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	<title>CinemaXunga &#187; francês</title>
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		<title>Rubber (2010)</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jun 2011 16:14:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzA2L3J1YmJlcl9mYW50YXN0aWNfZmVzdF9pbWFnZS5qcGc="><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="rubber_fantastic_fest_image" border="0" alt="rubber_fantastic_fest_image" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/06/rubber_fantastic_fest_image_thumb.jpg" width="425" height="239" /></a></p>
<p align="justify">Há coisas que não fazem sentido. Usar a expressão “email de casa” para definir uma conta de correio electrónico que pode ser acedida em qualquer parte do mundo é uma dessas coisas. Roupa para cão, gravatas, distribuidores automáticos de tostas mistas, strapons, double dongs e religião. E podia continuar o resto do dia. No entanto aprendemos a conviver com elas e se para nós já é normal ver um filme como Pretty Woman em que uma puta de rua, cheia de Sida, se transforma numa princesa ao encontrar o amor sob a forma de um abastado cavalheiro que não interessa pelo seu passado, porque não acreditar que um pneu pode ganhar vida com poderes telepáticos com o intuito de ser um serial killer?</p>
<p><span id="more-4360"></span>
<p align="justify">Suspension of Disbelief é um conceito ao qual Hollywood se parece ter agarrado ultimamente, como a última esperança de um leproso moribundo. O que é, afinal, essa Suspension of Disbelief? Bem, é apenas um nome finório (sem tradução feliz para português) para o mecanismo mental que usamos quando assistimos (ou lemos) obras de ficção. O nosso cérebro tem que colocar todos os seus conceitos de lógica e realidade de parte para que possamos apreciar coisas que sabemos de antemão serem impossíveis, como pessoas a voar, civilizações extraterrestres ou os discursos de campanha eleitoral. É um processo natural que só tem nome porque as pessoas têm que se entreter com qualquer coisa. Mas quando estreou o último Indiana Jones toda a gente reagiu como se deve reagir a um filme daqueles, com a fúria de mil demónios. Então, como que por magia, todos os sites, foruns, blogs e redes sociais foram invadidos por Marias Amélias feridos porque não há direito que falem assim do filme porque temos que fazer o tal processo de Suspension of Disbelief . E de repente um processo mental involuntário passou a ser considerado uma habilidade, algo que precisamos estudar e responder a perguntas complicadas para provar que sabemos perfeitamente separar o abstrato do concreto, o real do imaginário, que não somos burros nenhuns. E para provar que não somos burros vamos até prescindir do sentido de humor para não haver cá confusões.</p>
<p align="justify">Voltando a Rubber. Um filme que fala num pneu serial killer que tem poderes de telecinese e obsessão sexual por uma rapariga pode ser considerado uma idiotice sem sentido que certamente se revelará numa perda de tempo. Mas o certo é que nada está mais longe da verdade do que dizer que Rubber é reles, simplório e idiota. O filme é uma obra de puro artesanato cinematográfico, um brain child de Quentin Dupieux. </p>
<p align="justify">Começa com um monólogo para meter todo o cinema que chamamos de “qualidade” em perspectiva, para que percebamos que determinado assunto não tem necessariamente que fazer sentido para que possamos apreciar a sua abordagem num filme. Depois o filme tem a sua própria audiência dentro do próprio filme que chama a atenção para o nível de surrealismo, sendo esse próprio artefacto surreal. Gera-se ali uma cadeia de ação, reação, uma experiência científica que não pode funcionar por estar manipulada, uma caldeirada deliciosa que nos faz repensar toda o o cinema, toda a dinâmica narrativa e os seus artefactos desde o início dos tempos até ontem à tarde. O pneu assassino é apenas um subterfúgio, um veículo, para criticar toda a indústria cinematográfica, a comunidade cinéfila e até uma elevada dose de autocrítica. Tudo isto no meio do mais sóbrio minimalismo.</p>
<p align="justify">Tecnicamente é um filme bem decente, com fotografia de qualidade&#160; e um trabalho exemplar ao nível dos locais de filmagem. Os actores não são top notch, mas neste caso é justificada essa opção. O gore é de qualidade e em abundância, e com isto sei que vou convencer meia dúzia.</p>
<p align="justify">E funciona? Tem os seus pontos altos e os seus fracassos. Eu acho não ser necessário ser tão óbvio em relação a certas questões, como que a fazer o possível para que as pessoas percebam a mensagem. Mas gostei, é um filme em contraciclo com tudo o que se tem visto por aqui, um ovni escaganifobético, um filme que pode muito bem tornar-se um clássico, dependendo da gestão que Quentin Dupieux faça da sua carreira. E da sorte, claro.</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4360" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/13/the-ward-2010/" title="The Ward (2010)">The Ward (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/22/gozu-aka-gokudo-kyofu-dai-gekijo-2003/" title="GOZU aka Gokudô kyôfu dai-gekijô (2003)">GOZU aka Gokudô kyôfu dai-gekijô (2003)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/21/dead-meat-2004/" title="Dead Meat (2004) ">Dead Meat (2004) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/11/14/apollo-18-2011/" title="Apollo 18 (2011)">Apollo 18 (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/09/the-man-from-earth-2007/" title="The Man from Earth (2007)">The Man from Earth (2007)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/05/26/bubba-ho-tep-2002/" title="Bubba Ho-Tep (2002)">Bubba Ho-Tep (2002)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/13/hobo-with-a-shotgun-2011/" title="Hobo with a Shotgun (2011)">Hobo with a Shotgun (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/21/d%c3%b8d-sn%c3%b8-2009/" title="Død snø (2009) ">Død snø (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/01/18/videodrome-1983/" title="Videodrome (1983)">Videodrome (1983)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Babylon A.D. (2008)</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 14:31:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3490" title="babylon" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/07/babylon.jpg" alt="" width="425" height="231" /></p>
<p style="text-align: justify;">Franceses, não se pode viver com eles, não se pode viver sem eles, não se pode amarra-los a uma pedra e manda-los para o fundo do mar mediterrânico. Apesar de pretensiosos e pouco afáveis, são exímios em queimar carros, comercializar improváveis queijos e fazer filmes com alguma substância. O que não é o caso deste filme que vos trago hoje, que apesar de vir de um talentoso Mathieu Kassovitz e financiado pelo poderio  Hollywoodiano, acabou por morrer na praia. Sem honra nem glória. Como um malabarista de motosserras atacado por Alzheimer fulminante.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2160"></span>Para que nos possamos já entender de início, Mathieu Kassovitz é o actor que faz do namoradito de Amelie Poulin e também o realizador da obra prima La Haine, do mediocre Les Rivières Pourpres e do decepcionante Gothika, onde não passou de um tarefeiro de questionável qualidade artística. E com este currículo que, não sendo brutalmente assombroso, não deixa ninguém indiferente apresentamos aquele que é um promessa do cinema francês há quase 20 anos e a sua incapacidade de descolar se deve ao facto de se ter despenhado ali entre Rivieres Pourpres e Gothika. Quando estas quedas acontecem em baixa altitude ninguém nota, o problema quando ocorre na sob as luzes da ribalta.</p>
<p style="text-align: justify;">Vin Diesel volta à ficção científica na habitual postura de semi-deus invencível com coração mole (quando se conhece melhor). Encarregue de uma missão hercúlea (lá está, semi-deus), Diesel terá que transportar uma rapariga da Rússia para a América. Numa sociedade distópica onde o absurdo e bizarro se juntam frequentemente ao selvagem e primal sem nunca perder o futurismo (material, filosófico e existencial) tudo parece acontecer para depois não desenvolver em nada de especial interesse.</p>
<p style="text-align: justify;">Babylon A.D. poderia ser um filme decente não tivesse sido encurtado à força pelos estúdios para caber no formato mais popularucho dos  89 minutinhos (com créditos finais). Não se sabe se foi a falta de mestria e capacidade de síntese de Kassovitz ou a habitual ganância corporativa que substitui frequentemente qualidade técnica e artística pela explosão em câmara lenta de edifícios que se fragmentam inexplicavelmente em unidades quase microscópicas. Mas o certo é que dá a ideia de estar a cumprir pena e, sobretudo, a arrastar-se no tempo.  E assim acontece&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Caché (2005)</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 12:01:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4032" title="cache" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/11/cache.jpg" alt="" width="425" height="206" /></p>
<p style="text-align: justify;">Ora aqui está um filme bem distorcido, destilado pela visão peculiar de Michael Haneke, com todos as características perturbadoras que nos tem habituado. Caché começa por se apresentar como um filme acerca de um mistério que poderá envolver drama, vertente policial e o eventual twist da praxe para acabar. No entanto Haneke sabe usar as ideias pré-concebidas e boçais do cinema actual para nos levar, quais crianças atrás do pai natal, até à terrivel verdade, escondida e silenciada para bem do conforto da sociedade ocidental civilizada de corpo dormente e cabeça escondida na areia.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4031"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Caché começa por revelar a fragilidade e superficialidade (de aparente felicidade) de uma relação de um casal que podia ser qualquer casal parisiense. O elemento da ameaça desconhecida é apresentado sob a forma de simples cassetes de video acompanhadas de desenhos bem inspirados (eu comprava um t-shirt com eles). Perante o desconhecido e a ameaça do desenterrar de segredos (sempre escondidos para o cinéfilo), o casal começa a implodir, tentando procurar as causas interiormente, sempre mantendo a fachada de felicidade e prosperidade. No entanto, quando a relação colapsa, a procura vira-se para o exterior, procurando alvos fáceis e débeis, os àrabes, que neste caso é só um, mas que bem podiam ser todos. A desresponsabilização ocidental chega a níveis perturbadores, desconfortáveis e bastante pungentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na realidade, Haneke sabe-nos manipular magistralmente. Constrói a sua obra através de camadas, sendo que o argumento do filme é apenas uma encapsulação de uma situação social complicada em França. A família francesa acaba por ser a França e o pobre emigrante àrabe acaba por ser toda a comunidade. Em causa está ainda o massacre de 200 argelinos numa manifestação em 1968 (???) e a maneira como a França reagiu fazendo-o desaparecer misteriosamente da sua consciência social.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a nossa visão perante o filme for puramente a busca pelo misterioso cameraman acabamos por ter um decepção, no entanto se escavarmos o significado político do filme, é um murro no estômago. Não o é por ser uma situação que ninguém conheça, mas sim por levantar uma questão que toda a gente faz questão em ignorar para bem da continuação no nosso próspero modo de vida. Ainda a destacar a cena final que poderá ser para os mais simplistas uma questão de revelar quem manda as cassetes, enquanto que, em termos políticos, poderá ser uma esperança num mundo melhor ou um mundo pior, consoante a vosso alinhamento no espectro político / social.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4031" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/21/d%c3%b8d-sn%c3%b8-2009/" title="Død snø (2009) ">Død snø (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/03/severance-2006/" title="Severance (2006)">Severance (2006)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/10/v-for-vendetta-2005/" title="V for Vendetta (2005) ">V for Vendetta (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/21/el-orfanato-2007/" title="El orfanato (2007) ">El orfanato (2007) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/19/martyrs-2008/" title="Martyrs (2008)">Martyrs (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/09/house-of-wax-2005/" title="House of Wax (2005)">House of Wax (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2012/01/10/red-state-2011/" title="Red State (2011)">Red State (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/22/escape-from-la-1996/" title="Escape From LA (1996)">Escape From LA (1996)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>La Horde (2009)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 12:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A honestidade é algo de se louvar nos dias que correm. E neste filme devemos honrar essa mesma qualidade, quando aos 7 minutos um dos protagonistas diz &#8220;Estamos aqui hoje para um banho de sangue!&#8221; seguido de uns créditos iniciais minimalistas ao estilo grindhouse. E é isso mesmo que temos, um banho de sangue à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4005" title="lahorde" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/11/lahorde.jpg" alt="" width="425" height="225" /></p>
<p style="text-align: justify;">A honestidade é algo de se louvar nos dias que correm. E neste filme devemos honrar essa mesma qualidade, quando aos 7 minutos um dos protagonistas diz &#8220;<em>Estamos aqui hoje para um banho de sangue!</em>&#8221; seguido de uns créditos iniciais minimalistas ao estilo grindhouse. E é isso mesmo que temos, um banho de sangue à francesa. E quem tem seguido o cinema de terror francês nos últimos 5 anos sabe perfeitamente que não é nenhuma pêra doce, porque no que diz respeito a carnificina estes gauleses são loucos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4004"></span>Muito se tem filosofado acerca do subgénero do filme zombie. Ora, o filme zombie assenta em duas bases, a crítica social e  a estrutura narrativa. A crítica aponta sempre uma injustiça que pode ser representada sob a forma de metáfora nos próprios mortos vivos ou nalguma desequilíbrio social que é acentuado pela pandemia de mortos-vivos, neste caso os bairros sociais franceses e toda a polémica que daí adveio nos últimos anos com os queimadores de carros e paulada policial sortida em jovem lombo árabe. A estrutura narrativa pouco muda. No início o mundo é normal e as pessoas levam a sua vida mundana, segue-se uma artimanha narrativa para fazer aparecer a epidemia zombie do nada, um grupo de sobreviventes batalha zombies demasiado atarefado para tentar perceber a causa desta infecção, sobram 2 (ou 3 se houver sidekick) e quando a acalmia regressa à vida destes privilegiados humanos uma acontecimento final (quase de último frame) faz desabar todas as conquistas ou dá uma piscadela de olhos à continuação (ou sequela, como se diz agora).</p>
<p style="text-align: justify;">E La Horde não foge a esta fórmula, nem nenhum bom filme de zombies que se preze. O segredo do sucesso desta produção francesa está na aproximação ao tema, neste caso temos uma super equipa de polícias que aparece num bairro de subúrbio francês para capturar (e chacinar) uma quadrilha responsável pela morte de um colega. A intervenção corre mal e quando tudo parecia perdido para os polícias chegam os zombies obrigando inimigos a colaborar pela sobrevivência. Junte-se um personagem psicótico / excêntrico e temos receita para uma bela película de matança sanguinária.</p>
<p style="text-align: justify;">É um filme de orçamento contido, mas muito bem gerido. As criaturas das trevas estão bem caracterizadas, os cenários pintados a sangue dão um nefasto colorido e a caracterização da carne humana a ser maltratada é de classe superior. Tem falta de tiros na cabeça, é verdade, parece que os nossos protagonistas não sabem as regras básicas para desactivar correctamente um zombie, mas em contrapartida tem das mais belas coreografias de luta corpo a corpo entre vivos e mortos que alguma vez vi, e eu vi o Braindead. Nudez é algo que parece estar ausente, mas a personagem feminina exibe uns belos mamilos duros como aço, capazes de vazar um olho a quem se aproxime demasiado. Pouco mais podemos desejar num filme de zombies.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota:</strong> Mais uma vez chamo a atenção para o facto de este tipo de filme ser apenas para apreciadores. Não se forcem, não venham dizer que é pouco credível e que é violento demais ou que a violência é gratuita. Nós sabemos e é mesmo por isso que gostamos tanto. <em>Now let&#8217;s look at the traila</em>:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="256" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/X8h17eDZuoA?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="256" src="http://www.youtube.com/v/X8h17eDZuoA?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Le code a changé (2009)</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Oct 2010 08:44:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3826" title="lecodeachange" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/09/lecodeachange.jpg" alt="" width="425" height="317" /></p>
<p style="text-align: justify;">Hoje falamos de cinema francês. Não daqueles antigos filmes francófonos, das gajas de mamas pequenas em tronco nu, no Louvre de cigarro na mão, a recitar Baudelaire e a fazer mamadas. Hoje falamos num daqueles filmes franceses que são um misto de comédia de situação com drama existencial, que vive de uma aparente promiscuidade e no final parece acabar em lição de moral, mas uma cena extra transforma a mensagem na mais aterradora badalhoquice. Estão a perceber? Claro que não. Afinal quem é que lê críticas de filmes franceses?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3801"></span>O cinema francês tem dificuldade em penetrar no mercado nacional. Mais por culpa do preconceito, porque as pessoas acham &#8220;estranho&#8221; ver um filme que não seja falado em inglês. Ou melhor ainda, acham estranho um filme que não seja falado em inglês de sotaque americano. É comum alguém dizer que não vê filmes franceses porque não aguenta ouvir a língua. Mas filmes de sucesso como Amélie ou a afamada festa do cinema francês, que tem a sua 11ª edição à porta, vieram ajudar à reputação da cinematografia destes repelentes de ciganos. Mas isto não quer necessariamente dizer que haja mais gente a ver cinema francês, há apenas menos gente a dizer que detesta porque começa a parecer mal e inculto.</p>
<p style="text-align: justify;">Le Code à Change é a história de um jantar no apartamento de um casal, com um grupo de pessoas que não se conhece entre si, apenas os anfitriões são amigos comuns. Escusado será dizer que todos os casais e pessoas sem par sofrem de uma ou outra perturbação emocional mascarada socialmente, como na vida real, diga-se em abono da verdade. A meio do filme temos um flashforward de um ano onde a realidade daquela gente parece ter sido radicalmente alterada pelos eventos daquele jantar. De volta ao jantar tudo será explicado. Nenhuma gaja mostra as mamas e mas mamadas são todas offscreen.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambiente tipicamente francês, que feitas as devidas traduções culturais acaba por ser mais ou menos como o nosso, tirando o excesso de queijo e as decorações à Luis XIV, é um filme leve sem grandes ambições culturais, mas que se vê bem como substituto de &#8220;comédia romântica&#8221; americana. O objectivo poderá ser o mesmo, mas aqui temos mais densidade, mais narrativas paralelas e artifícios narrativos não-lineares, o que a torna diferente dos comuns filmes de gaja.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é uma obra prima, mas também não me matou. Vi acompanhado com a minha esposa o que acaba por alterar a percepção da experiência de ver um filme. Se estivesse sozinho teria parado aos 3 minutos e teria colocado qualquer coisa com cabeças decepadas na cena inicial ou ficção científica dos anos 60. O mais provável seria mesmo porno&#8230;</p>
<p><!--more--></p>
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		<title>Mutants (2009)</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 23:04:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os franceses iniciaram há uns anos uma nova vertente do cinema de terror hiper-realista de violência extrema, em que se colocam situações de fácil identificação para quem os vê. O último de que aqui falei foi Martyrs (2008). São filmes que fogem aos clichés do típico slasher, zombie, casa assombrada, gore e quando damos por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3288" title="mutants" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/05/mutants.jpg" alt="" width="425" height="235" /></p>
<p style="text-align: justify;">Os franceses iniciaram há uns anos uma nova vertente do cinema de terror hiper-realista de violência extrema, em que se colocam situações de fácil identificação para quem os vê. O último de que aqui falei foi Martyrs (2008). São filmes que fogem aos clichés do típico slasher, zombie, casa assombrada, gore e quando damos por ela já não há espacinho nem para colocar um quadro com tanto sangue. Mas numa linha de contínuo sucesso há-de chegar o dia em que se meta um pé na merda e se crie um produto profundamente desinteressante, com a utilidade de um acordeonista em chamas.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3289"></span>Muitas pessoas que me ouvem falar ficam com a ideia de que filmes de zombies são sempre bons e basta haver a palavra &#8220;morto vivo&#8221; no guião para garantir a este escriba 90 minutos de delírio cinematográfico. Mas nada poderia estar mais longe da verdade. Todos aqueles que, como eu, seguem o underground do cinema de terror percebem que saem semanalmente toneladas de filmes de zombies (entre outro sub-géneros) a metro, com belas capas de DVD e posters, mas com conteúdos que desconheço completamente porque não os vejo. Nem me arrependo, porque nos meus quase 30 anos de cinéfilo (comecei a contar aos 8 ) aprendi a cheirar sub-produtos à distância. Nos anos 80 eram os filme de ninjas, samurais e pós-apocalípticos, nos anos 90 os art-house pretenciosos e os viciados em twists e nos anos 00 (zero) temos os sucedâneos e os clones de terror. Normalmente são 5 ou 6 pessoas numa casa, molho de tomate e maquilhagem de carnaval.</p>
<p style="text-align: justify;">Aqui neste Mutants temos um casal que foge de um bando de zombies esfomeados. Nos primeiros 10 minutos correm desenfreadamente à frente de uma câmara à qual foi aparentemente removido o estabilizador de imagem, e mesmo quando estamos prestes a vomitar o jantar devido ao enjoo de movimento provocado pela filmagem, eis que o casal sobrevivente entra num hospital deserto. Silêncio&#8230; De repente descobre-se que o noivo está infectado pela ruindade zombófila e até ao fim temos a namoradinha a carpir lamúrias de saudade &#8220;<em>Ai que o meu amor foi-se para o lado dos nefastos comedores de cérebro</em>&#8220;, &#8220;<em>matar-te-ei ou deixar-te-ei sobreviver numa jaula ferrugenta até definhares à míngua de tecido encefálico?</em>&#8221; ou mesmo &#8220;<em>Curioso, após meses de ter abdicado da minha higiene feminina para evitar ser comida por bandos de zombies assassinos ainda não me nasceram pêlos nos sovacos&#8230;</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">Miguel Esteves Cardoso pode estar gordo que nem um maço, mas resumiu num título o que este filme teve dificuldade em dizer nos seus 90 minutos de duração: O Amor é Fodido! E posto isto seguem os avisos da praxe: afastem-se deste, vejam outro. Se for mau, avisem-me a mim que eu passo a outro. E assim dividimos o sofrimento entre todos e não custa nada. Ah, e meninas, se fosse eu a vocês tratava já da depilação definitiva, não vá dar-se o caso de serem das únicas sobreviventes de um Apocalipse Global e depois terem que tomar banho em riachos e lagoas à frente de toda a gente com um &#8220;castanheiro negro&#8221; pendurado no baixo ventre.</p>
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		<title>Micmacs à tire-larigot (2009)</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Apr 2010 14:28:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se eu vos disser que vou falar novamente de um filme francês que gostei, o mais certo é que só veja a vossa forma em fumo no espaço antes ocupado pelo vosso corpo e um intenso cheiro a borracha queimada provocado por um arranque rápido em direcção a um destino menos enfadonho. Mas se vos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3125" title="micmacs" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/04/micmacs.jpg" alt="" width="425" height="239" /></p>
<p style="text-align: justify;">Se eu vos disser que vou falar novamente de um filme francês que gostei, o mais certo é que só veja a vossa forma em fumo no espaço antes ocupado pelo vosso corpo e um intenso cheiro a borracha queimada provocado por um arranque rápido em direcção a um destino menos enfadonho. Mas se vos disser que este é o novo filme de Jean-Pierre Jeunet? O mestre por detrás de Delicatessen e La cité des enfants perdus que conheceu a fama e glória com Le fabuleux destin d&#8217;Amélie Poulain e o famigerado Alien: Resurrection?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3122"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Um grupo de sem-abrigo sui generis a viver numa comunidade (ainda mais sui generis) empreende uma batalha de contornos homéricos contra duas companhias multinacionais de armas. Usando tácticas de guerrilha e os habituais artefactos imaginativos do universo Jeunet, o grupo acaba por ter algum sucesso no empreendimento. A fazer lembrar um Oceans 11 steampunk, onde cada pessoa tem a sua especialidade e função.</p>
<p style="text-align: justify;">O título Micmacs à tire-larigot é, provavelmente, o calcanhar de Aquiles da nova produção do mestre Jeunet. Eu estou a escrever e fiz copy -paste, mas era incapaz de dizer tal título em voz alta sob o risco de soar a &#8220;Um conjunto de alicates que o meu primo cagou&#8221;. Mas tirando este impronunciável título com um significado ainda mais críptico, esta é uma obra com a habitual qualidade Jeunet. Um impressionante detalhe em que todos os elementos do ecran contam uma história, uma infinidade de referências a obras anteriores, uma galeria de personagens com uma especificidade muito particular, uma fotografia de tons sépia com o uso e abuso de planos de oblíquos em grande angular. É um filme bastante estilizado, tanto na construção de cenários, cenas e planos, como na própria componente cénica e representação.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Fiquei completamente estupefacto por ter tido acesso a um DVD do novo filme de Jeunet de um filme que estreou em Outubro, e que entre nós nem a uma notícia de rodapé teve direito. Corrijam-me se estiver enganado, mas não se prevê nenhum tipo de lançamento em território nacional. Mas eu tenho uma ideia que pode facilmente implantar este filme em território nacional. Dar-lhe o título tuga de &#8220;A Quadrilha do Amor &#8211; Um assalto do caraças&#8230;&#8221; com o subtítulo &#8220;<em>Do realizador de Fabuloso Destino de Amelie Poulain, agora com mais acção. É sempre a abrir&#8230;</em>&#8220;.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="265" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CYVGkjgNEU8&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="265" src="http://www.youtube.com/v/CYVGkjgNEU8&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3122" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/21/cache-2005/" title="Caché (2005) ">Caché (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/01/le-code-a-change-2009/" title="Le code a changé (2009) ">Le code a changé (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/08/ne-le-dis-a-personne-2006/" title=" Ne le dis à personne (2006) "> Ne le dis à personne (2006) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/06/09/rubber-2010/" title="Rubber (2010)">Rubber (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/28/the-human-centipede-first-sequence-2009/" title="The Human Centipede (First Sequence) (2009)">The Human Centipede (First Sequence) (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/21/d%c3%b8d-sn%c3%b8-2009/" title="Død snø (2009) ">Død snø (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/17/babylon-a-d-2008/" title="Babylon A.D. (2008) ">Babylon A.D. (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/05/the-girl-with-the-dragon-tattoo-2009/" title="The Girl with the Dragon Tattoo (2009) ">The Girl with the Dragon Tattoo (2009) </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Ne le dis à personne (2006)</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 11:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3110" title="tellnoone" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/03/tellnoone.jpg" alt="" width="425" height="249" /></p>
<p style="text-align: justify;">O thriller, enquanto policial obscuro quase a roçar a ténue fronteira com o filme de terror ou paranormal, está a definhar. Uma tendência popularizada por Hitchcock e eleita ocasionalmente por realizadores competentes para exercícios de estilo, saudosismos ou para contar uma história com mais densidade do que é previsível num filme mainstream. E se é certo que na maior parte das vezes o resultado acaba por se vaporizar para o eterno vazio da memória cinematográfica mundial, também é certo que por vezes aparecem obras excepcionais, histórias que nos amarram como octopodes viscosos e só largam depois do climax narrativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2790"></span>A premissa é tão simples quanto assustadora: há 8 anos a esposa de Alex foi assassinada. Ontem enviou-lhe um email (reticências de assombro)&#8230; E com isto que vamos ter que lidar durante duas horas. Uma história complexa e insana. A cada momento que passa mais confusa e mais surreal. Adensando até chegar a um final que desbaralha e explica de modo relativamente simples a trama. Um história de enganos, revelações, becos sem saída, ausência total de esperança, desespero e amor perdido. Negra como a noite e ainda assim com final feliz. Ou talvez não, depende de onde o vosso conceito de feliz se encontre no espectro da miséria humana.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais um exemplo da competência francesa e da sua capacidade de criar um bom filme para uma audiência mais abrangente quando quer. Um sinal de que cada vez olham mais para outros públicos, limpando dos argumentos as habituais private jokes e referências culturais incompreensíveis para quem more a mais de 150Km do centro de Paris. O que neste caso nasce de um modo bastante natural, uma vez que é daquelas raras ocasiões em que um bestseller americano é adaptado para um filme não americano.</p>
<p style="text-align: justify;">Não é só a tensão que é de cortar à faca, uma vez que contenção não é o mote aqui. Rápido, imprevisível e suficientemente imersivo para nos manter em suspensão sensorial durante duas horas. É um filme para ver com atenção, saborear o detalhe e não ser constantemente interrompido por telefonemas, SMS ou por uma vizinha de saudável robustez em roupa interior a pedir se posso dispensar um pouco de açúcar.</p>
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		<title>Narco (2004)</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jan 2010 11:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gus é um rapaz que nasceu com um &#8220;defeito de fabrico&#8221;, é narcoléptico. Adormece ocasionalmente sem ter controlo sobre isso. Não arranja empregos duradouros, tem uma vida pessoal complicada. A sua esposa, paixão de infância, é a galdéria da aldeia. O seu melhor amigo aspira ser o melhor karateca do mundo. Também aspira bastante cocaína [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nLzIwMTAvMDEvMjIvbmFyY28tMi8="><img class="aligncenter size-full wp-image-2440" title="narco" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/01/narco.jpg" alt="" width="425" height="154" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Gus é um rapaz que nasceu com um &#8220;defeito de fabrico&#8221;, é narcoléptico. Adormece ocasionalmente sem ter controlo sobre isso. Não arranja empregos duradouros, tem uma vida pessoal complicada. A sua esposa, paixão de infância, é a galdéria da aldeia. O seu melhor amigo aspira ser o melhor karateca do mundo. Também aspira bastante cocaína e cerveja é ao garrafão. Gus sonha grandes aventuras cinematográficas e depois expressa-se por banda desenhada. Van Damme aparece, qual aparição celestial, como guru espiritual. Os vilões são um casal de gémeos ex-campeão de patinagem artística que agora seguem uma rentável carreira de assassinos contratados, sem no entanto terem mudado a indumentária.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2439"></span>Este poderá muito bem ser uma das melhores pérolas perdidas que vi nos últimos anos. É certo que a comédia francesa é um tipo de cinema algo duro para estrangeiros. Costuma envolver muitas private jokes, celebridades que só eles conhecem e o calão mutante francês não ajuda nem a tradutores nem cinéfilos aventureiros fora das fronteiras do reino do croissant. Mas Narco quebra essas barreiras com uma história de valores universais, uma narrativa coerente e um esquema gráfico e de montagem bastante parecido às comédias de Jeunet.</p>
<p style="text-align: justify;">Fotografia de qualidade, banda sonora muito boa a caracterizar a evolução dos tempos, um ritmo muito decente para um filme de narrador com situações humor bastante incisivo. É garantia de um agradável familiar junto dos vossos entes queridos para um saudável e funcional ambiente conjugal. Mas não é aconselhável para o dia dos namorados, pois tem elevado teor de filme de gajo, o final não é propriamente romântico e os actores principais estão bem longe do cavaleiro medieval de armadura brilhante que vem salvar a sua donzela.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trailer:</strong></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/80YXMWNLwiQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/80YXMWNLwiQ&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=2439" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/06/hot-tub-time-machine-2010/" title="Hot Tub Time Machine (2010) ">Hot Tub Time Machine (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/26/porkys-1982/" title="Porky&#8217;s (1982)">Porky&#8217;s (1982)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/03/severance-2006/" title="Severance (2006)">Severance (2006)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/28/noite-escura-2004/" title="Noite Escura (2004) ">Noite Escura (2004) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/19/martyrs-2008/" title="Martyrs (2008)">Martyrs (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/04/500-days-of-summer-2009/" title="(500) Days of Summer (2009) ">(500) Days of Summer (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2012/03/02/a-very-harold-kumar-3d-christmas-2011/" title="A Very Harold &amp; Kumar 3D Christmas (2011)">A Very Harold &amp; Kumar 3D Christmas (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2012/02/29/the-kids-are-all-right-2010/" title="The Kids Are All Right (2010)">The Kids Are All Right (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/20/loose-screws-1985/" title="Loose Screws (1985)">Loose Screws (1985)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/13/hobo-with-a-shotgun-2011/" title="Hobo with a Shotgun (2011)">Hobo with a Shotgun (2011)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Martyrs (2008)</title>
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		<pubDate>Tue, 19 Jan 2010 23:46:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDEwLzAxL21hcnR5cnMyLmpwZw=="><img class="aligncenter size-full wp-image-2406" title="martyrs2" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/01/martyrs2.jpg" alt="" width="425" height="258" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">O cinema francês não é apenas um conjunto de filmes existencialistas realizados por nomes acabados em &#8220;aut&#8221;, com gajas de mamas pequenas em tronco nu que acabam invariavelmente por levar com ele, sendo &#8220;ele&#8221; um latejante falo erecto e não um conceito abstracto. O cinema de terror francês atravessa uma época de especial vitalidade, afastado dos canones do &#8220;horror movie&#8221; americano, mais próximo do conceito de pesadelo colectivo, com narrativas e grafismo capaz de nos eriçar os pelos das costas&#8230;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;"><span id="more-2394"></span>Martyrs arranca com uma criança a correr na rua, em pânico, semi nua e com sinais de tortura. Durante os créditos iniciais somos acompanhados por uma equipa de TV ao local onde a menina estava enclausurada e uma breve reportagem da sua integração sociedade. Flashforward, a criança encontra as pessoas responsáveis pela sua tortura e transforma um idílico pequeno almoço familiar num dos mais notáveis banhos de sangue alguma vez vistos no cinema. Caso encerrado. Será? É que apesar do aparente conclusão ainda só passaram 10 minutos&#8230; </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Não é a extrema violência nem a brutal constatação das trevas da mente humana que o fazem sobressair. É esta sequência imprevisível de evoluções narrativas que faz deste filme uma preciosa obra do terror contemporâneo. De 20 em 20 minutos todas as peças são reajustadas e estranhamos a nova configuração. Depois achamos que faz toda a lógica. Depois novo reajuste. São segmentos quase independentes que não fariam lógica separados. Até à sequência final, uma das mais duras e difíceis que já tive o prazer de assistir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Num filme em que a típica fotografia facilmente identificável do mainstream americano é substituída por uma fotografia hiper-realista, cheia de texturas e cores reais, quase a sentir o cheiro a suor e sangue, as coisas mudam de figura. Aquelas pessoas estão ali à nossa frente, sem a paneleirice 3D nem CGI. Apenas arte cinematográfica e mestria óptica. E isto meus amigos, é assustador.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #000000;">Assim como os ingleses agora andam com a mania do torture porn, os franceses entraram na onda da ultra-violência em situações banais, que facilmente nos sugam para o seu interior por identificação. De roer as unhas até à falange&#8230;</span></p>
<p><span style="color: #000000;"> </span><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="263" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/lNpDiQimK6U&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="263" src="http://www.youtube.com/v/lNpDiQimK6U&amp;hl=pt_PT&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=2394" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/03/severance-2006/" title="Severance (2006)">Severance (2006)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/13/hobo-with-a-shotgun-2011/" title="Hobo with a Shotgun (2011)">Hobo with a Shotgun (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/09/house-of-wax-2005/" title="House of Wax (2005)">House of Wax (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/15/escape-from-new-york-1981/" title="Escape From New York (1981)">Escape From New York (1981)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/21/d%c3%b8d-sn%c3%b8-2009/" title="Død snø (2009) ">Død snø (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/09/piranha-2010/" title="Piranha (2010)">Piranha (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/09/14/sympathy-for-mr-vengeance-2002-oporto-chronicles/" title="Sympathy for Mr. Vengeance (2002) &#8211; Oporto Chronicles">Sympathy for Mr. Vengeance (2002) &#8211; Oporto Chronicles</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/14/chronicles-of-wormwood-banda-desenhada/" title="Chronicles of Wormwood &#8211; Banda Desenhada">Chronicles of Wormwood &#8211; Banda Desenhada</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Bienvenue chez les Ch&#8217;tis (2008)</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 21:57:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É certo que os franceses têm uma boa cinematografia, capaz de rivalizar em termos de bilheteira com a anglo-saxónica caso lhe fosse dado o mesmo protagonismo mediático. Mas é também certo que por vezes as suas comédias falham miseravelmente. Não no sentido de falhar na bilheteira, mas no sentido de serem tão engraçadas como lavar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2112" title="chtis" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2009/11/chtis.jpg" alt="chtis" width="425" height="262" /></p>
<p style="text-align: justify;">É certo que os franceses têm uma boa cinematografia, capaz de rivalizar em termos de bilheteira com a anglo-saxónica caso lhe fosse dado o mesmo protagonismo mediático. Mas é também certo que por vezes as suas comédias falham miseravelmente. Não no sentido de falhar na bilheteira, mas no sentido de serem tão engraçadas como lavar uma hemorróida ensanguentada com meio litro de álcool etílico.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-2070"></span>Bienvenue chez les Ch&#8217;tis é um destes exemplos de falta de humor carnudo, abusando dos clichés regionais de um país, gozando com um sotaque bizarro e vivendo apenas destas palermices. É o típico filme &#8220;peixe fora de água&#8221; em que o protagonista envolvido numa situação que lhe é adversa acaba por se habituar ou mesmo gostar da nova realidade, recusando regressar ao estado inicial quando esta situação lhe é proposta no final, habitualmente com música deprimente saca-lágrimas, como aquela que o Goucha passa quando está a apresentar os orfãos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca saindo de um registo infantil, com recurso abusivo ao cliché, faz-se valer  de malabarismos  narrativos gastos e obsoletos. Não chega a aterrar no completamente idiótico, mas não faz nada por nós e não podemos deixar de sentir aquele formigueiro cerebral irritante que é a sensação de perda de tempo. Sim, é leve e modesto, mas esta definição costuma ser sinónimo de &#8220;<em>podes adormecer até 65% do tempo que percebes tudo na mesma</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">De notar que este foi um dos filmes que maior fulgor mediático provocou em França nos últimos tempos e foi apenas por isto que o vi, como bela prostituta consumista que sou.</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=2070" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/04/frequently-asked-questions-about-time-travel-2009/" title="Frequently Asked Questions About Time Travel (2009) ">Frequently Asked Questions About Time Travel (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/06/27/alien-apocalypse-2005/" title="Alien Apocalypse (2005)">Alien Apocalypse (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/17/babylon-a-d-2008/" title="Babylon A.D. (2008) ">Babylon A.D. (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/29/the-adventures-of-buckaroo-banzai-across-the-8th-dimension-1984/" title="The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)">The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/01/le-code-a-change-2009/" title="Le code a changé (2009) ">Le code a changé (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/08/20/the-rocker-2008/" title="The Rocker (2008) ">The Rocker (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/18/anvil-the-story-of-anvil-2008/" title="Anvil! The Story of Anvil (2008) ">Anvil! The Story of Anvil (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/06/alien-premio-carreira-da-academia/" title="Alien &#8211; Prémio Carreira da Academia">Alien &#8211; Prémio Carreira da Academia</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Sunshine Cleaning (2008)</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 15:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar do cinema independente americano ser uma fonte de agradáveis surpresas, também é certo que por vezes há filmes que nos fazem lembrar um cão a perseguir a sua própria cauda. Sunshine Cleaning é uma soma de bons ingredientes de um filme decente, mas que as deficiências narrativas e o excesso de depressão nos forçam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDA5LzEwL3N1bnNoaW5lY2xlYW5pbmcuanBn"><img class="aligncenter size-full wp-image-1721" title="sunshinecleaning" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2009/10/sunshinecleaning.jpg" alt="sunshinecleaning" width="425" height="245" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar do cinema independente americano ser uma fonte de agradáveis surpresas, também é certo que por vezes há filmes que nos fazem lembrar um cão a perseguir a sua própria cauda. Sunshine Cleaning é uma soma de  bons ingredientes de um filme decente, mas que as deficiências narrativas e o excesso de depressão nos forçam atirá-lo para os pântados do eterno esquecimento cinematográfico.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-1720"></span>É mesmo o excesso de depressão / deprimidos que irrita neste filme. Todos coitadinhos, desgraçadinhos como as lésbicas seropositivas grávidas orfãs sem-abrigo e desempregadas da saudosa série Riscos da RTP. A juntar a esta desolação emocional temos ainda uma galeria de personagens secundários &#8220;alternativos&#8221;, criados propositadamente esquisitos, com paranóias e obsessões psicadélicas apenas por razões estéticas.</p>
<p style="text-align: justify;">Ora isto não faz um bom filme, apenas um bom ponto de partida para um filme prometedor. Mas é pena que Sunshine Cleaning tenha dado um mau filme, porque tenho a certeza que daria uma excelente série de TV. Duas irmãs devastadas pela vida criam uma empresa de limpezas especializada em cenas de crime. A cada episódio uma história de um pós-crime ao mesmo tempo que tentam balançar a sua frágil vida social e familiar. Era uma choradeira pegada, bom para gajas, mas que os homens também iriam seguir para lhes ver as mamas de soslaio ou pela violência que teria que aparecer, pelo menos, uma vez no início de cada episódio.</p>
<p style="text-align: justify;">Resumindo, não é grande coisa&#8230;</p>
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		<title>Astérix aux jeux olympiques (2008)</title>
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		<pubDate>Mon, 11 May 2009 05:28:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Como tão bem sabemos, passar um banda desenhada para o grande ecran não é uma tarefa linear nem simples. Que o digam adaptações como Catwoman, Elektra, Daredevil, Punisher, Blade, Spawn, Spiderman, o novo Superman, isto só para citar alguns exemplos de lustrosa falta de qualidade e, porque não dizê-lo, horrenda mediocridade! Asterix, infelizmente, não é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-872" title="asterix" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2009/05/asterix.jpg" alt="asterix" width="425" height="271" /></p>
<p style="text-align: justify;">Como tão bem sabemos, passar um banda desenhada para o grande ecran não é uma tarefa linear nem simples. Que o digam adaptações como Catwoman, Elektra, Daredevil, Punisher, Blade, Spawn, Spiderman, o novo Superman, isto só para citar alguns exemplos de lustrosa falta de qualidade e, porque não dizê-lo, horrenda mediocridade! Asterix, infelizmente, não é uma excepção à regra e neste terceiro capítulo parece ainda enterrar fundo numa fossa céptica o conceito da adaptação ao cinema de um <em>comic</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-871"></span>E qual é a razão para que bem sucedidas bandas desenhadas, com profundidade, densas e complexas tramas passem para o ecran com aquele aspecto de plasticina pré-moldada para atrasados mentais? Porque os estúdios querem agradar a todos e optam por meter a fasquia baixa, e quando digo baixa quero dizer que nem sequer a levantam do chão. Acabamos por ter filmes estupidificantes, entorpecedores que procuram o humor do tipo que bate contra um poste ou substituem argumentos decentos por efeitos especiais lustrosos, acção com alto poder sonífero e efeitos sonoros de provocar danos irreversíveis nos tímpanos.</p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro Asterix passou despercebido e perdeu-se nas areias movediças do esquecimento cinematográfico, o segundo volume teve algum sucesso porque viveu da presença forte de Jamel Debbouze e da infinita sensualidade de Monica Bellucci. Neste terceiro volume a fórmula é esticada aos limites da estupidez. Mais infantil que nunca, pejada de <em>private jokes</em> francesas que nos deixam a apanhar bonés. Uma imensa galeria de <em>cameos </em>de personalidades que já tiveram melhores dias que transforma uma boa piada ocasional numa infindável sucessão de bocejos. Tudo já foi feito, refeito, reciclado, resconstruído milhares de vezes antes, a maior parte das vezes por pessoas com mais talento.</p>
<p style="text-align: justify;">Até o actor que faz de Asterix mudou. Só não sei, sinceramente, o que anda lá ainda a fazer Gérard Depardieu. Só pode ser pelo dinheiro, não vejo mais nenhuma resposta possível. A cocaína nos dias que correm anda pela hora da morte e umas coroas a mais na carteira nunca fizeram mal a ninguém. Há rumoras para ainda outro <em>live action</em> Asterix, mas não vão apanhar nem mais um cêntimo meu nesse embuste. Já ontem tentei recuperar o dinheiro do bilhete pela falta de qualidade, mas enquanto espancava os puto das pipocas e a gaja que me tentava impingir umas bonecas de trapos para um obra de caridade o gerente acabou por fugir pelas traseiras.</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=871" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/08/20/the-rocker-2008/" title="The Rocker (2008) ">The Rocker (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/06/sunshine-cleaning-2008/" title="Sunshine Cleaning (2008)">Sunshine Cleaning (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/17/babylon-a-d-2008/" title="Babylon A.D. (2008) ">Babylon A.D. (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/05/29/the-skeleton-key-2005/" title="The Skeleton Key (2005)">The Skeleton Key (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/02/the-spirit-2008/" title="The Spirit (2008)">The Spirit (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/23/ghost-rider-2007/" title="Ghost Rider (2007) ">Ghost Rider (2007) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/23/final-destination-4-2009/" title="Final Destination 4 (2009)">Final Destination 4 (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/29/bienvenue-chez-les-chtis-2008/" title="Bienvenue chez les Ch&#8217;tis (2008)">Bienvenue chez les Ch&#8217;tis (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/18/jumper-2008/" title="Jumper (2008)">Jumper (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/08/18/g-i-joe-the-rise-of-cobra-2009/" title="G.I. Joe: The Rise of Cobra (2009)">G.I. Joe: The Rise of Cobra (2009)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Um Filme Falado (2003)</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 08:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Zombies, sangue, tripas, zoofilia e sexo em grupo, fotografia magnífica e banda sonora avassaladora são coisas que este filme não tem. No entanto o uso da palavra &#8220;zoofilia&#8221; e &#8220;sexo em grupo&#8221; serve para trazer aqui ao site uns bons 30 ou 40 visitantes, isso vos garanto. Assim como outras que vou colocando tempos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-776" title="filmefalado" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2009/04/filmefalado.jpg" alt="filmefalado" width="425" height="259" /></p>
<p style="text-align: justify;">Zombies, sangue, tripas, zoofilia e sexo em grupo, fotografia magnífica e banda sonora avassaladora são coisas que este filme não tem. No entanto o uso da palavra &#8220;zoofilia&#8221; e &#8220;sexo em grupo&#8221; serve para trazer aqui ao site uns bons 30 ou 40 visitantes, isso vos garanto. Assim como outras que vou colocando tempos a tempos para atrair populaça a este banho de cultura.<em> [Marisa Cruz Nua]</em> Existe em Portugal uma percentagem de população que ronda os 99.999% que encara a tarefa de olhar para um espelho a ver as unhas e o cabelo a crescer com mais entusiasmo do que ver um filme de Manoel de Oliveira. A maior para dessas pessoas nunca viu nenhum, uma prova de que o instinto e 6º sentido existem e funcionam. <em>[Carla Matadinho faz a equipa de futebol salão do Miramar Juniores]</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><span id="more-775"></span></em>Internacionalmente (e em certos círculos nacionais) Manoel tem o estatuto de intocável. Mais por tenacidade e longevidade do que por talento, o certo é que uma elite mundial cultiva o culto de Manoel. Cá na nossa pasmaceira, críticos exaltam o mestre com dengosas e crípticas apreciações nos jornais de maior tiragem. Normalmente fala-se mais na genialidade do que ele não mostra nos filmes (as chamadas &#8220;metáforas&#8221;) do que o que efectivamente se passa no ecrãn. OK, tudo bem, até aqui concordo. Isto tudo baseado num conhecimento profundo da sua vida e obra. O que é que isto significa? Que antes de perceberem e gostarem de Manoel, têm que gramar com 283 horas da sua obra anterior. Isto é, para uma pessoa da minha idade e os meus compinchas nestas andanças, uma perfeita perda de tempo, porque nessas horas podemos ver imensas obras realmente interessantes, filmes de merda, porno à lá fartone, blockbusters e sequelas, videos roudados de celebridades apagadas, dormir, ter uma vida social e algum sexo ou até sonhar com um futuro na arte cinematográfica.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso as elites da crítica de <em>&#8220;art house cinema / conservadores cristãos de direita&#8221;</em> nunca ousam dizer mal de Manoel de Oliveira. É como se na blogosfera alguém falasse mal do &#8220;Lost in Translation&#8221;. Era logo <em>inculto, superficial, não compreendes porque és burro, velho choné dos marretas</em>, etc. Eu digo: este filme é uma merda&#8230; Actores? Pessoas a ler artificialmente e tesos como se tivessem uma espiga de milho enfiada no cú. Argumento? Parágrafos completos roubados da grande enciclopédia de história da Larrouse. Banda Sonora? Qual banda sonora? Fotografia e cinematografia? Qual quê&#8230; aquilo foi filmar, revelar, cortar com uma tesoura, colar com fita cola, enrolar a bobine e passadas 3 horas apanhar um avião para Cannes ou Veneza. Um final surpreendente? É por causa da sequela: <strong>Um Filme Cantado.</strong></p>
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		<title>Mutants &#8211; Trailer</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 14:35:49 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[In a world devastated by a pandemic virus that turns human beings into primitive and bloodthirsty creatures, Marco and Sonia set off to find a secret base to escape from the “mutants”. When the latter attack them, Marco is contaminated too. Little by little, he undergoes the same changes. Sonia, who is expecting a baby, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><object width="425" height="392" data="http://content.fliqz.com/applications/1f866af11db04864bca16236377b518f.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="obj_1f866af11db04864bca16236377b518f" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="AllowScriptAccess" value="always" /><param name="flashvars" value="file=1dd4fbcb51144162991b3b2a32ec8f16&amp;permalink=&amp;" /><param name="src" value="http://content.fliqz.com/applications/1f866af11db04864bca16236377b518f.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<blockquote style="text-align: justify;"><p><span class="text8">In a world devastated by a pandemic virus that turns human beings into primitive and bloodthirsty creatures, Marco and Sonia set off to find a secret base to escape from the “mutants”. When the latter attack them, Marco is contaminated too. Little by little, he undergoes the same changes. Sonia, who is expecting a baby, is then forced to fight her worst enemy, the man she loves.</span></p></blockquote>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=640" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/23/a-contrafaccao-cinematografica-tomo-ii/" title="A Contrafacção Cinematográfica &#8211; Tomo II">A Contrafacção Cinematográfica &#8211; Tomo II</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/10/o-trans-xunga-contrafaccao-cinematografica/" title="O Trans-Xunga &#8211; Contrafacção Cinematográfica ">O Trans-Xunga &#8211; Contrafacção Cinematográfica </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/19/crossed-banda-desenhada/" title="Crossed &#8211; Banda Desenhada">Crossed &#8211; Banda Desenhada</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/07/18/series-de-ficcao-cientifica-dos-anos-80/" title="Séries de Ficção Científica dos anos 80">Séries de Ficção Científica dos anos 80</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/05/17/planet-terror-2007/" title="Planet Terror (2007) ">Planet Terror (2007) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/09/piranha-2010/" title="Piranha (2010)">Piranha (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/06/planetary-warren-ellis-banda-desenhada/" title="Planetary (Warren Ellis) &#8211; Banda Desenhada">Planetary (Warren Ellis) &#8211; Banda Desenhada</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/04/los-cronocrimenes-2007/" title="Los cronocrímenes (2007) ">Los cronocrímenes (2007) </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>JCVD (2008)</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 23:09:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Porrada!&#8230; Esse submundo dos filmes xunga onde me recuso a aventurar. Uma zona obscura do cinema, onde o conceito narrativo implode e os momentos causados pelo vácuo de composição dramática são subtituídos por lutas de contornos irreais e patetice em geral. Há, aliás, rótulos de shampoo mais ricos em prosa do que alguns filmes do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-383" title="jcvd" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2009/03/jcvd.jpg" alt="jcvd" width="425" height="221" /></p>
<p style="text-align: justify;">Porrada!&#8230; Esse submundo dos filmes xunga onde me recuso a aventurar. Uma zona obscura do cinema, onde o conceito narrativo implode e os momentos causados pelo vácuo de composição dramática são subtituídos por lutas de contornos irreais e patetice em geral. Há, aliás, rótulos de <em>shampoo </em>mais ricos em prosa do que alguns filmes do Steven Seagal. É desta lama primordial, composta por murros, pontapés, cabeças rachadas e heróis monocórdicos em estado avançado de mumificação que surge um campeão de karaté convertido em actor. O semi-deus da biqueirada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-354"></span>Jean Claude Van Damme surge nos anos 80 como um dos representantes desta <em>Nouvelle Vague de la Bordoade</em> (a nova vaga da bordoada), movimento contestatário que defendia a substituição da exploração dramática da luz e das sombras por mais bofetadas, numa clara alusão aos grandes mestres que foram Bud Spencer e Terence Hill. Jean Claude criou-se estrela pela Europa, passou por Hong Kong e foi sugado pela trituradora máquina Hollywoodiana onde viria a cair em desgraça, vítima da sua própria estupidez e droga. Muita droga&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas eis que em 2008 Jean Claude Van Damme se reinventa, interpretando um personagem ficcional baseado em si próprio. Mabrouk el Mechri, realizador francês de raízes argelinas, pega nesta lenda belga e cria uma história passada na sua terra natal. Explorando a desgraça em que caiu o próprio actor, envolve muitos elementos reais com elementos ficcionais que nos deixa no limbo. JCVD é JCVD num filme chamado JCVD, brincando na fronteira da realidade / ficção que nos atrai como moscas para aquelas luzes azuis que há nos cafés de aldeia.</p>
<p style="text-align: justify;">Surpreendentemente Van Damme revela-se um óptimo actor. Sofrido, abatido, envelhecido, reconhece todos os seus defeitos. Mostra o seu coração ao mundo, débil, impotente perante aquilo que se espera de um <em>action hero</em>. Um coração ficcional, é verdade, mas ainda assim corajoso. Há um monólogo, ao estilo de <em>mea culpa</em>, em que Van Damme se arrepende dos seus pecados e confessa as suas próprias inaptidões. A capacidade de rir de si próprio não é uma qualidade reconhecida na maior parte das estrelas de cinema. Mas Van Damme sentiu que se podia reinventar e, qual Fenix, bater as asas para altos vôos. E eventualmente mais droga&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">O guião em si é algo não muito complexo, porque a verdadeira narrativa é a exploração da queda em desgraça de Jean-Claude Van Varenberg (verdadeiro nome) que se vê refém num assalto a uma estação de correios. Situação que é catapultada mediaticamente pelo presença do actor. É filmado na sua terra natal e nota-se o carinho que aquela gente tem pelo homem, apesar dos seus fracassos. Um dos títulos provisórios deste filme é &#8220;O Rei da Bélgica&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar da mensagem de redenção, JCVD (o filme, não o actor) não tem fim feliz e apoia-se num artifício técnico/narrativo bem conseguido que mistura por momentos a realidade com ficção, que nos deixa cair num poço de decepção para rapidamente nos puxar para o patamar da quasi-euforia. Falando em técnica, é cinematograficamente apelativo, com uma fotografia de tons azuis semi-monocromáticos e de contraste rude que amplia a decadência de Van Damme e sentimento de desespero.</p>
<p style="text-align: justify;">É um bom filme que eu ansiava ver há algum tempo, depois de ter visto o trailer num site qualquer da especialidade.Confesso que apesar de saber assim por alto algumas coisas acerca deste senhor, nunca vi nenhum filme dele. Já revi a lista do IMDB e nada, zero ocorrências. Mas vi a biografia no canal Bio. Isso conta?</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=354" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/03/27/8-mile-2002/" title="8 Mile (2002)">8 Mile (2002)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/08/24/sucker-punch-2011/" title="Sucker Punch (2011)">Sucker Punch (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/06/09/rubber-2010/" title="Rubber (2010)">Rubber (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/17/babylon-a-d-2008/" title="Babylon A.D. (2008) ">Babylon A.D. (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/21/cache-2005/" title="Caché (2005) ">Caché (2005) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/10/01/le-code-a-change-2009/" title="Le code a changé (2009) ">Le code a changé (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/28/100volta-200/" title="100volta (200?)">100volta (200?)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/08/cop-out-2010/" title="Cop Out (2010) ">Cop Out (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/13/over-her-dead-body-2008/" title="Over Her Dead Body (2008) ">Over Her Dead Body (2008) </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>La Haine (1995)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 19:09:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O cinema sub-urbano das culturas marginalizadas, dos queimadores de carros, tem o ponto alto em La Haine, verdadeiro Opus de Mathieu Kassovitz. Um murro no estômago para todos os que têm a imagem de França como o El Dorado dos ordenados, onde se encontram leitores de DVD no lixo e onde as cassetes dos artistas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img title="La Haine" src="http://i46.photobucket.com/albums/f107/cinemaxunga2/la20haine.jpg" alt="Jusquici tout va bien" width="420" height="238" /><p class="wp-caption-text">Jusqu&#39;ici tout va bien</p></div>
<p style="text-align: justify;">O cinema sub-urbano das culturas marginalizadas, dos queimadores de carros, tem o ponto alto em La Haine, verdadeiro Opus de Mathieu Kassovitz. Um murro no estômago para todos os que têm a imagem de França como o El Dorado dos ordenados, onde se encontram leitores de DVD no lixo e onde as cassetes dos artistas chegam um ano antes do que a Portugal.<br />
Diga-se também, em abono da verdade, que a partir de então Mathieu Kassovitz nunca mais fez nada de jeito&#8230;</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=63" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/17/babylon-a-d-2008/" title="Babylon A.D. (2008) ">Babylon A.D. (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/29/the-adventures-of-buckaroo-banzai-across-the-8th-dimension-1984/" title="The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)">The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/18/anvil-the-story-of-anvil-2008/" title="Anvil! The Story of Anvil (2008) ">Anvil! The Story of Anvil (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/23/a-contrafaccao-cinematografica-tomo-ii/" title="A Contrafacção Cinematográfica &#8211; Tomo II">A Contrafacção Cinematográfica &#8211; Tomo II</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/10/o-trans-xunga-contrafaccao-cinematografica/" title="O Trans-Xunga &#8211; Contrafacção Cinematográfica ">O Trans-Xunga &#8211; Contrafacção Cinematográfica </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/04/02/mutants-trailer/" title="Mutants &#8211; Trailer">Mutants &#8211; Trailer</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2012/01/10/red-state-2011/" title="Red State (2011)">Red State (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/08/07/christine-1983/" title="Christine (1983)">Christine (1983)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/09/the-man-from-earth-2007/" title="The Man from Earth (2007)">The Man from Earth (2007)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Sheitan (2006)</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 15:05:16 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sempre tentei ser eclético, não embarcando apenas na cinematografia hollywoodiana e odiando outras cinematografias com a mesma intensidade. Tenho uma relação de amor / ódio com a cinematografia francesa. Uma cinematografia muito boa na vertente drama e cinema urbano e terrivelmente pueril e infeliz no que diz respeito a comédias. Esta semana vi Sheitan, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Sheitan" src="http://i46.photobucket.com/albums/f107/cinemaxunga2/sheitan_2005_reference.jpg" alt="" width="425" height="239" /></p>
<p style="text-align: justify;">Sempre tentei ser eclético, não embarcando apenas na cinematografia hollywoodiana e odiando outras cinematografias com a mesma intensidade. Tenho uma relação de amor / ódio com a cinematografia francesa. Uma cinematografia muito boa na vertente drama e cinema urbano e terrivelmente pueril e infeliz no que diz respeito a comédias.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta semana vi Sheitan, um misto de filme de terror com cinema rural francês, com elementos sub-urbanos bastante característicos do cinema alternativo francês (vide <a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL3d3dy5pbWRiLmNvbS90aXRsZS90dDAxMTMyNDcv" target=\"_blank\">La Haine</a>). É um projecto pessoal de Vincent Cassel, que se aventura nos reinos da comédia negra satânica.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-56"></span>Apesar do potencial, pensei que iria ser muito mais perturbador. Acaba substituir o choque por comédia negra e o embate social de jovens delinquentes sub-urbanos com o estereotipo do pastor com problemas mentais a viver numa sociedade algures entre 1876 e 1908.</p>
<p style="text-align: justify;">É um filme curto que eu recomendo, não no sentido cultural, mas no sentido do brainless fun. Deixo aqui o trailer que induz um bocado em erro pelo excesso de sexo que acaba por ser exactamente na mesma quantidade do que no filme propriamente dito.</p>
<p><object width="425" height="344" data="http://www.youtube.com/v/XJ75UJ_v7fM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/XJ75UJ_v7fM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=56" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/03/severance-2006/" title="Severance (2006)">Severance (2006)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/11/mutants-2009/" title="Mutants (2009)">Mutants (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/19/martyrs-2008/" title="Martyrs (2008)">Martyrs (2008)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/13/the-ward-2010/" title="The Ward (2010)">The Ward (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/06/09/rubber-2010/" title="Rubber (2010)">Rubber (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/13/hobo-with-a-shotgun-2011/" title="Hobo with a Shotgun (2011)">Hobo with a Shotgun (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/05/o-anel-de-noivado/" title="O Anel de Noivado">O Anel de Noivado</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/28/the-human-centipede-first-sequence-2009/" title="The Human Centipede (First Sequence) (2009)">The Human Centipede (First Sequence) (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/20/bruce-campbell-hail-to-the-king-baby/" title="Bruce Campbell (Hail to the king, baby!)">Bruce Campbell (Hail to the king, baby!)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/15/la-horde-2009/" title="La Horde (2009)">La Horde (2009)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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