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	<title>CinemaXunga &#187; alternativo</title>
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		<title>The Kids Are All Right (2010)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 22:44:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDEyLzAyL2VobGFoLmpwZw=="><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="ehlah" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2012/02/ehlah_thumb.jpg" alt="ehlah" width="424" height="186" border="0" /></a></p>
<p align="justify">Cheguei mais cedo a casa. Ainda tinha tempo de ver um filme antes que o infernal furacão de imparável destruição e balbúrdia  apocalíptica chamado rotina com crianças tivesse o seu início. Descalcei-me, gritei de dor lancinante e deixei que as lágrimas me escorressem pela cara devido a uma pequena cabeça de Mickey (da Lego) que se tinha acabado de me cortar um tendão e estava agora alojada da parte mais dolorosa do metatarso. Sentei-me, absorvi o sangue com um casaco da Barbie e liguei o meu mediacenter. Corri todos os filmes que me pareceram boa ideia quando os “adquiri”, mas curiosamente nenhum deles me fascinava. Filmes de extraterrestres, violência perfeitamente gratuita, humor negro e ofensivo, pornografia sueca dos anos 60, super-heróis de calcinhas de licra enfiadas no rego, monstros, filmes com acontecimentos de tal envergadura que podem acabar com o mundo (várias vezes) e uma pasta chamada “Corredor da Morte”, onde coloco os filmes até ter coragem para os apagar. Quem diz apagar diz outro verbo qualquer com sonoridade menos ilegal. Bem, carreguei no play em “The Kids Are Alright” e deixei-me embalar pelo confortável ambiente familiar de um lar onde um casal de lésbicas em crise de meia idade tenta salvar a sua tempestuosa relação.</p>
<p align="justify"><span id="more-4586"></span><em>“Lésbicas?”,</em> perguntam vocês em uníssono já com as calças nos tornozelos. Sim, lésbicas, mas isso não interessa nada para aqui. Pelo menos para já. É claro que tem a eternamente sexy Julianne Moore que há-de ter 80 anos e ainda me provocar ereções fulminantes, mas isso são contas de outro rosário.</p>
<p align="justify">A história de The Kids Are Allright é simples e banal, coisas que podem ser doces quando bem exploradas cinematograficamente. Um casal de lésbicas tem dois filhos que estão a chegar à idade adulta. Curiosos acerca da sua paternidade, procuram o seu pai biológico nos registos da clínica onde uma das suas mães se deixou inseminar artificialmente. Uma vez descoberta a identidade do pai, há o encontro. Rapidamente se criou um relação de proximidade e a família de 4 passa a incluir o “pai” na sua esfera social. Escusado será dizer que de boas intenções está o céu cheio e quando menos se espera já a Julianne Moore está a experimentar salsichão picante pela primeira vez. Como estas questões de infidelidade nunca correm bem, arma-se uma peixeirada Homérica que acaba em algo que não vou aqui mencionar porque, convenhamos, ninguém gosta de spoilers. Muito menos quando se trata do futuro de uma relação de lésbicas extremamente sensuais e uma delas é a Julianne “hypermegagiganuclearquântica MILF” Moore.</p>
<p align="justify">Tecnicamente perfeito, com aquela adorável fotografia hiperrealista de estilo europeu, sabem do que estou a falar. Quando a pele dos personagens parece mesmo pele, com os seus naturais defeitos, as marcas do dia a dia ou da idade. Com as cores verdadeiras. Um história fluida que nunca deixa de nos impressionar com o quanto nos podemos identificar com um casal lésbico.</p>
<p align="justify">Estamos perante uma grande obra cinematográfica que tem o dom de nos mostrar que um casal é um conceito universal, seja homossexual ou heterossexual. Os problemas são iguais em todo o lado, seja qual for a orientação sexual, a localização geográfica ou o espaço temporal que habitam. Principalmente a nós, heteros que tendemos a pensar que os casais homossexuais estão presos num loop eterno de enrabanço, de onde só saem para ver musicais do La Féria, aplicar cremes para a hemorródias e comprar roupas de cor Fúchsia em lojas onde não nos apanhavam vivos.</p>
<p align="justify">E é isto que queremos num filme, que nos faça perceber coisas, que nos acompanhe muito além do créditos finais, que nos dê referências para conversas de café ou para debates acerca do sentido da vida que nos fazer sentir imensamente pequenos mas com aquela sensação que, pelo menos, não estamos a ver a novela da TVI.</p>
<p align="justify">E com isto chego ao assunto central da época, a sex tape do Castelo Branco. Just kidding, vão lá à vossa vidinha que provavelmente ainda estão a fazer a digestão e pedaços de bifana semi-digerido e restos de batatas fritas são coisas que custam a sair dos monitores, já para não falar do cheiro.</p>
<p align="justify">Deixo-vos com mais Julianne Moore em todo o seu esplendor sexual. Screencaps tirados do filme.</p>
<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDEyLzAyL2JlcmxhaXRhZGEuanBn"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="berlaitada" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2012/02/berlaitada_thumb.jpg" alt="berlaitada" width="425" height="971" border="0" /></a></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4586" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/09/piranha-2010/" title="Piranha (2010)">Piranha (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/26/a-complete-history-of-my-sexual-failures-2008/" title="A Complete History of My Sexual Failures (2008)">A Complete History of My Sexual Failures (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/19/sex-sells-the-making-of-touche-2005/" title="Sex Sells: The Making of Touche (2005) ">Sex Sells: The Making of Touche (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/13/the-ward-2010/" title="The Ward (2010)">The Ward (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/20/loose-screws-1985/" title="Loose Screws (1985)">Loose Screws (1985)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/26/porkys-1982/" title="Porky&#8217;s (1982)">Porky&#8217;s (1982)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/31/machete-2010/" title="Machete (2010)">Machete (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/16/get-him-to-the-greek-2010/" title="Get Him to the Greek (2010)">Get Him to the Greek (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/09/macgruber-2010/" title="MacGruber (2010) ">MacGruber (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/11/knight-and-day-2010/" title="Knight and Day (2010)">Knight and Day (2010)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Red State (2011)</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 17:25:11 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="background-image: none; margin: 2px auto; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; padding-top: 0px; border-width: 0px;" title="Red-State" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2012/01/Red-State.jpg" alt="Red-State" width="425" height="237" border="0" /></p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós odiamos os Estados Unidos da América como odiamos o nosso dealer, sentimos um revoltante repúdio mas não conseguimos deixar de consumir os seus produtos. Basta ver as notícias com regularidade para perceber que ideologicamente alguma coisa está diabolicamente distorcida do outro lado do Atlântico, seja porque houve mais um puto a dizimar duas turmas do liceu ou porque foi adoptada mais uma medida belicista de agressão externa para permitir que os preços do petróleo se mantenham constantemente em valores altíssimos. Apesar de ninguém resistir aos encantos belicistas deste belo povo que não abdica do ocasional incesto com fins reprodutivos, é na religião que aparecem as maiores barbaridades. O seu Deus é baseado num conceito muito elástico que se parece moldar perfeitamente em redor do seu modo de vida ao mesmo tempo que conjura as labaredas do sétimo patamar do Inferno para todos os que não concordem com o American Way of Life. E é este terreno pantanoso das barbaridades feitas à sombra da religião e de um Deus castigador que Kevin Smith nos apresenta, numa América profunda, ignorante e fortemente racista. Sem Silent Bob nem nenhum Clerk, apenas a frieza de uma fé punitiva e de uma guerra que põe frente a frente dois tipos de insanidade diametralmente opostos mas igualmente devastadores.</p>
<p><span id="more-4551"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Kevin Smith, realizador balofo por quem tenho muito apreço por ser o autor de um dos meus filmes preferidos, senão mesmo o meu preferido: Clerks. Autor de mais 5 filmes que, com o Clerks, formam aquilo que se convencionou designar a sextologia View Askewniverse. Homem de imenso talento que se tem vindo a enterrar em obras menores, como tarefeiro de segunda categoria para os estúdios americanos. Ultimamente só tem feito horribilidades.</p>
<p style="text-align: justify;">A cada vez que se espera um filme dele espero secretamente para que seja um bom filme, para que acabe de vez o feitiço deste badocha que tanto prezo. E este Red State foi um projecto que acompanhei de perto na fase de pré-produção. Na altura da estreia perdeu-se um bocado porque não houve apoio das <em>majors</em> e o filme foi exibido apenas em algumas salas americanas. Não fosse pelo facto de ser uma produção inteiramente digital, filmada em menos de um mês sob um apertado orçamento, teria sido um flop. Resumindo e concluindo, só o apanhei no &#8220;circuito alternativo&#8221; em glorioso HD.</p>
<p style="text-align: justify;">Red State conta-nos a história de uma família fortemente religiosa nos Estados Unidos profundos, os chamados &#8220;red states&#8221;. Vivem numa quinta, isolados do mundo, e só saem para protestar em clínicas de abortos e para manifestações homofóbicas. E um dia três amigos têm um pequeno incidente que os leva a ficar aprisionados no meio deste clã psicopata e na missa desse fim de semana vão ser usados para dar o exemplo de como Deus não perdoa. Entretanto um conjunto de situações despoleta uma abertura de um inquérito policial que vai formar uma equipa de intervenção para um rusga à tal quinta.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, inicialmente temi estar perante um torture porn simplório e cozido em lume brando. Assustei-me porque o torture porn é um área que não me agrava muito, apesar de ser um grande fã de cinema de terror. Ali a meio um conjunto de rápidas sucessões interrompe a brandura da narrativa e transforma o filme completamente, para um nível de imprevisibilidade de rara beleza. Aí senti orgulho de Smith, porque deu ali meia dúzia de voltas arrojadas que desafiam as leis do sagrado cliché.</p>
<p style="text-align: justify;">E quando tudo parecia estar a acabar numa apoteose de arco íris e êxtase puro, eis que o final entra sem se fazer anunciado trazendo consigo um sabor amargo. Não gostei deste final pelo simples facto de que Kevin Smith tentou fazer outro malabarismo narrativo dentro do mesmo filme. E se no primeiro se safou, no segundo abusou.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim foi positivo, porque Kevin Smith não foi a prostitua de serviço para nenhum estúdio nem teve que comer merda às colheres porque a crítica o acusou de <em>Sell Out</em>. Fez o processo inverso, que apesar de ter deixado este vosso escriba mais aliviado, não dever ter trazido grandes mais valias à sua carreira. Esperemos que siga esta via.</p>
<p style="text-align: justify;">Rezemos agora todos juntos:</p>
<dl>
<dd><em>There is no emotion, there is peace.</em></dd>
<dd><em>There is no ignorance, there is knowledge.</em></dd>
<dd><em>There is no passion, there is serenity.</em></dd>
<dd><em>There is no death, there is the Force.</em></dd>
</dl>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4551" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/13/hobo-with-a-shotgun-2011/" title="Hobo with a Shotgun (2011)">Hobo with a Shotgun (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/14/chronicles-of-wormwood-banda-desenhada/" title="Chronicles of Wormwood &#8211; Banda Desenhada">Chronicles of Wormwood &#8211; Banda Desenhada</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/10/o-trans-xunga-contrafaccao-cinematografica/" title="O Trans-Xunga &#8211; Contrafacção Cinematográfica ">O Trans-Xunga &#8211; Contrafacção Cinematográfica </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/06/mad-max-1979/" title="Mad Max (1979) ">Mad Max (1979) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/25/teenagers-from-mars-graphic-novel/" title="Teenagers From Mars &#8211; Graphic Novel">Teenagers From Mars &#8211; Graphic Novel</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/12/10/super-8-2011/" title="Super 8 (2011)">Super 8 (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/22/escape-from-la-1996/" title="Escape From LA (1996)">Escape From LA (1996)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/15/escape-from-new-york-1981/" title="Escape From New York (1981)">Escape From New York (1981)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/28/the-human-centipede-first-sequence-2009/" title="The Human Centipede (First Sequence) (2009)">The Human Centipede (First Sequence) (2009)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Super 8 (2011)</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Dec 2011 23:37:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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<p style="text-align: justify;">No final da sessão do Captain America mal consegui conter o vomito até chegar à casa de banho do cinema. Enquanto cabritava restos do almoço em convulsões tão poderosas que poderiam deslocar facilmente uma omoplata a um iniciante das artes do gregório, um amigo que foi comigo ao cinema colocou a sua mão no meu ombro e disse bondosamente “<em>Oh Pedro, há mais filmes no mundo. Não gostaste deste podes sempre ver outro</em>.” Ergui a cabeça, racionalizei no que ele tinha acabado de dizer, levantei-me e dei-lhe uma cabeçada no nariz. Antes de ele ter tempo de bater com as costas no chão, já o meu pé o esperava e assim foi de pontapé em pontapé até à outra ponta dos sanitários quando a sua cabeça foi violentamente impedida de prosseguir por uma parede de mármore. Enquanto lhe desfigurava a cara inconsciente numa sucessão de uppercuts, sussurava-lhe aos ouvidos as palavras “<em>Quem te disse que me podias acompanhar para a casa de banho dos homens? E quem te disse que me podias tocar?</em>” Horas mais tarde, quando acabava de o enterrar num monte ali para os lados do Pinhal de Marrocos, pensei “<em>O Cabrão tinha razão. Posso ir ver outro filme e salvar o dia</em>”. Fui novamente para bilheteira, comprei um bilhete para o “Super 8”, respondi com um “<em>E se fosses levar no cu?</em>” à pergunta “<em>Vai querer pipocas também?</em>” e entrei sala adentro na esperança de um mundo melhor, um mundo onde a paz finalmente reinará, onde as nossas crianças possam jogar Carmageddon sem precisarem de mentir acerca da sua idade real, onde uma fibra sintética à base de polímeros de carbono possa substituir a exploração inumana de alpacas na américa do sul para a produção de lã e a prática sexual conhecida como minibus (dois à frente, cinco atrás) deixe finalmente de ser tabu.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4530"></span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Depois de uma sucessão interminável de insuportáveis publicidades e trailers de filmes que não seria capaz de ver nem sob ameaça de arma, começou o Super 8. Demorei alguns minutos a habituar-me à fotografia deste filme. Os meus olhos ainda vinham formatados das cores berrantes e do balde artificial de CGI do Capitão América. Uma fotografia de tons naturais, movimentos de câmara suaves e lógicos, famílias e os seus problemas emocionais. Bom, se calhar fui parar demasiado ao outro lado da escala, pensei. Mas dei-lhe uma segunda oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Começou-se a formar aquilo que já havia lido, uma estrutura muito semelhante a Goonies, com gordinho e tudo. O estereótipos dos anos 80 estavam lá todos. O puto engenhocas, o puto sofredor, o puto falador e ultra-confiante, a miúda que todos gostam e que se sente gradualmente atraída pelo sofredor, o gordo, o burro que nem um calhau, o atleta, etc. Contrariamente ao que poderia inicialmente imaginar, comecei a gostar daquela avalanche de nostalgia. “<em>Um de nós fez este filme</em>”, disse a parte da minha personalidade que se ocupa de chorar os anos 80 e a criticar tudo o que se fez de lá para cá, excluindo Radiohead, Wes Anderson,o Esomeprazole, Porcupine Tree,  a Internet,  álbum de 2008 dos Soulfly (Conquer) e meia dúzia de outras coisas que agora não são para aqui chamadas.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Finalizado o filme, uma sensação de encanto ficou comigo. Aquela sensação perigosa, porque largas foram as vezes que bloguei sob a sua influência e amargamente me arrependi quando voltei a ficar sóbrio. Por isso esperei tanto tempo para escrever sobre esta experiência.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Não me incomodou o decalque quase total de ET e Goonies, antes pelo contrário. O esforço de J. J. Abrams foi nesse sentido. No sentido de trazer aquela atmosfera emocional a uma obra de ficção científica, de misturar as agruras reais da adolescência com o eminente Apocalipse. Desde os cenários de cidade de interior ao uso de seamless CGI para emular efeitos especiais analógicos. No entanto irritou-me o exagerado uso de flares, adicionados digitalmente para simular a imagem de marca dos directores de fotografia de Spielberg. Não se pode dizer que seja um filme para um público tão familiar como os exemplos dos 80s que dei, uma vez que numa ou outra situação poderia trazer perguntas incómodas do irmão de 11 anos ou da avozinha que tem dificuldade em compreender porque é que aquilo que o monstro está a comer que faz o som de mastigação de uma cenoura se assemelha tanto a um teenager de 15 anos.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">É verdade que o argumento não respira inovação absoluta, é verdade que a obra não ganhará lugar juntos aos clássicos intemporais dos anais do Cinema, é verdade que nada aqui é um passo em direcção ao futuro das novas correntes cinematográficas. É apenas um abraço apertado e sincero a todos os que, como eu, viveram uma época de ouro do Cinema, onde o Cinema não eram apenas filmes, mas toda uma mistura de experiências que não hesitamos sequer de catalogar como “magia”.</p>
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		<title>Paul (2011)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 14:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzA4L3BhdWwuanBn"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="paul" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/08/paul_thumb.jpg" alt="paul" width="425" height="213" border="0" /></a></p>
<p align="justify">A mente de um jovem geek é um fervilhar tão denso de conceitos que qualquer objecto, situação ou memória é pretexto para uma aventura imaginária com o próprio no centro da trama em que para se chegar a qualquer objectivo é necessário batalhar dragões, atravessar campos de arroz pejados de mercenários chineses com artilharia pesada que nunca acertam no alvo, chacinar um Dojo inteirinho cheio de ninjas, samurais e macacos assassinos munido apenas de um par de matracas e facas nos sapatos, escapar a torpedos de fotões e destruir a nave mãe com disparos cirúrgicos nos motores FTL, matar o vilão reptídeo com dois sabres de luz ao som de Navras da OST de Matrix (Juno Reactor), salvar a miúda jeitosa, leva-la para casa para um quarto escuro e copular até a fricção provocar um intenso cheiro a carne assada. E depois quando acaba a fantasia, uma masturbaçãozinha de rotina.</p>
<p><span id="more-4456"></span></p>
<p align="justify">Nick Frost e Simon Pegg são dois velhos amigos, ex-colegas de apartamento, e geeks da velha guarda. Têm a sorte poder fazer os filmes das suas próprias fantasias imaginárias geek e até agora não nos têm falhado. Shaun of The Dead, Hot Fuzz e Paul. Uma mistura de géneros clássico, com humor, acidez satírica social, meios de produção da primeira divisão e um cheirinho da boa e velha ultra-violência. O humor britânica fornece todo o colorido extra. É uma colaboração que prezo e que espero trazer frutos regularmente.</p>
<p align="justify">Desta vez este duo tipicamente british faz uma road trip geek, começando pela Comic Con e seguido por uma ida a sítios míticos do imaginário Sci-Fi, com passagem obrigatória pela clássico Area 51. E aí encontram um verdadeiro extra-terrestre, moldado pelos clichés morfológicos do género e com características comportamentais mais humanas que os humanos. Uma espécie de ALF adulto depois de 25 anos de drogas, álcool, prostituição, três divórcios, um emprego sem futuro a ordenado mínimo, pensão de alimentos a filhos que não tem bem a certeza serem seus e incontáveis noites a dormir num carro fedorento com manchas de marisco e maionese no banco de trás.</p>
<p align="justify">Mais do que um choque de civilizações, temos um choque de culturas, com os exageros redneck americanos a embater com a rectidão britânica e um extra-terrestre em permanente estado de perplexidade. Os temas religiosos, os seus extremismos e contradições são assuntos dos quais nunca me farto. Fora de um contexto inteiramente americanizado as coisas têm outro aspecto. Neste caso temos duas pessoas britânicas, europeias. Sim, os ingleses são estranhos, mas quando inseridos naquele ambiente temos uma proximidade maior, uma identificação. Seria interessante ver este tipo de filme com portugueses também. De Macedo de Cavaleiros.</p>
<p align="justify">É um filme fortemente crítico, sem restrições no que diz respeito ao tipo de linguagem usado, seja verbal ou gráfica. É violento, negro e delicioso. Pode à primeira vista não parecer uma típica colaboração Frost/Pegg, mas acabamos por nos apegar a ele. Aliás, esta sensação de “primeiro estranha-se depois entranha-se” é diagonal a todos os filmes deles, pelo menos nos que referi em cima.</p>
<p align="justify">Não se pode dizer que seja uma surpresa. É disto que estávamos à espera. Não é pior que os outros, é mais um filme nesta onda. O que é bom, porque quando se altera a direção as coisas podem ir para dois lados, sendo que só um é o correto. Eu gosto de Woody Allen, sem achar que ele é repetitivo. Não espero mais do que um filme de Woody Allen. Não espero que ele faça um sci-fi com robots assassinos ou um filme de ninjas. Espero apenas Woody Allen. Assim como nestes dois. Espero mais filmes deles, dentro destes parâmetros. Até porque não gosto de surpresas e já não tenho idade para emoções fortes.</p>
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		<title>The Fog (1980)</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 21:30:50 +0000</pubDate>
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<p align="justify">Sou orgulhoso proprietário de uma versão do The Fog em VHS. O valor de compra, depois dos respectivos ajustes para o nível de vida atual, é quase pornográfico e o seu estado à altura da compra já era de relativa decomposição. Era uma cópia (original, oficial e carimbada) de um clube de vídeo.  Não é uma edição normal, como aquelas dos últimos tempo do VHS. É uma edição especial, capa de grande formato, almofadada, com bordo debruado e tons de dourado pintados por cima da capa. Um vez aberta tem o logotipo da editora por dentro e o rótulo principal da cassete é rico em prateados da mais pura  filigrana tipográfica. Qualidade de imagem, uma merda, qualidade de som, phunf, phunf, phunf. E eu amo-a assim, em toda a sua imperfeição.</p>
<p><span id="more-4428"></span></p>
<p align="justify">Num ataque de nostalgia meti a cassete dentro de um velho VHS que mantenho por razões meramente decorativas (o típico sótão retropunk para trintões) e carreguei no play do controlo remoto. Não funcionou. Pilhas gastas. Coloquei novas pilhas e voltou a não funcionar. Pressionei com tanta força que o botão ficou com a unha marcada. Obtive resposta do lado do velho videogravador. Swisiiish. Silêncio… Uma sucessão de sons mecanizados de alta precisão e finalmente a cassete começou a rolar. Tempo desde que é pressionado o play até passar o filme: 6 segundos. Aviso, trailers e animações corporativas. E começa.</p>
<p align="justify">Um velho marinheiro conta uma história de fantasmas a um grupo de crianças. Créditos iniciais. O filme propriamente dito começa, mas o formato 4:3 incomoda-me. As cores embaçadas, os problemas de tracking e a alta fidelidade sonora de que tem dois pares de meias enfiados na boca não ajuda nada. Não se distinguem as formas de Jamie Lee Curtis e isso é onde a minha paciência se esgota. Arranquei a cassete de dentro da baía do VHS, enfiei-a na capa, desliguei o cabo elétrico num ataque de fúria e fui à procura de um BDRip com 720p de resolução mínima.</p>
<p align="justify">Restart. Como acordar de um coma prolongado e ver o mundo com outros olhos, passar de uma cópia VHS de aspect ratio 4:3 para  um glorioso 2.35 : 1 (panavision anamorphic widescreen) com cores vibrantes é como ver outro filme. Apesar do super baixo orçamento, Carpenter caprichou na fotografia e temos um filme visualmente hipnótico, seja nas paisagens marítimas noturnas, na cidade adormecida ou mesmo no nevoeiro e na maneira como aquilo que não se mostra pode assustar a um nível mais visceral do que o explícito.</p>
<p align="justify">The Fog é um fabuloso filme, um horror movie com alma que passa o teste do tempo e brilha como nunca graças à revitalização do formato HD. É um história relativamente simples e de andamento lento, que foca a narrativa no relacionamento e nas reacções do grupo de personagens em vez de se dedicar à parte paranormal do filme. Um Carpenter de paragem obrigatória.</p>
<p align="justify">Um filme carregado de carisma que não é para o jovem cinéfilo à procura de emoções fortes e a ocasional tripa ensanguentada de fora. Aliás, quando eu era um jovem inconsciente e borbulhento cinéfilo andei bastante tempo a evitar ver o The Fog. Porquê? Porque estávamos no ano de 1986 e este era um filme de 1980, logo um &#8220;filme velho&#8221;. E com tanto gore ou slasher movies de 1984, 1985 ou 1986 porque haveria de ver eu um filme medieval acerca de algo tão interessante como uma praga de nevoeiro? E ainda por cima sem a indicação de uma cena de sexo ou um mísero par de mamas? Puto do carago&#8230;</p>
<p align="justify">Há um remake, nunca o vi. E o meu desejo é que caia a gaita de lepra a todo o talego que ache que fazer um remake de um filme de Carpenter é boa ideia. E a todos os que avancem efectivamente com a ideia, que lhes nasça um espinheiro venenoso no cu. E que estas maldições tenham efeito retroactivo. Tenho pena, Rob Zombie, porque eu sou grande fã dos White Zombie e acho os teus albuns a solo bons apesar de nada de excepcional. Mas fazer música com um espinheiro venenoso no cu não é impossível, é incomodo. E com o tempo aprenderás a viver com isso, como te habituaste a usar uma barba cheia de cebo e aquele eyeliner que pode bem ser duplamente  interpretado como look gay ou look sem-abrigo.</p>
<p align="justify">
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		<title>The Ward (2010)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 16:30:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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<p align="justify">A educação nos anos 70 e 80 tinha algumas falhas que aos olhos de hoje podem ser consideradas “primitivas&#8221; ou “retrógradas”, tais como a barbaridade de não se poder usar calculadoras em exames ou a aberração de se poder chumba (meu Deus, chumbar!) caso a qualidade dos conhecimentos não ficasse devidamente provada por escrito. Mas havia uma coisa que não existe hoje, que era o incentivo ao respeito pelos mais velhos. E uma coisa que aprendemos é que não se pode julgar um ancião por ter forrado o sofá com fezes ao ter confundido a sala de estar com a casa de banho, mas que devemos sempre ver nele o homem que em tempos foi e a obra que deixou para trás.</p>
<p><span id="more-4390"></span></p>
<p align="justify">The Ward é o regresso de John Carpenter à cadeira de realizador desde Ghosts of Mars, em 2001. Muito se especulou que não mais voltaria a realizar depois da palermice pegada daqueles fantasmas marcianos. O certo é que ainda realizou um episódio de Masters of Horror e agora este The Ward. Esperemos apenas que este The Ward não seja a sua extinção enquanto realizador.</p>
<p align="justify">Estamos perante um filme pejado de clichés mas esse não é o principal problema. O cliché sempre foi aproveitado por Carpenter para criar surpresas e para ser subvertido. Aliás, o cliché é elemento obrigatório no cinema mainstream contemporâneo, porque é isso que cria o conforto com o cinéfilo, que o faz estar à vontade logo no inicio de cada filme porque os elementos são comuns. Não diria que é tudo a mesma merda, mas as diferenças não são significativas. Pelo menos no cinema americano.</p>
<p align="justify">Qual é então o problema deste filme? Bem, este filme cria uma situação inicial intrigante e depois toda a narrativa é encaminhada para um final que adivinhamos cedo ser de reviravolta. Porquê? Porque há elementos de montagem, técnicas fotográficas e efeitos pontuais que indicam que estamos perante mais do que aquilo que parece. E nestas situações todos sabemos como acaba. Ou é uma agradável surpresa ou um falhanço descomunal.</p>
<p align="justify">E quando chega ao fim lá estamos nós perante a surpresa da reviravolta. E não acreditamos no que vimos. Se o final poderia ser um sucesso em, digamos, 1967, hoje em dia quase que se transforma numa piada, uma solução que poderá ser empregue para resolver qualquer embróglio narrativo ou um sketch de britcom. E não é justo, porque isto não é Carpenter tal como nos lembramos dele.</p>
<p align="justify">E pode um final ditar o falhanço de um filme? Não devia, mas sim, dita. É a única coisa que nos fica e por muito prazer que nos dê ver os 85 minutos bons, são sempre os 5 minutos maus que selam o destino da avaliação. A revolta, a sensação de traição, o ímpeto de pegar em archotes e forquilhas, a sede de sangue&#8230;</p>
<p align="justify">Sou fanboy assumido de Carpenter e admito que ele possa fazer filmes menos bons, como já os fez no passado. Escape From LA ou Ghosts of Mars revelam uma clara incapacidade de se adaptar a uma nova era cinematográfica. Mas isso não interessa, os clássicos continuam todos lá, obras do verdadeiro Master of Horror que veneramos. Long live the King.</p>
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		<title>The Man from Earth (2007)</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jul 2011 16:03:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3984" title="themanfromearh" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/11/themanfromearh.jpg" alt="" width="425" height="258" /></p>
<p style="text-align: justify;">Numa altura em que o marketing corporativo dos grandes estúdios de cinema faz lobby constante para passar a ideia de que a qualidade de um filme se mede pelo orçamento e box office, já poucas são as pessoas que se aventuram por obras de orçamento reduzido temendo que a equação hollywoodiana da relação/qualidade tenha alguma veracidade. Mas o certo é que não tem. A capacidade de encantar o cinéfilo com um bela narrativa nada tem a ver com o orçamento e os meios envolvidos. E uma prova desta afirmação é o fabuloso filme The Man From Earth, um filme que ficção científica que conta a mais cativante história de sempre. É passado numa sala e consiste num amigo que conta a sua história de vida aos seus amigos. Só diálogos e imaginação para criar a &#8220;greatest story ever told&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3983"></span>Um professor universitário junta os seus colegas para se despedir. Depois de 10 anos tem que os abandonar. Fala-se do passado e alguém chama a atenção de que ele não envelheceu nada nos últimos dez anos. Depois de algumas esquivadelas e tentativas de fuga o professor acaba por confessar que tem 14000 anos, que é dos primeiros humanos (Sapiens Sapiens) que habitou o planeta. Inicialmente encarada como piada e exercício académico antropológico, pouco a pouco a história vai contando consistência e os amigos começam a ficar convertidos àquela improvável historieta.</p>
<p style="text-align: justify;">The Man From Earth é, como se disse anteriormente, um filme parco em meios. Uma cabana, actores que são claramente criaturas do teatro, iluminação suave à lareira e 90 minutos de explosão criativa. No entanto o argumento é uma coisa absolutamente viciante, tornando impossível uma pausa a meio do filme. A história que acompanha o nosso personagem desde a época Cro Magnon é uma História alternativa da civilização, rica em detalhe histórico além de injectar algumas teorias que nos fazem rever com outros olhos a nossa própria existência.</p>
<p style="text-align: justify;">Religião, civilizações e segredos negros mantêm o espectador na ponta da cadeira. Tem tanto de complexo como de &#8220;como é que ninguém pensou nisto antes?&#8221;. Sabe bem de vez em quando e é bom saber que existe esperança para quem se quer aventurar no cinema. Basta perseverança, imaginação e uma boa ideia. Contrariamente ao que se diz por aí, não é preciso castings de felácio nem uma hora de sodomia com os produtores. Basta um pulso forte e resistente.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alien Apocalypse (2005)</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 23:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzA2L2FsaWVuYXBvLmpwZw=="><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="alienapo" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/06/alienapo_thumb.jpg" border="0" alt="alienapo" width="425" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois do Apocalipse provocado por uma invasão de térmitas gigantes consumidoras de madeira e viciadas em cabeças humanas, o planeta está transformado num espaço desolado. Os humanos estão divididos em dois grupos, os escravos vestidos com fatos de pirata da Babou ligeiramente modificados para parecerem pedintes e os capangas das térmitas vestidos com barbas postiças do Deborla e camisas excessivamente brilhantes como os fatos de cowboy que os chineses vendem no Carnaval. Mas um esperança cai dos céus, um grupo de astronautas que esteve ausente durante 40 anos e que, desafiando todas as leis da física, lógica, química e canónica, vão lutar pela supremacia da raça humana. Um telefilme do canal Syfy. Poderia ser a pior pedaço de matéria morta alguma vez cuspida e escarrada para as nossas televisões, não fosse um simples factor que faz subir uma produção de esgoto a céu aberto a fantástico guilty pleasure: Bruce fuckin&#8217; Campbell.</p>
<p><span id="more-4369"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não se enganem, este filme pode à primeira vista parecer um horrendo série Z que não vale sequer o nosso desprezo, porque à segunda vista vão ter a mesma sensação. E à terceira. E à quarta&#8230; Excepção para aqueles que, como eu, idolatram Campbell como o Rei da Série B, o para-sempre Ash, o mestre do BoomStick. É verdade que que faz sempre o mesmo personagem, mas é como ver um arco-iris brotar de dentro de uma fossa céptica, um analgésico que nos faz suportar melhor as agruras do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Algures na primeira metade da década de 2000 o semideus Bruce Campbell contactou o canal de TV Sci-Fi (actual SyFy) com o intuito de apresentar duas propostas para filmes. Este Alien Apocalypse e The Man With The Screaming Brain. Obviamente que a proposta foi aceite. Só Bruce consegue transformar esta linha de montagem de palha de encher grelhas de programação em algo com algum significado. Os filmes são propositadamente xunga, a estética é carregada e o absurdo caminha de mão dada com o nonsense num festival de clichés que aqui funcionam como guidelines. É preciso perceber este nível de abstração para apreciar estes dois brainchilds do mestre Bruce Campbell.</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4369" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/06/alien-premio-carreira-da-academia/" title="Alien &#8211; Prémio Carreira da Academia">Alien &#8211; Prémio Carreira da Academia</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/13/porque-hoje-e-dia-do-pai-em-tatooine/" title="Porque hoje é dia do Pai em Tatooine">Porque hoje é dia do Pai em Tatooine</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/29/the-adventures-of-buckaroo-banzai-across-the-8th-dimension-1984/" title="The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)">The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/06/planetary-warren-ellis-banda-desenhada/" title="Planetary (Warren Ellis) &#8211; Banda Desenhada">Planetary (Warren Ellis) &#8211; Banda Desenhada</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/23/a-contrafaccao-cinematografica-tomo-ii/" title="A Contrafacção Cinematográfica &#8211; Tomo II">A Contrafacção Cinematográfica &#8211; Tomo II</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/10/o-trans-xunga-contrafaccao-cinematografica/" title="O Trans-Xunga &#8211; Contrafacção Cinematográfica ">O Trans-Xunga &#8211; Contrafacção Cinematográfica </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/01/chewbacca-morreu-viva-chewbacca-a-sexta/" title="Chewbacca morreu, viva Chewbacca (à sexta!)">Chewbacca morreu, viva Chewbacca (à sexta!)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/08/25/alien-trespass-2009/" title="Alien Trespass (2009)">Alien Trespass (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/07/18/series-de-ficcao-cientifica-dos-anos-80/" title="Séries de Ficção Científica dos anos 80">Séries de Ficção Científica dos anos 80</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/06/26/tank-girl-1995/" title="Tank Girl (1995)">Tank Girl (1995)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Source Code (2011)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 May 2011 16:10:49 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzA1L3NvdXJjZWNvZGUyMDExLmpwZw=="><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="sourcecode2011" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/05/sourcecode2011_thumb.jpg" border="0" alt="sourcecode2011" width="425" height="272" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Numa altura em que um filme que conta a história de um pneu que ganha vida e, ainda por cima tem o poder de telecinese, é encarado pela comunidade de cinéfilos com dois bocejos, já nada consegue surpreender aqueles que consomem cinema há mais de duas semanas. Por muitas artimanhas e conceitos originais que se injetem numa história há sempre, pelo menos, meia dúzia de precedentes que o fizeram com mais sucesso. Sendo assim, resta-nos ter fé no cinema e esperar que esta falta de originalidade possa ser substituída por uma direção competente e uma narrativa que se saiba aguentar até ao final sem levantar sobrancelhas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4336"></span>Em Source Code o jovem realizador Duncan Jones sabe contornar habilmente as falácias que um filme com estas características poderia facilmente criar e faz avançar o filme numa direcção bastante mais interessante daquela que tememos nos primeiros 15 minutos. Noutra situação este filme poderia facilmente viver pendurado num possível twist final, fazendo o cinéfilo obcecar dolorosamente por 90 minutos para ser, muito provavelmente, enganado. Duncan despacha esse possível twist ali a cerca de um terço do filme e segue pelo caminho do suspense, do mistério e do questionar da ética científica que cada vez mais se prostitui ao elevado capital das máquinas militares mundiais.</p>
<p style="text-align: justify;">E suspense é o que temos. Peça a peça vamos montando um puzzle. O artefacto narrativo é uma experiência científica capaz de fazer uma pessoa reviver os últimos 8 minutos de vida de outra pessoa, mas o objectivo é saber o que realmente aconteceu naquele comboio. Tentativa após tentativa, Jake Gyllenhaal vai revivendo os tais 8 minutos e reconstruindo quebra cabeças.</p>
<p style="text-align: justify;">Não se trata de pura perfeição, o filme tem as suas falhas. Quando se descobre o culpado da trama (o obrigatório bad guy) o climax não é o fogo de artíficio orgásmico que se poderia esperar. É mesmo um anti-climax de tão mole ser. Talvez seja propositado, talvez seja um soft spot que não mereceu a atenção devida. Era um filme que merecia um final mais transdimencional, um final que honrasse um pouco mais o multiverso e todo possível caleidoscópio de desfechos que podia ir da simples vitória do bem até a uma ruptura recursiva do tecido espaço temporal com um vortex a reverter o planeta ao seu estado primordial, mas em borracha cor-de-rosa numa sociedade distópica governada por mesinhas de cabeceira com monóculos e risco ao lado.</p>
<p style="text-align: justify;">É bom ver reconhecido o trabalho de Duncan Jones em Moon, sem o qual nunca teria a possibilidade de realizar este filme de orçamento mais composto e orientado para outros públicos. Cá estamos à espera de mais trabalhos deste homem que certamente terá uma carreira grandiosa pela frente.</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4336" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/09/the-man-from-earth-2007/" title="The Man from Earth (2007)">The Man from Earth (2007)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/01/18/videodrome-1983/" title="Videodrome (1983)">Videodrome (1983)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/04/frequently-asked-questions-about-time-travel-2009/" title="Frequently Asked Questions About Time Travel (2009) ">Frequently Asked Questions About Time Travel (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/01/moon-2009/" title="Moon (2009) ">Moon (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/18/the-hitchhikers-guide-to-the-galaxy-2005/" title="The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) ">The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/12/10/super-8-2011/" title="Super 8 (2011)">Super 8 (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/11/14/apollo-18-2011/" title="Apollo 18 (2011)">Apollo 18 (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/08/12/paul-2011/" title="Paul (2011)">Paul (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/27/the-fog-1980/" title="The Fog (1980)">The Fog (1980)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/22/gozu-aka-gokudo-kyofu-dai-gekijo-2003/" title="GOZU aka Gokudô kyôfu dai-gekijô (2003)">GOZU aka Gokudô kyôfu dai-gekijô (2003)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Loose Screws (1985)</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 16:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os anos 80 foram uma época muito conturbada para aqueles que, como eu, viveram lá parte importante da sua adolescência. Tão conturbada que eu só me senti preparado para enfrentar os anos 80 mais ou menos a meio dos anos 90, ali naquela altura em que Kobain se suicidou e a música passou a ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-full wp-image-4318 aligncenter" title="loose-screws-" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/04/loose-screws-.jpg" alt="" width="425" height="239" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Os anos 80 foram uma época muito conturbada para aqueles que, como eu, viveram lá parte importante da sua adolescência. Tão conturbada que eu só me senti preparado para enfrentar os anos 80 mais ou menos a meio dos anos 90, ali naquela altura em que Kobain se suicidou e a música passou a ser merdosa em todas as frentes e géneros. <span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,&quot;Bitstream Charter&quot;,Times,serif;">Todas as tentativas até essa altura para assassinar Bon Jovi falharam, incluindo aquelas que envolviam viagens no tempo. Isto explica o estado vegetativo/zombie do conceito clássico do Rock e todas aquelas cantorias pop que se ouvem actualmente na rádio onde não se consegue identificar um único instrumento musical  ou outro qualquer som que não se parece com uma variação multitonal de um enxame de abelhas dentro de um latão de zinco.</span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,&quot;Bitstream Charter&quot;,Times,serif;"><span id="more-3716"></span></span><span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,&quot;Bitstream Charter&quot;,Times,serif;">Foi na segunda metade dos anos 80 que vi o Loose Screws, numa altura em que era bem mais simples fazer uma </span>laringectomia a um papa formigas em chamas do que parecer cool na escola. O cinema para adolescentes demonstrava claramente como devíamos agir, que roupa usar, que postura adoptar, que atitude transparecer. No entanto ainda tornava as coisas mais complicadas. Tentávamos ir pelo caminho do Breakdance e parecíamos chimpanzés epilépticos a meio de uma crise de asma, vestíamos as roupas como aqueles fabulosos teenagers dos filmes e parecíamos os ajudantes do Croquete e Batatinha.  Com um fosforo na boca como o Cobra, parecíamos atrasados mentais, com um blusão de penas igual ao do Michael J. Fox parecíamos vítimas do Titanic. Além disso as nossas colegas do sexo feminino não tinham nem de perto nem de longe o aspecto viçoso, curvilíneo e debochado das garotas que corriam alegremente em topless de modo perfeitamente gratuito durante uma boa metade dos filmes. Eram enjoadas e descuravam a estética púbica, tendo frequentemente que usar uma cueca de tamanho acima para albergar tamanho arvoredo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Loose </span>Screws <span style="color: #000000;">é apenas um sucedâneo de Porky&#8217;s, os American Pies da altura. Um grupo de teenagers liceais vive assombrado pela energia hormonal e só consegue pensar em sexo. As peripécias fortemente sexualizadas seguem-se a um ritmo estonteante tendo como objectivo alguma nudez. Era apenas um entre dezenas, mas era este que eu tinha copiado ilegalmente e era este que eu e os meus amigos víamos quando não havia novidades.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">As pessoas às vezes lêem os meus posts e pensam &#8220;<em>Cum carago, este gajo inventa cada merda estranha</em>&#8221; e por isso vi-me obrigado a colocar duas cenas no Youtube. <span style="font-family: Georgia,&quot;Times New Roman&quot;,&quot;Bitstream Charter&quot;,Times,serif;">São cenas emblemáticas deste filme, em HD porque não vivemos já na idade média, e que passarei a descrever para aqueles que nunca viram nenhuns jogos olímpicos em que havia uma equipa da Alemanha Ocidental e outra da República Democrática Alemã. </span></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><strong>Cena 1 &#8211; A Passagem Cool por um corredor de liceu dos anos 80</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><object width="425" height="269"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WUdHlD8osQ0?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="269" src="http://www.youtube.com/v/WUdHlD8osQ0?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Além do Ripoff evidente a Bill Murray no final, prestem atenção à densidade de cultura popular que se conseguiu meter em 30 segundos. Uma avalanche de clichés que serve perfeitamente para introduzir os 4 protagonistas: o nerd, o gordo, o atlético que papa as gajas todas e o espertalhão que goza com o director e dança break. Ali se vê também ao que tínhamos que aspirar para ser cool num liceu. À falta disto éramos obrigados a colar posters do Bruce Springsteen nas capas dos cadernos, mas usando fita cola  porque o papel autocolante transparente era ainda um artigo raro em Portugal.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="color: #000000;">Cena 2 &#8211; Montagem com música gira e modus operandi dos únicos personagens principais que comem gajas</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><object width="425" height="269"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QwggXWWQrbM?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="269" src="http://www.youtube.com/v/QwggXWWQrbM?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">A música Circular Impression dos Extras ainda hoje me está apegada ao cérebro qual tatuagem emocional de tanta vez que vi isto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Com esta pequena lição de História Teenager de Portugal vos deixo. E se os jovens de hoje acham que vivem numa época miserável e negra, pensem apenas que não têm que passar pela vergonha de  pedir revistas pornográficas emprestadas (com páginas coladas) para esgalharem o pessegueiro. E assim acontece&#8230;</span></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3716" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/05/o-anel-de-noivado/" title="O Anel de Noivado">O Anel de Noivado</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/07/ninja-iii-the-domination-1984/" title="Ninja III: The Domination (1984) ">Ninja III: The Domination (1984) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/07/teen-wolf-1985/" title="Teen Wolf (1985)">Teen Wolf (1985)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/18/the-hitchhikers-guide-to-the-galaxy-2005/" title="The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) ">The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/29/the-adventures-of-buckaroo-banzai-across-the-8th-dimension-1984/" title="The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)">The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/06/hot-tub-time-machine-2010/" title="Hot Tub Time Machine (2010) ">Hot Tub Time Machine (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/23/kick-ass-2010/" title="Kick-Ass (2010) ">Kick-Ass (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/07/gigantic-2008/" title="Gigantic (2008)">Gigantic (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/04/500-days-of-summer-2009/" title="(500) Days of Summer (2009) ">(500) Days of Summer (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/19/sex-sells-the-making-of-touche-2005/" title="Sex Sells: The Making of Touche (2005) ">Sex Sells: The Making of Touche (2005) </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>O Anel de Noivado</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 23:55:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzA0L3RyaW9vZGVtaXJhLmpwZw=="><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="trioodemira" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/04/trioodemira_thumb.jpg" border="0" alt="trioodemira" width="425" height="338" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">1991, Agosto em Monte Gordo. Tinha acabado de recuperar a consciência daquilo que vim mais tarde a saber ser um black out de 21 horas. Parecia ser uma festa de Verão e milhares de respeitosas donas de casa vibravam libidinosamente ao som de uma banda em palco. Demorei algum tempo a perceber o que se passava, o som enrolado em flanger e um forte sabor a laca Fiero que parecia escorrer em bica pelo esófago não ajudavam a melhorar a percepção. Cedo percebi que os Trio Odemira tocavam Anel de Noivado e fui apanhado desprotegido no meio das suas harmonias hipnóticas e na execução perfeita de uma música que já na altura era um velho clássico. “<em>Inundada no seu pranto. O seu vestido vai molhando, Ao chorar de amor por mim</em>”, cantavam imperturbáveis pelos gritos histéricos, desmaios e apelos ao deboche adúltero. “<em>Faz-me um filho</em>”, gritava uma octogenária semi-nua estranhamente atraente que parecia acariciar-se ao meu lado. Não sei se foi do álcool, das drogas ou de uma cataplana de peixe que não me caiu nada bem, mas senti um capacete de eletricidade estática a massajar-me as têmporas, como tentáculos de ondas alfa e impulsos de telequinese,  e os edifícios pareciam ondular ao ritmo dengoso dos baladeiros alentejanos. Anos mais tarde, depois de ter visto recusada uma proposta de tese de final de curso sobre os Trio Odemira e das terapias de eletrochoque se terem revelado inúteis para apagar esta memória parasita, aprendi a viver com ela e hoje vou partilhar convosco o potencial cinematográfico de tão melosa balada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4301"></span>Anel de Noivado tem um poderoso motor narrativo que ficou de fora da letra, uma vez que o Trio se ficou por alegorias, contornos fotonovelisticos e frases tipicamente papa-velhas. A verdadeira história por detrás deste megadrama? Reza a lenda que a música (canção) se baseia numa história verídica. Um jovem casal de namorados loucamente apaixonados (pois claro!) estava em fase de noivado quando o rapaz foi chamado para combater no ultramar. Passou lá uns anos e a certa altura deixou de dar notícias. Chegou à aldeia a notícia de que o jovem tinha morrido heroicamente em combate e não mais voltaria à sua amada. Ora, nos anos 60 (ou 70), gaja solteira com mais de 23 anos é bacalhau seco que já não vai menstruar o suficiente para ter 8 filhos e toca a casar a garota com o pretendente número dois. Mas nas vésperas do casamento eis que o noivo original aparece, crispado pelos horrores da guerra e agastado pelos dezassete tipos de sífilis e febres gonorreicas que contraiu em África. Vai ao casamento daquela que foi a sua amada e ambos se encontram “<em>estava ela já casada, a mulher que eu adorei</em>”. Desejou-lhe que fosse sempre feliz e separaram-se em pranto profundo com múltiplas camadas de drama e certamente uma noite de núpcias com sexo pouco inspirado.</p>
<p style="text-align: justify;">Teria sido o pretendente número dois a mexer os cordelinhos para que a miúda lhe viesse cair nos braços? Teriam as cartas ficado pelo caminho vítimas de um carteiro incompetente, um sistema de distribuição falhado ou à falta de coragem da noiva em dizer que ler lhe dava seca e preferia ver as imagens das fotonovelas eróticas suecas em que “membros latejantes túrgidos” exploravam regularmente “cavernas húmidas do amor”? Ou poderia ainda ser o noivo original a criar a situação, porque teria chegado à conclusão que a miúda era apenas uma sopeira de aldeia com falta de visão global e incapacidade de perceber raciocínios abstratos ou, pior, uma paixoneta pelo seu segundo sargento, um negro de Algés conhecido como o “<span style="color: #333333;">Pata de Cavalo”. </span></p>
<p style="text-align: justify;">Assim, do ponto de vista cinematográfico, a felpuda historieta que os Trio Odemira tecem no Anel de Noivado seria apenas o início de uma história que poderia muito bem seguir a estrutura de um Rashomon de Kurosawa, um entrecortado confuso e enganador como 21 Grams ou mesmo a já tradicional inversão total de Memento ou Irreversible. Meu Deus, as possibilidades são infinitas de criar algo com o que o Trio nos deu. Imaginem as sequências de combate em plena baixa de Bissau ou nas estepes do Huambo, a cena do lança chamas num machibombo superlotado, uma <em>dream sequence</em> lésbica quando o nosso herói estivesse sob a influência de morfina depois de quase ter perdido um braço num obus mal configurado, a oneliner final antes de arrancar a cabeça ao seu rival (segundo pretendente) com uma caçadeira de canos serrados à queima-roupa. Cheira-me mesmo a trilogia. Uma prequela, uma sequela. Quem sabe um spin-off ou mesmo uma série de TV das aventuras de uma equipa de profissionais dos CTT que contrabandeavam drogas para as linhas de combates e muitas vezes negligenciavam a distribuição na sua zona natal, o Alentejo.</p>
<p style="text-align: justify;">Posto isto podem-me chamar velhadas e antiquado. Mas se ser antiquado é gostar de ter os testículos acariciados no sentido dos ponteiro do relógio, então sim, confesso, sou um antiquado.Vá, façam lá a vossa mãe (ou avó se tiverem menos de 30 anos) feliz e dancem com a vossa amante imaginária ao som do mais subvalorizado hino da música nacional. Mas vistam ao menos umas calcinhas, porque isto não é Diapasão.</p>
<p>Para a semana: A musicalidade do leitão da bairrada.</p>
<p>&nbsp;<br />
<object width="425" height="349"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/WI65OUKhrac?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/v/WI65OUKhrac?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4301" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/20/loose-screws-1985/" title="Loose Screws (1985)">Loose Screws (1985)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/29/the-adventures-of-buckaroo-banzai-across-the-8th-dimension-1984/" title="The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)">The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/07/ninja-iii-the-domination-1984/" title="Ninja III: The Domination (1984) ">Ninja III: The Domination (1984) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/12/10/super-8-2011/" title="Super 8 (2011)">Super 8 (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/06/hot-tub-time-machine-2010/" title="Hot Tub Time Machine (2010) ">Hot Tub Time Machine (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/05/03/the-crazies-2010/" title="The Crazies (2010) ">The Crazies (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/23/kick-ass-2010/" title="Kick-Ass (2010) ">Kick-Ass (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/12/the-exorcist-1973/" title="The Exorcist (1973) ">The Exorcist (1973) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/18/anvil-the-story-of-anvil-2008/" title="Anvil! The Story of Anvil (2008) ">Anvil! The Story of Anvil (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/07/teen-wolf-1985/" title="Teen Wolf (1985)">Teen Wolf (1985)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>The Human Centipede (First Sequence) (2009)</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 22:19:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
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		<description><![CDATA[O sub-género do cinema de terror chamado torture porn vive tempos de expansão. Não é um estilo que goste, longe disso. Acho-o inutilmente excessivo, gratuito, exibicionista e vazio de mensagem ou narrativa. É o choque pelo choque, a tortura em lume brando, que não é nada de novo. A cada dez anos surge uma vaga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4241" title="the-human-centipede-first-sequence-3" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/02/the-human-centipede-first-sequence-3.jpg" alt="" width="425" height="239" /></p>
<p style="text-align: justify;">O sub-género do cinema de terror chamado torture porn vive tempos de expansão. Não é um estilo que goste, longe disso. Acho-o inutilmente excessivo, gratuito, exibicionista e vazio de mensagem ou narrativa. É o choque pelo choque, a tortura em lume brando, que não é nada de novo. A cada dez anos surge uma vaga desse cinema. Human Centipede é um filme que encaixa neste estilo, um filme que nasceu da especulação mediática dos sites e revistas da especialidade. E foi esta habitual desonestidade do hype que nos obrigou a vê-lo. Porque isto é mesmo assim, tínhamos que o ver. E a única conclusão a que chegamos é que Kevin Smith tinha razão em Clerks II: &#8220;<em>You never go ass to mouth!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4240"></span>Mas pronto, como no mesmíssimo Clerks II Rosario Dawson respondeu a esta questão com um apaixonado &#8220;<em>Sometimes, in the heat of the moment, it&#8217;s forgivable to go ass to mouth.</em>&#8220;, quem somos nós para não dar uma oportunidade a Human Centipede. Obviamente que acaba por ser tempo mal gasto, porque este filme não merece a nossa atenção, não merece que tiremos tempo para conviver com as pessoas que realmente amamos para o ver. Sim, porque eu nunca me atreveria a ver tal filme com alguém que ame.</p>
<p style="text-align: justify;">Então a narrativa é mais ou menos esta: um cientista louco rapta 3 pessoas para fazer uma centopeia humana. Ora, esta centopeia consiste em unir cirurgicamente a boca de uma pessoas ao recto da pessoa da frente, criando assim uma criatura com um sistema digestivo comum, o que significa que o segundo tem que comer o que o primeiro caga e o terceiro é um desgraçado que já nem isso apanha, mas pelo menos não lhe cozem uma boca no buraco do cu. E é isto. Depois eles tentam fugir, o cientista luta, aparecem pessoas que acham estranho, yada yada yada.</p>
<p style="text-align: justify;">Senti-me violado por esta porcaria de filme, apesar de não esperar nada de bom. Confesso, estava a pedi-las.  Como os acidentes na estrada, quando sabemos que algo horrível está no meio daquelas ambulâncias mas não conseguimos desviar o olhar. Espera-se uma continuação para este farsa idiótica com o subtítulo de &#8220;Full Sequence&#8221;. Felizmente consegui encontrar uma imagem de pré-produção para partilhar convosco.</p>
<p style="text-align: center;"><em>(clicar para ampliar)</em></p>
<div id="attachment_4243" class="wp-caption aligncenter" style="width: 435px"><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzAyLzMuanBn"><img class="size-medium wp-image-4243 " title="The Human Centipede - Full Sequence" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/02/3-425x283.jpg" alt="The Human Centipede - Full Sequence" width="425" height="283" /></a><p class="wp-caption-text">The Human Centipede - Full Sequence (pre-production shot)</p></div>
<p style="text-align: justify;">Especial atenção ao cão&#8230;</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4240" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/08/ninja-assassin-2009/" title="Ninja Assassin (2009)">Ninja Assassin (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/17/the-road-2009/" title="The Road (2009)">The Road (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/30/surrogates-2009/" title="Surrogates (2009)">Surrogates (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/29/dexter-season-4-comecou/" title="Dexter, Season 4. Começou&#8230;">Dexter, Season 4. Começou&#8230;</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/21/d%c3%b8d-sn%c3%b8-2009/" title="Død snø (2009) ">Død snø (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/17/babylon-a-d-2008/" title="Babylon A.D. (2008) ">Babylon A.D. (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/03/severance-2006/" title="Severance (2006)">Severance (2006)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/04/resident-evil-afterlife-3d-2010/" title="Resident Evil: Afterlife 3D (2010)">Resident Evil: Afterlife 3D (2010)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Babylon A.D. (2008)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 14:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3490" title="babylon" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/07/babylon.jpg" alt="" width="425" height="231" /></p>
<p style="text-align: justify;">Franceses, não se pode viver com eles, não se pode viver sem eles, não se pode amarra-los a uma pedra e manda-los para o fundo do mar mediterrânico. Apesar de pretensiosos e pouco afáveis, são exímios em queimar carros, comercializar improváveis queijos e fazer filmes com alguma substância. O que não é o caso deste filme que vos trago hoje, que apesar de vir de um talentoso Mathieu Kassovitz e financiado pelo poderio  Hollywoodiano, acabou por morrer na praia. Sem honra nem glória. Como um malabarista de motosserras atacado por Alzheimer fulminante.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2160"></span>Para que nos possamos já entender de início, Mathieu Kassovitz é o actor que faz do namoradito de Amelie Poulin e também o realizador da obra prima La Haine, do mediocre Les Rivières Pourpres e do decepcionante Gothika, onde não passou de um tarefeiro de questionável qualidade artística. E com este currículo que, não sendo brutalmente assombroso, não deixa ninguém indiferente apresentamos aquele que é um promessa do cinema francês há quase 20 anos e a sua incapacidade de descolar se deve ao facto de se ter despenhado ali entre Rivieres Pourpres e Gothika. Quando estas quedas acontecem em baixa altitude ninguém nota, o problema quando ocorre na sob as luzes da ribalta.</p>
<p style="text-align: justify;">Vin Diesel volta à ficção científica na habitual postura de semi-deus invencível com coração mole (quando se conhece melhor). Encarregue de uma missão hercúlea (lá está, semi-deus), Diesel terá que transportar uma rapariga da Rússia para a América. Numa sociedade distópica onde o absurdo e bizarro se juntam frequentemente ao selvagem e primal sem nunca perder o futurismo (material, filosófico e existencial) tudo parece acontecer para depois não desenvolver em nada de especial interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Babylon A.D. poderia ser um filme decente não tivesse sido encurtado à força pelos estúdios para caber no formato mais popularucho dos  89 minutinhos (com créditos finais). Não se sabe se foi a falta de mestria e capacidade de síntese de Kassovitz ou a habitual ganância corporativa que substitui frequentemente qualidade técnica e artística pela explosão em câmara lenta de edifícios que se fragmentam inexplicavelmente em unidades quase microscópicas. Mas o certo é que dá a ideia de estar a cumprir pena e, sobretudo, a arrastar-se no tempo.  E assim acontece&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Machete (2010)</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 12:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Chega ao fim mais um ano. Na minha lista de rascunhos procurei algo que estivesse pendurado injustamente. Pesco este Machete que mantive em banho maria por demasiado tempo. Não posso dizer que Machete seja a minha paixoneta cinematográfica do ano porque sou uma pessoa com grande dificuldade em demonstrar entusiasmo ou qualquer estado emocional que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4138" title="machete" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/10/machete_poster2.jpg" alt="" width="425" height="240" /></p>
<p style="text-align: justify;">Chega ao fim mais um ano. Na minha lista de rascunhos procurei algo que estivesse pendurado injustamente. Pesco este Machete que mantive em banho maria por demasiado tempo. Não posso dizer que Machete seja a minha paixoneta cinematográfica do ano porque sou uma pessoa com grande dificuldade em demonstrar entusiasmo ou qualquer estado emocional que requeira algum nível de euforia. Mas que Machete foi um belo filme de 2010, isso não podemos negar. Não será certamente uma mensagem inspiradora que possa criar benevolência e ondas universais de filantropia. Não. É apenas divertimento no seu estado mais puro. Mas atenção, não é divertimento para todos, é para quem o conseguir inserir no seu lugar. E também é o uso mais divertido de um intestino humano desde o Braindead de Peter Jackson em 1992 ou as filmagens de Tomás Taveira em 1989.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3870"></span>Para que se possa compreender Machete deve-se compreender primeiro o conceito de Grindhouse. Acho que já tinha abordado este assunto algumas vezes antes, mas na época de Internet em que toda a gente tem memória de passarinho nunca é demais realçar as coisas que queremos ver bem elucidadas. Ora portanto Grindhouse. Grindhouse é um termo impossível de compreender para um português ou outro qualquer habitante de um país fora dos Estados Unidos. Mas felizmente temos em Portugal a nossa própria versão de Grindhouse. Nos anos 80 e inícios dos anos 90 a indústria de distribuição de cinema era diferente do que é hoje. Havia dois tipos de salas de cinema. A primeira divisão, onde passavam as estreias e os filmes mais mainstream. Depois havia a segunda divisão que englobava as salas mais pequenas com filmes série B ou filmes mainstream com mais de 6 meses, as salas de bairro, o cinema itinerante de aldeia e as míticas salas de praia que ainda hoje persistem nalguns locais do país. Essa segunda divisão é o nosso Grindhouse. Normalmente sessão duplas, filmes que só eram exibidos um dia ou dois, cópias cortadas e mal tratadas, erros de projecção, cinematografias menos mediáticas, violência, terror e a sempre omnipresente pornografia depois da meia noite.</p>
<p style="text-align: justify;">É numa homenagem ao contexto descrito anteriormente que devemos ver Machete. Os elementos são desse tipo de cinema, os deliciosos detalhes copiados fielmente. Não se pode dizer que seja grande surpresa porque quem viu Planet Terror sabe que se há um mestre deste tipo de cinema, esse mestre é Robert Rodriguez. A fotografia, os planos, os clichés, as desnecessidades da violência gratuita, os goofs, os plot holes, o exagero, a preguiça narrativa contornada com acrobacias absurdas, sexo em barda de modo perfeitamente aleatório&#8230; Não falta nada aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o filme acaba e pensamos objectivamente no que acabamos de presenciar é impossível não pensar algo do género &#8220;<em>Como é que se consegue condensar tamanha quantidade de actores famosos, secundários de peso, argumento multithread em pouco mais de 90 minutos?</em>&#8220;. E de tal intensidade, fluxo de informação e passo acelerado que duas ou três visualizações extra não fazem mal a ninguém, com a vantagem de se descobrirem detalhes a cada vez que se (re-)vê. Danny Trejo vê-se assim, de repente, transformado num action hero de referência, num icon sexual do novo milénio e vem provar que quando é preciso matar e copular em larga escala sem perder de vista o objectivo da missão é necessário bem mais que uma carinha laroca.</p>
<p style="text-align: justify;">A galeria de actores é de uma beleza quase surreal. Não apenas na quantidade de nomes sonantes como no tipo de papel atípico que desempenham sob a batuta de Rodriguez (Eu também não gosto da metáfora da batuta, mas não me ocorreu mais nada que, sorry. Estão à vontade para destilar veneno nos comentários). Robert De Niro, irreconhecível político redneck vira-casacas com elevado instinto de sobrevivência. Jessica Alba, pouco mais que um belo rabo, cara laroca e uma boquinha marota, não me parece que tenha sido o casting ideal, mas como se trata de Grindhouse, passa&#8230; Steven Seagal, o mais denso cepo unidimensional no seu primeiro papel de bad guy. Priceless. Eu adorei-o pela primeira vez na vida. Aliás, deve ser o único filme com ele que vi mais de 3 minutos. Michelle Rodriguez como sempre muito bem no papel de bela musa da ultra-violência. Nem com um olho a menos perde piada. Ainda há lugar para Lindsay Lohan a fazer de si própria, Don Johnson também irreconhecível no papel de pulha genérico e toda uma gama de secundários de respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">É também interessante este aspecto de  dualidade absoluta dos personagens. Ou são bons e justos ou demoníacos. Mais ou menos com num episódio de Knight Rider ou McGyver. Não há espaço para tons de cinzento no universo sangrento de massacre. Nas sábias palavras de Yoda &#8220;Do or do not, there is no try!&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Concluindo que já se faz tarde, devo dizer que não estamos perante uma evolução no cinema moderno. Não estamos perante a nova &#8220;Next Big Thing&#8221; de Hollywood. Clássico instantâneo. Estamos perante um filme que é imensamente divertido e que para ser consumido em toda a sua glória teria que ser visto no cinema da Praia de Monte Gordo a meio do mês de Agosto ou, em alternativa, numa cópia de uma cópia em VHS, com fotocópia da capa a preto e branco (modo econofast). Ou Beta. Beta não era mal.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom 2011 para todos e que, no mínimo, não vejamos a nossa vida a andar para trás. Amo-vos a todos como irmãos. E não falo daqueles irmãos que o meu pai deixou no ultramar e que nunca conheci, mas sim de irmãos verdadeiros que nos fazem a vida um pouco mais colorida. Não colorido no sentido gay da expressão, mas no sentido de ajuste de saturação de um TV ou um monitor descalibrado.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3870" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/09/piranha-2010/" title="Piranha (2010)">Piranha (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/15/escape-from-new-york-1981/" title="Escape From New York (1981)">Escape From New York (1981)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/21/d%c3%b8d-sn%c3%b8-2009/" title="Død snø (2009) ">Død snø (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/01/uma-nova-heroina-para-filmes-de-accao/" title="As novas heroínas para o cinema de acção">As novas heroínas para o cinema de acção</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/25/eastern-promises-2007/" title="Eastern Promises (2007) ">Eastern Promises (2007) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/07/ninja-iii-the-domination-1984/" title="Ninja III: The Domination (1984) ">Ninja III: The Domination (1984) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/09/house-of-wax-2005/" title="House of Wax (2005)">House of Wax (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/19/crossed-banda-desenhada/" title="Crossed &#8211; Banda Desenhada">Crossed &#8211; Banda Desenhada</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/25/teenagers-from-mars-graphic-novel/" title="Teenagers From Mars &#8211; Graphic Novel">Teenagers From Mars &#8211; Graphic Novel</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/05/17/planet-terror-2007/" title="Planet Terror (2007) ">Planet Terror (2007) </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 22:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O género cinematográfico &#8220;alienígena escaganifobético&#8221; não é um exclusivo dos últimos anos. Cada época, cada cinematografia ou onda tendencial tem os seus exemplares. The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension é um delírio dos anos 80, uma obra de tão genial bizarria que não podemos evitar fazer constantemente a pergunta &#8220;Como é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4127" title="buckaroo6" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/12/buckaroo6.jpg" alt="" width="425" height="425" /></p>
<p style="text-align: justify;">O género cinematográfico &#8220;alienígena escaganifobético&#8221; não é um exclusivo dos últimos anos. Cada época, cada cinematografia ou onda tendencial tem os seus exemplares. The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension é um delírio dos anos 80, uma obra de tão genial bizarria que não podemos evitar fazer constantemente a pergunta &#8220;Como é que alguém autorizou tal coisa?&#8221;. Rock star, neurocirurgião, físico quântico, herói da banda desenhada e aventureiro. Apresento-vos Buckaroo Banzai, herói nipo-americano capaz de salvar o planeta Terra das garras dos demoníacos seres da oitava dimensão, todos chamados John.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4053"></span>Basta ver Jeff Goldblum vestido de cowboy de extremo garrido farfalhudo para perceber que não estamos perante um filme normal, mesmo para os canones alucinogénicos dos anos 80. Também não se pode dizer que seja um experimentalismo série Z, para encher prateleiras de clubes de vídeo ou passar em horas obscuras em canais de cabo. Nada disso. Buckaroo Banzai foi uma tentativa gorada de criar um novo tipo super-herói, um estilo mais &#8220;comic sem super-heróis&#8221;, num mix de acção com comédia de exageros, como foi este ano que passou Scott Pilgrim, por exemplo. Mas neste caso com chumaços para os ombros e bolas de espelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto de realce neste épico esquecido pelas areias do tempo é a invejável lista de actores. Ora vejamos; Peter Weller (Robocop, oh yeah!), John Lithgow (Supreme Commander), Jeff Goldblum ou ainda o mítico Christopher Lloyd (aka Doc Brown). Todos em inesquecíveis personagens, para o bem ou para o mal. É pena o argumento ser pobrezinho em conceito, porque realmente existe algum potencial num filme contenha a expressão &#8220;across the 8th dimension&#8221; no título.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou fazer uma coisa que não faço há algum tempo, um resumo livre. Ora vejamos&#8230; Buckaroo Banzai testa um novo sistema de navegação que permite, entre outras coisas, atravessar montanhas ou volumes de alta densidade sem haver contacto. O problema é que Banzai entra em contacto com umas criaturas malandrecas a meio de uma experiência. Está dado início ao plano dos agentes adormecidos dos maléficos malandrins da oitava dimensão, curiosamente todos chamados John. E quando o mundo está prestes a ceder à hegemonia alienígena, um extra-terrestre (rastafari) do mesmo planeta alia-se às temíveis hordes de Buckaroo Banzai  pela reconquista da liberdade planetária, numa batalha de proporções épica, onde as mais poderosas super-potências não podem fazer mais que assistir a Buckaroo distribuir bofetada em lombo alienígeno. Além disso temos uma criança de 12 anos a usar um metralhadora sem supervisão de um adulto, uma melancia misteriosa cuja utilidade não é nunca revelada e uma sequência de créditos finais de antologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom e se isto não vos convenceu, acho que nada nunca vos poderá convencer&#8230; Talvez esta secção de multimédia ajude. Já agora, se estiverem interessados em ver uma versão em HD sem terem que pagar, basta que tenham Zon. Está a passar incessantemente no canal MOV. Quando digo &#8220;sem terem que pagar&#8221; e &#8220;basta que tenham Zon&#8221; na mesma frase estou a cometer um erro que pode causar a implosão da realidade e a anulação de grande parte da Via Láctea perante o contacto de tanta anti-matéria.</p>
<p>Trailer:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="260" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0gNJ1z-ulB4?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="260" src="http://www.youtube.com/v/0gNJ1z-ulB4?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4129" title="buckaroo1" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/12/buckaroo1.jpg" alt="" width="410" height="240" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4130" title="buckaroo3" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/12/buckaroo3.jpg" alt="" width="406" height="312" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4132" title="buckaroo5" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/12/buckaroo5.jpg" alt="" width="425" height="239" /></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4053" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/07/ninja-iii-the-domination-1984/" title="Ninja III: The Domination (1984) ">Ninja III: The Domination (1984) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/13/porque-hoje-e-dia-do-pai-em-tatooine/" title="Porque hoje é dia do Pai em Tatooine">Porque hoje é dia do Pai em Tatooine</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/07/18/series-de-ficcao-cientifica-dos-anos-80/" title="Séries de Ficção Científica dos anos 80">Séries de Ficção Científica dos anos 80</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/05/o-anel-de-noivado/" title="O Anel de Noivado">O Anel de Noivado</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/01/2774/" title="4 saudosos elementos cinematográficos esquecidos">4 saudosos elementos cinematográficos esquecidos</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/18/anvil-the-story-of-anvil-2008/" title="Anvil! The Story of Anvil (2008) ">Anvil! The Story of Anvil (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/07/teen-wolf-1985/" title="Teen Wolf (1985)">Teen Wolf (1985)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/04/500-days-of-summer-2009/" title="(500) Days of Summer (2009) ">(500) Days of Summer (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/30/predator-1987/" title="Predator (1987)">Predator (1987)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/18/the-hitchhikers-guide-to-the-galaxy-2005/" title="The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) ">The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>La Horde (2009)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 12:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A honestidade é algo de se louvar nos dias que correm. E neste filme devemos honrar essa mesma qualidade, quando aos 7 minutos um dos protagonistas diz &#8220;Estamos aqui hoje para um banho de sangue!&#8221; seguido de uns créditos iniciais minimalistas ao estilo grindhouse. E é isso mesmo que temos, um banho de sangue à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4005" title="lahorde" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/11/lahorde.jpg" alt="" width="425" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">A honestidade é algo de se louvar nos dias que correm. E neste filme devemos honrar essa mesma qualidade, quando aos 7 minutos um dos protagonistas diz &#8220;<em>Estamos aqui hoje para um banho de sangue!</em>&#8221; seguido de uns créditos iniciais minimalistas ao estilo grindhouse. E é isso mesmo que temos, um banho de sangue à francesa. E quem tem seguido o cinema de terror francês nos últimos 5 anos sabe perfeitamente que não é nenhuma pêra doce, porque no que diz respeito a carnificina estes gauleses são loucos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4004"></span>Muito se tem filosofado acerca do subgénero do filme zombie. Ora, o filme zombie assenta em duas bases, a crítica social e  a estrutura narrativa. A crítica aponta sempre uma injustiça que pode ser representada sob a forma de metáfora nos próprios mortos vivos ou nalguma desequilíbrio social que é acentuado pela pandemia de mortos-vivos, neste caso os bairros sociais franceses e toda a polémica que daí adveio nos últimos anos com os queimadores de carros e paulada policial sortida em jovem lombo árabe. A estrutura narrativa pouco muda. No início o mundo é normal e as pessoas levam a sua vida mundana, segue-se uma artimanha narrativa para fazer aparecer a epidemia zombie do nada, um grupo de sobreviventes batalha zombies demasiado atarefado para tentar perceber a causa desta infecção, sobram 2 (ou 3 se houver sidekick) e quando a acalmia regressa à vida destes privilegiados humanos uma acontecimento final (quase de último frame) faz desabar todas as conquistas ou dá uma piscadela de olhos à continuação (ou sequela, como se diz agora).</p>
<p style="text-align: justify;">E La Horde não foge a esta fórmula, nem nenhum bom filme de zombies que se preze. O segredo do sucesso desta produção francesa está na aproximação ao tema, neste caso temos uma super equipa de polícias que aparece num bairro de subúrbio francês para capturar (e chacinar) uma quadrilha responsável pela morte de um colega. A intervenção corre mal e quando tudo parecia perdido para os polícias chegam os zombies obrigando inimigos a colaborar pela sobrevivência. Junte-se um personagem psicótico / excêntrico e temos receita para uma bela película de matança sanguinária.</p>
<p style="text-align: justify;">É um filme de orçamento contido, mas muito bem gerido. As criaturas das trevas estão bem caracterizadas, os cenários pintados a sangue dão um nefasto colorido e a caracterização da carne humana a ser maltratada é de classe superior. Tem falta de tiros na cabeça, é verdade, parece que os nossos protagonistas não sabem as regras básicas para desactivar correctamente um zombie, mas em contrapartida tem das mais belas coreografias de luta corpo a corpo entre vivos e mortos que alguma vez vi, e eu vi o Braindead. Nudez é algo que parece estar ausente, mas a personagem feminina exibe uns belos mamilos duros como aço, capazes de vazar um olho a quem se aproxime demasiado. Pouco mais podemos desejar num filme de zombies.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota:</strong> Mais uma vez chamo a atenção para o facto de este tipo de filme ser apenas para apreciadores. Não se forcem, não venham dizer que é pouco credível e que é violento demais ou que a violência é gratuita. Nós sabemos e é mesmo por isso que gostamos tanto. <em>Now let&#8217;s look at the traila</em>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="256" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/X8h17eDZuoA?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="256" src="http://www.youtube.com/v/X8h17eDZuoA?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4004" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/21/d%c3%b8d-sn%c3%b8-2009/" title="Død snø (2009) ">Død snø (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/21/cache-2005/" title="Caché (2005) ">Caché (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/04/02/mutants-trailer/" title="Mutants &#8211; Trailer">Mutants &#8211; Trailer</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2012/01/10/red-state-2011/" title="Red State (2011)">Red State (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/28/the-human-centipede-first-sequence-2009/" title="The Human Centipede (First Sequence) (2009)">The Human Centipede (First Sequence) (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/03/severance-2006/" title="Severance (2006)">Severance (2006)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/05/03/the-crazies-2010/" title="The Crazies (2010) ">The Crazies (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/20/kickass-el-gran-final-banda-desenhada/" title="Kickass &#8211; El Gran Final (Banda Desenhada)">Kickass &#8211; El Gran Final (Banda Desenhada)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/14/chronicles-of-wormwood-banda-desenhada/" title="Chronicles of Wormwood &#8211; Banda Desenhada">Chronicles of Wormwood &#8211; Banda Desenhada</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Piranha (2010)</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Oct 2010 13:47:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para terem uma ideia do que vou falar neste post, imaginem a cena inicial de &#8220;Saving Private Ryan&#8221;, mas em vez de nazis a receberem os aliados teríamos piranhas mutantes assassinas sedentas de carne, esfomeadas, capazes de desfazer um ser humano em 23 segundos. Aliás, em vez de soldados aliados imaginem gajas em bikini. Bikini [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3885" title="piranha3d" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/10/piranha3d.jpg" alt="" width="425" height="206" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para terem uma ideia do que vou falar neste post, imaginem a cena inicial de &#8220;Saving Private Ryan&#8221;, mas em vez de nazis a receberem os aliados teríamos piranhas mutantes assassinas sedentas de carne, esfomeadas, capazes de desfazer um ser humano em 23 segundos. Aliás, em vez de soldados aliados imaginem gajas em bikini. Bikini não, de maminhas ao léu e algumas com as reluzentes vaginas a receber directamente luz do sol. Metam umas pitadinhas de sexo, teenagers no cio, Elizabeth Shue (a MILF de serviço) rija como o aço&#8230; Mas a melhor razão para amar este filme é porque o James Cameron desaprovou. O dele (Piranha 2 de 1981) foi bem pior. Tem medo que dê mau nome ao 3D. Meus senhores, se o 3D tiver alguma utilidade, que duvido, é para ver gajas em pelota. Oscar, já!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3884"></span>Antes de continuar esta amena conversa de sábado à tarde, deixem-se só aqui enfiar um disclaimer à laia de &#8220;<em>Se não gostas de terror, gore, promiscuidade gratuita e conteúdos excessivamente sexualizados com nenhum intuito excepto, talvez, marketing, põe-te na alheta, ainda vais a tempo de ver o TOP + e aqueles programas que são a extensão das revistas cor-de-rosa em que as pessoas fingem ser felizes, não falam das dívidas nem das doenças venéreas que têm e só snifam coca quando desligam as câmaras.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: justify;">E desengane-se também quem achar que Piranha poderá ser o next big thing do cinema fantástico/terror, porque não é. Piranha é apenas uma elevada dose de diversão descontraída e brutais doses de desnecessária violência altamente surreal da escola de Eli  Roth. O estilo é delicioso e para quem não está familiarizado eu esquematizo muito rapidamente: é construída um cenário envolvendo um conjunto de pessoas num ambiente natural. Laços são criados, relações humanas nas suas mais diversas vertentes são talhadas. Uma situação imprevista floresce do nada e as prioridades mudam. Antes que os personagens se possam habituar à nova realidade, o realizador manda o argumento às urtigas e é sangue, tripas, morticínio e violência exagerada até ao final. As pessoas parecem ser feitas de papel reciclado ensopado em ketchup, tal a facilidade com que se desfazem. No fim não há final feliz, apenas um passo de matança acima do normal para um build up que pisca o olho à sequela, que em português se diz &#8220;continuação&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Tem lésbicas, o que é muito importante. Quem não gosta de lésbicas? Os homens adoram-nas e as mulheres heterosexuais que nunca provaram carpete passam a vida a imaginar como seria e numa situação de &#8220;<em>nunca ninguém irá saber</em>&#8221; + <em>álcool </em>aposto que nenhuma recusava uma prova oral no túnel do amor. Já que estamos num parágrafo de badalhoquice, há a acrescentar a cena mais aleatória e desnecessária alguma vez vista num filme, que é uma piranha a comer um pénis. No sentido literal, obviamente, porque no sentido figurado tenho a certeza que toda a gente já viu piranhas a comer pénis ou já viu mesmo o seu próprio pénis a ser comido por uma piranha. Isto para quem tem pénis, claro!</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não o vi em 3D. Também não paguei por ele, confesso. Digamos que ganhei um voucher na net. Provavelmente em 3D terá sido de cortar os pulsos, porque além da irritação dos óculos, a sensação de desembolsar dois euros e tal pela &#8220;<em>Taxa de Tanso porque é em 3D</em>&#8221; é semelhante a uma ida não planeada a um urologista de dedos gordos.</p>
<p style="text-align: justify;">Garanto-vos não o sentido da vida nem uma saída fácil para as vidas miseráveis que vocês levam (que certamente merecem), mas hora e meia de diversão no estado mais puro, aquele tipo de cinema que temos orgulho em adorar só porque aquele atrasado do Público diz ser &#8220;para mentecaptos com problemas em crescer&#8221;, a mesma descrição que o namorado dele faz cada vez que lhe olha para a gaita.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais razões para gostarem deste filme? Ok, o primeiro gajo a morrer é, nada mais nada menos que, Richard Dreyfuss. Esse mesmo. O homem que deu luta feroz ao Tubarão em 1975 nem se aguentou 3 minutos na cena inicial com meia dúzia de piranhas. Mais? Ok, quem é o cientista louco deste filme? Exacto&#8230; Christopher Lloyd, o mesmo que não precisa de estradas para onde vai.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica um video ainda mais glorioso em que o elenco de Piranha apela a uma nomeação para o Oscar. Também tem gajas, mas estão vestidas.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="253" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ijamBpVeXlQ?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="253" src="http://www.youtube.com/v/ijamBpVeXlQ?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3884" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/31/machete-2010/" title="Machete (2010)">Machete (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/07/ninja-iii-the-domination-1984/" title="Ninja III: The Domination (1984) ">Ninja III: The Domination (1984) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/09/kickass-1%c2%ba-trailer/" title="KickAss &#8211; Trailer">KickAss &#8211; Trailer</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/19/crossed-banda-desenhada/" title="Crossed &#8211; Banda Desenhada">Crossed &#8211; Banda Desenhada</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/04/kickass-teaser-trailer/" title="Kickass &#8211; Teaser Trailer">Kickass &#8211; Teaser Trailer</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/25/teenagers-from-mars-graphic-novel/" title="Teenagers From Mars &#8211; Graphic Novel">Teenagers From Mars &#8211; Graphic Novel</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/05/03/the-crazies-2010/" title="The Crazies (2010) ">The Crazies (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/25/eastern-promises-2007/" title="Eastern Promises (2007) ">Eastern Promises (2007) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/23/kick-ass-2010/" title="Kick-Ass (2010) ">Kick-Ass (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/02/the-spirit-2008/" title="The Spirit (2008)">The Spirit (2008)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Tideland (2005)</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Oct 2010 16:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nós, cinéfilos com experiência, já percebemos por várias ocasiões que ver um filme que gostamos nem sempre é sinónimo de entretenimento e tempo bem passado. Há filmes que se tornam inesquecíveis, que crescem dentro de nós pelo seu hiperealismo ou desconforto de determinada temática. &#8220;Idiotern&#8221; de LarsVon Trier ou &#8220;Martyrs&#8221; de Pascal Laugier são exemplos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3763" title="tideland" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/08/tideland.jpg" alt="" width="425" height="238" /></p>
<p style="text-align: justify;">Nós, cinéfilos com experiência, já percebemos por várias ocasiões que ver um filme que gostamos nem sempre é sinónimo de entretenimento e tempo bem passado. Há filmes que se tornam inesquecíveis, que crescem dentro de nós pelo seu hiperealismo ou desconforto de determinada temática. &#8220;Idiotern&#8221; de LarsVon Trier ou &#8220;Martyrs&#8221; de Pascal Laugier são exemplos disso mesmo que falei por aqui recentemente. Mas abordar  miséria humana, terrorismo, toxicodependência, abusos infantis, pedofilia, necrofilia e crueldade num tom de esperança e optimismo, só mesmo Terry Gilliam.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3735"></span>O mundo visto pelos olhos de uma criança tem sempre outro aspecto. Ninguém como as crianças para fazer limonada quando a vida dá melões. Tideland pega nesta deixa e leva-a além, muito além. Em certos pontos para além do limite do suportável. Pelos olhos de Jeliza-Rose, uma criança imaginativa interpretada pela imensamente talentosa Jodelle Ferland, vamos assistindo a uma sequência de desgraças tão devastadoras que precisamos de nos recordar frequentemente que aquilo é apenas um filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma filha de pais junkies é retirada à pressa de sua casa depois da sua mãe ter morrido com overdose. Acompanhada apenas por quatro bonecas, que são as amigas imaginárias com vertentes da sua própria personalidade, é arrastada pelo seu pai para uma casa abandonada no deserto. Pai, esse, que morre passado pouco tempo deixando a miúda à mercê do seu próprio destino e de alguns vizinhos que em nada se assemelham a qualquer conceito de normalidade que vocês possam ter, tirando aqueles que têm familiares em Trás-os-Montes ou para os lados de Sintra. Numa espiral de decadência e desespero avançamos até à conclusão que vê num acto devastador a única esperança que pode haver para a nossa heroína.</p>
<p style="text-align: justify;">Tideland é um filme muito difícil de ver, principalmente para aqueles entre nós que sejam providos de sentimentos. Eu garanto-vos que será um filme que ficará para sempre gravado no meu cérebro, para o bem ou para o mal. A cada cena, a cada plano somos forçados a ponderar se vale a pena. Mas vale. Porque de Gilliam vale sempre a pena (exceptuando o dos irmãos Grimm). A fotografia é fabulosa, o trabalho de câmara com aquelas grandes angulares e os planos pouco ortodoxos, o movimento mesmo em momentos de pausa. Tecnicamente é do melhor do mestre. Deixo-vos ficar com um video em que Gilliam se explica em relação a este filme, um acto que não é comum no mestre mas que foi necessário para conter alguns detractores mais inflamados.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow: hidden;">pedofilia, necrofilia,</div>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/aRcvDaw0WB4?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="340" src="http://www.youtube.com/v/aRcvDaw0WB4?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3735" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/03/07/sympathy-for-lady-vengeance-2005/" title="Sympathy for Lady Vengeance (2005) ">Sympathy for Lady Vengeance (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/02/26/a-history-of-violence-2005/" title="A History of Violence (2005)">A History of Violence (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/06/27/alien-apocalypse-2005/" title="Alien Apocalypse (2005)">Alien Apocalypse (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/22/the-imaginarium-of-doctor-parnassus-2009/" title="The Imaginarium of Doctor Parnassus (2009)">The Imaginarium of Doctor Parnassus (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/09/let-the-right-one-in-2008/" title="Let The Right One In (2008)">Let The Right One In (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/19/sex-sells-the-making-of-touche-2005/" title="Sex Sells: The Making of Touche (2005) ">Sex Sells: The Making of Touche (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/18/the-hitchhikers-guide-to-the-galaxy-2005/" title="The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) ">The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/08/05/santas-slay-2005/" title="Santa&#8217;s Slay (2005)">Santa&#8217;s Slay (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/27/the-fog-1980/" title="The Fog (1980)">The Fog (1980)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/15/escape-from-new-york-1981/" title="Escape From New York (1981)">Escape From New York (1981)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Inception (2010)</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 11:30:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já dizia Freud &#8220;Ama a tua mãe como a ti mesmo&#8221;, ao criar a associação entre os sonhos e a masturbação. Os sonhos, esse mistério da mente humana, tão banais quanto complexos. Todos os temos e, convenhamos, todos os analisamos. Desde as fantasias eróticas às premonições apocalípticas, os sonhos são o terreno mais fértil da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3714" title="inception" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/08/inception.jpg" alt="" width="392" height="185" /></p>
<p style="text-align: justify;">Já dizia Freud &#8220;Ama a tua mãe como a ti mesmo&#8221;, ao criar a associação entre os sonhos e a masturbação. Os sonhos, esse mistério da mente humana, tão banais quanto complexos. Todos os temos e, convenhamos, todos os analisamos. Desde as fantasias eróticas às premonições apocalípticas, os sonhos são o terreno mais fértil da mente. Nem é preciso nenhuma aptidão intelectual nem esforço, pelo contrário, basta adormecer. Inception é uma visita guiada a este maravilhoso mundo, aos seus níveis e sub-niveis, à negação das leis da física e do vale tudo. Christopher Nolan, o ilusionista de Hollywood, é o homem indicado para nos demonstrar a dinâmica dos devaneios da mente humana e como piratear as nossas memórias mais preciosas. Spoilers em barda, ficam já avisados.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3712"></span>Christopher Nolan, mais do que um simples realizador, é um engenheiro cinematográfico. Não se limita viver na bolha do auto-culto à espera que os espectadores bebam da sua arte e a amem. Também não é propriamente um tarefeiro. O que ele faz é uma hábil mistura de cinema inteligente, narrativas com substância, personagens complexas e depois embrulha tudo em fogo de artificio, efeitos especiais e todos os clichés do cinema de acção para garantir a aderência entre todas as classes demográficas de público, desde o labrego tunning do Fiat Punto azul até ao paneleiro do Jornal de Notícias que usa abundantemente a expressão &#8220;sinergia criativa&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Tecnicamente é um filme a roçar a perfeição. Não sei se terá o mesmo efeito ao ser visto numa televisão, porque o excesso de efeitos especiais costuma resultar mal ao ser transposto para DVD. Fotografia personalizada para os vários níveis, montagem adaptada ao nível de confusão /perturbação de cada ponto e a vertente sonoro perfeitamente sincronizada com o resto. Fez-me lembrar Insomniac, filme também do próprio Nolan, onde ele usava a fotografia e os movimentos de câmara para passar ao cinéfilo a sensação de ter insónias profundas. Nolan sabe usar estes recursos sabiamente para ajudar a contar uma história, apesar de toda a estratégia de marketing do filme se basear pesadamente na parte dos efeitos especiais (além do Leonardo, claro!).</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade não se trata de um filme complexo, é apenas um filme com muito conceito a ser disparado rapidamente, basta apenas estar com atenção para perceber. A inclusão de matérias psicológicas e psiquiátricas relacionada com os sonhos ajuda a compreender o meio em que os nossos personagens se movem, sejam verdades científicas ou apenas palha psicossomática. Não sei, não sou psicólogo. Pensei nisso, mas em boa hora mudei de ideias. Bom, elementos psico-somáticos à parte, é uma bela maneira de passar duas horas e meia.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas Nolan não faz apenas um filme para ver e esquecer, nada disso. Da escola de J.J. Abrams pede emprestado o conceito que é criar ambiguidades, múltiplas interpretações. Criar um frenesim offscreen, mesmo depois do filme ter acabado. Neste caso ficam algumas dúvidas e as teorias florescem como cogumelos em mata fértil num dia de orvalho outonal. Será tudo apenas um sonho do personagem principal? A cena final é convenientemente ambígua. Mas não há resposta para essa questão, porque é essa a intenção. Certamente que uma segunda visualização invocará elementos novos, ricos em teorias novas para o esfomeado paranóico que há em cada um de nós. É assim que se cria um culto.</p>
<p style="text-align: justify;">Leonardo DiCaprio parece ter sido feito para este tipo de papéis. Amargurado pela vida, em constantes batalhas existenciais, esposa morta por sua culpa. Pensando bem poderíamos estar perante o mesmo personagem de Shutter Island e até, com algum jeitinho, perante a sequela desse mesmo filme.</p>
<p style="text-align: justify;">A inclusão dos fantasmas emocionais está muito boa. A esposa, sob a forma de virus, de inimigo. Os níveis de consciência, sonhos dentro de sonhos, são temáticas que aprecio. No entanto na profundidade dos sonhos não se espelham os conceitos psicológicos inerentes a esses mesmos estados. Era de prever alguma diferenciação de nível para nível, mas parecem ser apenas mais sonhos genéricos. Apesar de um parecer um bocado fora de contexto, apreciei o nível da neve. Uma mistura do ambiente &#8220;Empire Strikes Back&#8221; com o raide rebelde de &#8220;Return of the Jedi&#8221; sem Ewoks.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas há coisas que não apreciei.O limbo! Um espaço de consciência partilhado? Não!!!&#8230; Daqui até ao esoterismo, misticismo e teorias New Age é um saltinho irritante. O uso abusivo de tiroteios, explosões e violência desnecessária demonstra que a única maneira de Nolan conseguir criar este filme foi ceder nesse campo e tornar o filme mais apetecível comercialmente com &#8220;tiros, bombas e murros nas trombas&#8221;. É perfeitamente idiota a segurança dos sonhos sob a forma de um exército particular. Além disso o revivalismo de Matrix também me deixou particularmente excitado.</p>
<p style="text-align: justify;">Provavelmente haveria muito mais para dizer, porque este filme merece uma abordagem mais profundo do que o habitual. Ou talvez seja essa a ilusão que Nolan criou e Inception seja na realidade um filme banal untado em banha de porco para dar um efeito mais profundo. Só uma segunda visualização no canal Hollywood daqui a 4 anos poderá decidir esta contenda. Até lá que não nos doam os dente&#8230;</p>
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		<title>Defendor (2009)</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 22:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Num festival de Verão no final dos anos 90 conheci duas voluptuosas lésbicas que primavam pela estética minimalista da pilosidade púbica e que após uma noitada de copos e farra me disseram em tom dengoso &#8220;Ah, se a tua namorada o permitisse ficávamos contigo para fazer coisas muuuuito marotas&#8221; e eu, tentando disfarçar uma erecção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3486" title="defendor" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/06/defendor.jpg" alt="" width="425" height="208" /></p>
<p style="text-align: justify;">Num festival de Verão no final dos anos 90 conheci duas voluptuosas lésbicas que primavam pela estética minimalista da pilosidade púbica e que após uma noitada de copos e farra me disseram em tom dengoso &#8220;<em>Ah, se a tua namorada o permitisse ficávamos contigo para fazer coisas muuuuito marotas</em>&#8221; e eu, tentando disfarçar uma erecção fulminante, respondi &#8220;S<em>e acrescentarem um cuspidor de fogo, dois anões malabaristas e um pónei sou capaz de aceitar a oferta</em>&#8220;. E depois acordei, com défice de sangue no cérebro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3337"></span>Ora se este filme tivesse um guião tão aprazível como o sonho que vos descrevi no parágrafo anterior, certamente que a minha reacção não iria ser tão violenta como aquela que estou prestes a ter. Eu sou grande fã de Woody Harrelson. Desde Cheers a Zombieland, passando por Natural Born Killers que acho ser uma actor muito peculiar de difícil substituição. Se alguém planeia fazer um filme protagonizado por Woody e ele não pode entrar devido a um qualquer problema, a solução é esperar ou usar o guião para limpar o rabinho porque sem Woody não será certamente a mesma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas depois temos este Defendor, um filme ao estilo Kick-Ass, mas num tom mais Forrest Gump, em que um atrasadinho mental com problemas de famílai por resolver decide matar uns mafiosos por achar que estes são vilões de comics. Onde é que eu já vi isto? Aparentemente tenho visto por todo lado nos últimos tempos. Desde que a primeira adaptações de comics decidiram deixar de lado os heróis de borracha negra e fazer o crossover como nosso mundo real.</p>
<p style="text-align: justify;">Podia ser uma boa comédia. Podia até ter um final carinhoso e moral. Mas é apenas um churrilho de lamúrias idiotas, uma aula de catequese em que se explica que mesmo sofrendo uma vida de agruras insuportáveis e injustas, as acções de um homem  justo e ligeiramente retardado podem mudar o planeta. É uma adaptação bíblica ao género dos super-herois homemade.</p>
<p style="text-align: justify;">Custou-me tanto ver este filme, sempre na esperança que pudesse mudar para melhor. E nada. Nunca mudou. Nunca mudam, diga-se de passagem. Se até aos 20 minutos são uma bela merda, uma bela merda acabarão por ser no fim.</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3337" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/08/ninja-assassin-2009/" title="Ninja Assassin (2009)">Ninja Assassin (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/06/adventures-on-the-planet-of-the-apes-adaptacao-do-filme/" title=" Adventures On The Planet Of The Apes &#8211; Adaptação do filme"> Adventures On The Planet Of The Apes &#8211; Adaptação do filme</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/23/final-destination-4-2009/" title="Final Destination 4 (2009)">Final Destination 4 (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/30/surrogates-2009/" title="Surrogates (2009)">Surrogates (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/08/18/g-i-joe-the-rise-of-cobra-2009/" title="G.I. Joe: The Rise of Cobra (2009)">G.I. Joe: The Rise of Cobra (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/05/04/o-contrato-2009/" title="O Contrato (2009)">O Contrato (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/28/the-human-centipede-first-sequence-2009/" title="The Human Centipede (First Sequence) (2009)">The Human Centipede (First Sequence) (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/09/macgruber-2010/" title="MacGruber (2010) ">MacGruber (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/28/100volta-200/" title="100volta (200?)">100volta (200?)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/22/top-5-filmes-famosos-que-nao-valem-uma-merda/" title="Top 5 &#8220;filmes famosos que não valem uma merda&#8221;">Top 5 &#8220;filmes famosos que não valem uma merda&#8221;</a></li></ul>]]></content:encoded>
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