusters super-analisados, filmes tão genéricos que parecem ser escritas as mesmas coisas vezes sem conta, rumores infundados, remakes, sequelas, spin-offs e prequelas que odiamos. Mas há algum segredo para escrever uma crítica de cinema? Como se escreve afinal uma crítica estruturada, bem definida, capaz de elucidar um cinéfilo hesitante e que contenha o máximo de imparcialidade e objectividade? Eu não sei, confesso, mas dá-me ideia que ninguém sabe. No outro dia disseram-me que um gajo que escreve sobre cinema é apenas um idiota com demasiado tempo livre. Talvez seja, quem sou eu para contradizer filosofia com esse nível de profundidade existencial?

Desde os iluminados do Público ao puto de 16 anos que tem Net, toda a gente gosta da sua egotrip blogosférica. Não há nada que mais prazer dê a um blogger cinéfilo do que perceber mais de cenas do que o seu irmão blogger cinéfilo. “Ah ah! Andrei Tarkovsky nem sequer era vivo quando esse filme saiu. Plebeu!” Mas na realidade acaba por ser um egotrip perfeitamente idiota, uma vez que ninguém nunca papou gajas com as credenciais de blogger de cinema (ou outro género qualquer). Para falar verdade, desde que tenho este blog a minha vida sexual tornou-se de tal modo desastrosa que por vezes até a minha própria mão direita me recusa.

Mas deixemos as lamurias de lado e falemos do que interessa, a selecção nacional de futebol, pulseiras magnéticas de campos holográficos quânticos e na incapacidade de determinar quais as melhores mamas naturais de celebridades portuguesas, uma vez que são todas uma cambada de galdérias puritanas agarradas aos seus pudores judaico-cristãos que não admitem ter feito uma operação plástica para aumentar o tamanho das mamas ou as vezes que já foram duplamente penetradas para garantir um papel importante nos morangos com açúcar.

35 Comments

  1. Este texto devia figurar nos manuais das escolas de críticos de cinema. Deve haver alguma, não?

    “Depois de ter tudo muito bem organizadinho na cabeça, ligo o computador e esqueço-me de tudo o que tinha definido.” Acontece-me 4 ou 5 vezes por dia

  2. Grande texto sim senhor 😉

    É o eterno problema dos blogger, mas as questões que levantas aqui vão mais além, sem dúvida

  3. Que texto tão desbragado… mas é um ponto real da vida de um blogger ao não saber o que fazer a seguir ao post que acabou de publicar. Imagino o que representará para quem tem um blog apenas de cinema… por falar em filmes vejo constantemente várias coisas e recentemente perdi o gosto por escrever sobre os filmes. Mas é como também dizes, pois tenho-os bem organizadinhos na minha mente, nomeadamente para fazer da minha maneira ainda mais dificultadora que é juntar filmes tipo sessão dupla (DP) e com pontos em comum. Nada me tem puxado a escrever sobre eles. E depois há um outro facto ainda pior que é ver que ando a gostar de filmes que quase todos os cinéfilos por aí dizem ser ou maus ou fracos ou mau cinema (incluindo aqui no CinemaXunga). Não dá muito gosto escrever sobre filmes, quando também se vê por aí a fazerem-no ainda melhor do que poderíamos escrever. Enfim… é por isso que admiro todos os que regularmente publicam artigos com criticas a filmes. Mas desses todos tendo a gostar mais daqueles que conseguem ter bom senso e que não se andam a armar em “iluminados” ou então que tentam se enquadrar com um certa estirpe de cinéfilos, a mais intelectual. Sei qual é o meu lugar, do que gosto ver e é isso que persigo mas mesmo assim presto atenção a tudo o resto além Hollywood (de outros paises europeus e asiáticos principalmente). Há filmes para todos…

    Vê lá se te inspiras então…
    E se visses melhores obras ou filmes “produto” melhorzinhos?
    Os filmes de cariz mais xunga também criam danos de apreciação…
    Fica bem!
    Que a Força te seja resgatada e entregue pelo sempre desaparecido Chewbacca!

  4. Desde os tempos do liceu que não escrevia nada que obrigasse a alguma criatividade. Ainda me lembro da minha PGA, quando me vi forçado a escrever uma composição, determinante na altura para as minhas aspirações académicas. Lá tive que dissertar sobre o tema da exploração espacial, no caminho regurgitando algumas linhas do Star Trek a ver se impressionava o ignorante da filho da mãe que iria classificar a minha prova, sob pena de ver arruinada toda a minha futura vida profissional. Devo ter tido sorte com quem me calhou. O gajo deve ter olhado para aquilo, e não percebendo nada, e com vergonha de perguntar aos colegas se alguma coisa daquilo fazia sentido, pôs-se simplesmente a ver se detectava erros de gramática. Lá me safei.

    Confesso no entanto que senti falta deste exercicio. De escrever algo que não sejam documentos técnicos e formulários. E só o descobri quando comecei o blogue.
    Não me interessa se poucos o lêem. Não me interessa se o que escrevo é um grande monte de merda. Não me interessa se tenho plena consciência que há outros que o fazem muito melhor do que eu serei alguma vez capaz de fazer. Sou apenas mais um idiota com demasiado tempo livre, mas que tira prazer em escrever sobre um tema que tem sido a minha maior paixão desde que a minha mãezinha utilizava a televisão como auxiliar de cozinha na hora de me enfiar a papa Cerelac pela goela abaixo, tarefa que sem a dita tv envolvia muitos efeitos sonoros. Portanto era isto ou passar o tempo livre a ver pornografia na net lá do escritório.

  5. Pra tanto queixume até que te desenrascas bem com um blog que se foca apenas no cinema…
    Quanto ao bloqueio de escrita, comigo isso muito raramente acontece, puro e simplesmente porque só escrevo quando realmente me apetece e faço-o sem restriçoes temáticas (embora acabe quase sempre por andar ali ás voltas dos mesmos universos).
    Seja como for, e independentemente do numero de visitas ou coments que se tem ou o raio, tal como diz o King Mob, ter um blog de escrita criativa é um optimo exercicio pessoal, algo que muito mais gente deveria experimentar. Só faz bem. A quem escreve pelo menos…

  6. Excelente texto! Ehehehe! Disseste tudo 🙂

  7. Excelente texto! Ehehehe! Disseste tudo 🙂

  8. Concordo sobretudo com isto: “um gajo que escreve sobre cinema é apenas um idiota com demasiado tempo livre”

    Pedro Pereira

    http://por-um-punhado-de-euros.blogspot.com
    http://filmesdemerda.tumblr.com

  9. Eu bateria palmas, mas só usando um gif é que o poderia fazer! concordo plenamente com tudo isto. Escrever é fácil, até sobre o que ‘caguei’ de manhã posso escrever. Desculpem lá a linguagem por ser menina. Mas é verdade. Criei em 2007 o meu blogue e foi difícil arrancar a sério; umas vezes pelo tempo, outra pela disposição e outras pela impotência de saber o que escrever ou como escrever!
    Se continuar por cá, espero ver muitas mais vezes textos como este , porque fazem-me perceber que faz sentido escrever para qualquer ‘john doe’ que visite o nosso espaço.

    http://cinemaschallenge.blogspot.com

  10. Que texto espectacular.
    Eu devia ser um desses rapazes de 16 anos com net e que tinha a minha egotrip blogosférica.

  11. Bem…dei-me ao trabalho de ler o teu post. Mas li na transversal. Achei curioso o título… Mas depois achei ainda mais curioso o conteúdo. Num primeiro momento, ao ler as primeiras frases, o primeio parágrafo, se quiseres, é inevitável este pensamento: de forma pouco assumida (dado que isso é prova de fraqueza e, por outro, significa o risco – sério – de perda de alguns fãs mais acérrimos que anuem em tudo o que dizes) dás uma ideia daquilo que traduz a tua escrita e pensamento: directo, mas pouco rebuscado (elaborado); provocatório (a componente sexualizada das palavras…ou o uso da dita ‘brejeirice’ masculina pró-machista é sempre um estimulante para muitos que não encontram ‘argumentos’ de outra forma, para cativar os seus ‘leitores’), mas demasiado redutor…até para os menos experientes, diga-se de passagem; e tão simples de desmontar (aqui o significado não tem o cariz sexual, lamento)…
    Primeiro, e começando pelo meio…contradizes tudo o que tens vindo a escrever até agora, questionando (e pasme-se!) a tua capacidade de ‘criticar’, de fazer um juízo, de construir um raciocínio. É espantoso… E aqui começa o desmoronar de toda a tua lógica… Primeiro, simplificas usando um ‘lugar-comum’:” (…)
    disseram-me que um gajo que escreve sobre cinema é apenas um idiota com demasiado tempo livre.”. Quando se receia estar perante alguém que nos possa, de alguma forma, menosprezar e com razão, não se arrisca, e assume-se esta postura algo submissa, mas simultaneamente redentora, para evitar futuros dissabores, sob a forma de resposta…menos…tolerante e simpática. Mas se é assim que pensas, se é assim, de facto, que vês um blog em que te propões ‘dissecar’ filmes que vês ou viste no passado, não vejo a razão desta interrogação. É falta de coragem para defender uma posição, mesmo que não seja consentânea? É medo de perder a simpatia de muitos que encontram aqui uma espécie de ‘irmandade de ideias’? Interessante…
    E com que então tens dias…muitos, como dizes, em que parece que as ideias não fluem… Falta delas?!
    E continuo sem saber a proposta para a actriz substituta da Jolie. Pensei que era mais fácil a resposta… Não penses muito…é um conselho…

    N.B. Quanto aos blogs genéricos de que falas, cometeste um erro. Rotulaste com base numa ideia (a tal das gajas muffins), mas esqueces-te que o teu, percorrendo de uma ponta a outra, é essencialmente genérico. Um título ou subtítulo não faz dele um blog específico. Os conteúdos assim o provam. Provocas demasiado, mas fundamentas pouco.

  12. Foda-se, ninguém arranja um cabo-verdiano a esta gaja? Ou dois??!…

  13. Quem raio é este(a) Dark? Cruzes canhoto! Que passado “sombrio” se esconde neste texto pseudo-intelectualizado? Isto não era um site para nos divertirmos com comentários descerebrados? Recomendação: arranja algo para ocupar esse cérebro, enquanto ele existe!

  14. Cabo-verdiano…lá vem a piada fácil e previsível…E dois? É uma fantasia ou fétiche? Que engraçado ver a ira de alguns…
    Quanto aos comentários ‘descerebrados’…essa foi mesmo de ‘psicanalista’… e com conhecimento de si próprio…

  15. Reina aqui a falta de sentido de humor…e pouco poder de encaixe. À mínima provocação da minha parte, alguém reage de imediato… que giro…

  16. Vou passar a ser mais meiga… Resulta a meu favor?

    N.B. Dark é um nick…tal como ‘psicanalista III’. O meu, infelizmente, pelos vistos, não tem uma ‘linhagem’. Fica-se mesmo pelo ‘I’ hipotético.

  17. LOL agora percebo. Granda trolagem que prá’qui vai. Parabens Dark. Até a mim me enganaste (q até sou granda troll de vez em quando, modéstia á parte). Respect (nao tou a ser sarcástico)!

    (e se nao estiveste o tempo todo a trolar, então serás séria candidata a lésbica feminista mais frustrada de sempre. E obesa imagino eu.)

  18. Caro Leinad,

    O tom agora da minha resposta vai mudar ligeiramente em face do último comentário
    E…devo entender estas últimas palavras como um elogio? Eu referi, algures, a incapacidade de alguns em ter poder de encaixe e em conseguir descodificar o que é dito…ou escrito. Tornam-se alvos (sim, não falhei o alvo… ;o) ) fáceis e demasiado previsíveis.
    Quanto ao ser ‘candidata a lésbica feminista’…não me parece. Eu fiz questão de frisar que não era lésbica, num dos meus primeiros comentários. Logo, está posta de parte essa ‘categoria’. Feminista?! Tenho tanto de feminista, como vocês de machistas. Ou talvez não…logo se verá. Obesa…deixo à tua imaginação e fantasia. Eu referi, também, algures, que cada um tem os seus gostos…e, como tal, cada um tem os seus fétiches… Não me cabe a mim censurar, nem nada que se pareça.

  19. Lésbica… nem gaja… Não está mais que visto que isto é um dos iluminados do Público escondido atrás de um nick preto, incapaz de mostrar o seu azul? Um fantasma, vá…

  20. Ah… obeso nontheless. Estou com o Leinad nessa.

  21. Arapuk… Com que então sou um dos gajos do Público?! E escondido atrás de um nick preto…incapaz de mostrar o seu azul…?! E um fantasma…?!
    Lamento desiludir-te, mas não sou um gajo (eu sei, eu sei…aqui há muita fofura…). Depois, não trabalho no Público, nem sequer, como leitora, leio tal publicação.
    Terceiro, iluminado…bem, essa expressão faz-me pensar em ‘Illuminatti’ e, nesse caso, não teço considerações…porque há coisas que não se revelam…
    Quarto, escondida (tive de corrigir o género, para não restarem dúvidas), não me parece. Tanto assim é que os diálogos se sucedem…e por que será?!
    Quinto…o facto de não mostrar o meu ‘azul’ não significa que não o seja. Pelo menos, posso-te garantir que estamos em primeiro e que por lá ficaremos…no lugar que sempre nos pertenceu! (esta é para tu descodificares!)… A questão do obeso…já começo a achar que é uma fantasia de alguns aqui…Volto a dizer o que disse ao Leinad: gostos não se discutem e cada um tem a sua preferência…

  22. Arapuk…eu percebo a tua curiosidade, mas a tentativa saiu frustrada. A ‘bonequinha’ até é simpática e não ficava nada ofendida se fosse, de facto, assim. Mas lamento. Não acertaste nas medidas. :o)
    Mas podes continuar a tentar. Terei todo o gosto em satisfazer a tua curiosidade, se for caso disso.

  23. Então fazes parte do blog das fãs do Twilight em Portugal. Com esse nick começa a fazer sentido.
    Também cortas os pulsos?

  24. Nada disso! Os comentários da vossa parte são tão enfadonhos que até se torna confrangedor…
    Fã do Twilight… um gajo do Público meio ressabiado, na vossa opinião, e obeso…e que mais?
    Quanto a cortar os pulsos é a tua alusão ao meu nick?! És assim tão básico? Ah…

  25. Se sou assim tão básico? Eh… 🙂

    Sei que ainda não inventaram uma forma de entoar o que se escreve nas internets, a não ser pelo uso de tags – coisa que não vou fazer. Mas, visto teres aparentemente falhado a análise a tudo o que te tenho dirigido, passo a esclarecer que tenho estado no gozo neste “jogo” do quem és. E tenho sacado umas boas risadas a fazê-lo. Tem sido um agradável passatempo no trabalho.
    Mas, na verdade, e talvez para tua infelicidade… I couldn’t care less for who or what you are.
    Tiro mais prazer pelo facto de te dares ao trabalho de responder aos meus comentários (e aos dos outros) com tanto ‘serious business’, do que propriamente desvendar quem és ou o que fazes. Se és adepta do Manson, se és seguidora dos Illuminatti, se és obesa, se cortas os pulsos… quero lá saber!
    Como diriam certas indivíduos: do what thou wilt.
    Para os mais entendidos isto responderia à tua pergunta do eu ser básico relativamente ao teu nick…

    (no entanto espero que reconheças, com a tua aparente superioridade intelectual, que revelaste bastante da tua pessoa nos comentários que tens deixado nos diferentes posts)

  26. Até tive de respirar fundo…depois de ler o que escreveste…Foi profundo…
    Bem, começando pelo fim, pelo parêntese…O teu comentário é provocador e poderias tê-lo evitado (uma vez que eu percebi a intenção e o propósito – comigo não tens hipótese nos ‘segundos sentidos’). Se dizes que conseguiste, desde os primeiros momentos, avaliar-me correctamente, deverias ter percebido que eu ‘entrei’ nesse mesmo jogo. Ou seja, as tuas regras eram as minhas e ‘jogámos consoante os estímulos e provocações de parte a parte. E aqui cada um se socorre das armas que melhor sabe dominar. Concordas, ou não? E percebes o alcance (real) das minhas palavras? Espero bem que sim…
    Depois, tal como tu, tenho encarado estes diálogos como mera diversão, pelo gosto em provocar, em desafiar e em contrariar. Conseguiste chegar a esta conclusão?! Em três palavras poderias ter-me definido quase na perfeição…Digo quase…porque há partes que desconheces e a que nunca terás acesso. Tal como se passará contigo…ou talvez não…Veremos. Gosto de ‘mind games’…e isso já diz alguma coisa…
    Conclusão: se pensas que estiveste no papel de mero manipulador e espectador, estás enganado. Eu assumi esse lugar desde o início, tanto assim é que gerou dúvidas em relação à minha pessoa e, daí, a animosidade de alguns, incluindo tu, em relação a mim. É tramado…’uma gaja…e a chatear…Só faltava esta…’
    E a imagem que tentaram criar não me incomodou, bem pelo contrário. Mostrou a incapacidade de equacionarem a hipótese de terem alguém à vossa ‘frente’ que foge ao padrão normal: “gajo que gosta de cinema, que partilha das mesmas opiniões e diz ‘amén’ a tudo o que vocês e o autor do blog aqui dizem”. Foi esta a premissa que me permitiu criar situações e explorá-las, como bem quis. Sendo que ainda nem sequer comecei…

    P.S. A utilização de determinadas palavras, com uma carga quase ofensiva, pela ideia de menosprezo que lhe surge associada, devia ser interpretada por ti como mera provocação…uma vez que dizes ter-me analisado logo de início. Se o conseguiste, só tinhas de entrar no ‘jogo’, volto a dizer… Ou será que faltou qualquer coisa?!
    Na boa… : o)

  27. Cum caralho, o que para aqui vai nesta casa que deveria ser de silêncio, contemplação e meditação. Dark, tenho imensa pena mas não sei o que te diga porque não tenho paciência para ler esses teus monólogos masturbatórios oblongos. Sinceramente, acho que ninguém lê esses comments. Não discuto por aqui contigo, porque nunca inicio nenhuma discussão com gajas que não possa acabar em duas ou três bofetadas ou outro qualquer catalizador de sexo tórrido, seguido de 5 euros para o taxi. Posto isto, respeitinho pelos frequentadores e trata lá de comprar as pilhas para teres novamente algo com que te entreteres.

  28. Hum…bem me parecia que, mais tarde ou mais cedo, irias ceder à tentação de me responder. Eu também quando escrevi aqueles longos comentários sabia de antemão que levarias dias a decifrá-los e a consultar os volumes do Houaiss… Deduzo que tenhas ficado ‘exausto’ ao fim de leres uns quantos parágrafos…demasiada informação…ainda mais se o efeito provocado foi semelhante ao que descreves…Ficaste KO?!
    É a vida…Apanhamos com cada uma…
    E claro que tenho respeitinho pelos frequentadores do teu blog…Não se vê!? Ou isso é uma pontita de ciúme?!

    P.S. Obrigada pela preocupação… mas digamos que o meu ‘departamento’ é outro…Não gosto de nada artificial. Gostos…o que se há-de fazer…
    P.S. Pronto…eu vou ficar mais sossegadita para vocês poderem voltar ao vosso registo habitual…ok?!

  29. Grande texto sim senhor pedro, de dizer que até a secção dos comments é interessante. ahah

  30. Quanto ás melhores mamas das celebridades portuguesas,sinceramente voto nas minhas.

  31. Boas,
    Fiquei chocado com “…ou as vezes que já foram duplamente penetradas para garantir um papel importante nos morangos com açúcar.”
    Meu Deus, elas fazem isso?

  32. Sem dúvida.

  33. Grande texto! Alguém te devia obrigar (de preferência violentamente) a pegares nos teus melhores textos deste blogue e publicares um livro. Isto é muito bom para se perder.

  34. Voto nisso do livro! I’ll buy that for a euro!

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