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	<title>CinemaXunga &#187; nonsense</title>
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		<title>A Very Harold &amp; Kumar 3D Christmas (2011)</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 11:55:18 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img class="alignnone size-full wp-image-4603" title="A-Very-Harold-Kumar-Christmas31" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2012/03/A-Very-Harold-Kumar-Christmas31.jpg" alt="" width="425" height="224" /></p>
<p align="justify">Imensas discussões têm incendiado a Internet acerca de qual será a versão masculina do filme de gaja. Será o filme de acção? O porno? O bromance? A comédia escatológica? O disaster movie? Na minha opinião, nenhum destes. A versão masculina do filme de gaja é, indiscutivelmente, o stoner movie. Porque é que as mulheres adoram comédias românticas? Porque projetam todas as fantasias e sonhos que nunca verão concretizados, porque as ajuda a acreditar num futuro melhor, um futuro onde não apanhem de cinto, não sejam trocadas pela mamalhuda que trabalha com o namorado ou num futuro em os seus companheiros não lhes forcem dedos no anus. O stoner movie é o pináculo da fantasia masculina. Uma vida livre de compromissos e aborrecimentos mundanos, onde cada um cede apenas aos seus instintos mais básicos sem se preocupar com dinheiro, problemas conjugais e familiares, saúde ou pormenores legais. Seja sexo e drogas ou Playstation e Coca-Cola, sejam mulheres, homens ou cavalos, seja escalar os Himalaias ou passar fins de semana no sofá a ver estática com preguiça de levantar o rabo para mudar de canal. É o sexo masculino primordial.</p>
<p align="justify"><span id="more-4599"></span>E eu nunca resisti a nenhum stoner movie. Ainda está para aparecer um filme com uma dupla de drogados imbecis que eu rejeite. Harold e Kumar não são excepção. Já os sigo desde Harold &amp; Kumar Go to White Castle (2004) e o genial Harold &amp; Kumar Escape from Guantanamo Bay, em 2008. Se não estão a ver do que estou a falar talvez os títulos portugueses, bastante elucidativos e fieis ao original, vos possam esclarecer: Granda Moca, Meu! e Granda Moca, Meu! A Fuga!. Pontos de exclamação incluídos.</p>
<p align="justify">Nos tomos iniciais encontramos filmes sem medo de ir mais além, sem fronteiras morais a definir o que tem ou não tem piada. Aliás, o próprio Neil Patrick Harris tem aqui a sua primeira aparição neste tipo de papeis, o ladykiller. O percursor de Barney. Note-se que a expressão ladykiller não é figurativa.</p>
<p align="justify">E a fórmula é tem sido sempre a mesma. Marijuana com fartura e seja o que Deus nosso senhor quiser. Um autêntico regabofe que não respeita convenções, uma orgia (figurativa e literal) de nonsense, a falta de respeito pelo próximo e o apelar ao mais negro que existe no nosso instinto de autopreservação.</p>
<p align="justify">Devo dizer que este último, que é título deste post, não me entusiasmou particularmente. Preocupados demais em mostrar as façanhas do 3D e com um argumento que parece requentado de ontem, cheio tiros ao lado e oportunidades perdidas. Nem o skecth Neil Patrick Harris teve grande piada.</p>
<p align="justify">Aconselho os dois primeiros, que devem ser vistos sem as companheiras. Já chegam as acusações diárias de falta de maturidade, de eternas crianças ou alegações de incapacidade em praticar com seriedade tarefas de adultos. Vejam ás escondidas e se forem apanhados digam que é porno&#8230; com animais&#8230; mortos&#8230;</p>
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		<title>Apollo 18 (2011)</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 15:37:20 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzExL2Fwb2xsbzE4LWJsb2cuanBn"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="apollo18-blog" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/11/apollo18-blog_thumb.jpg" alt="apollo18-blog" width="425" height="344" border="0" /></a></p>
<p align="justify">Ainda há muita gente que não compreende como é que uma civilização que soube ultrapassar obstáculos de infinita complexidade para meter pessoas a passear na lua não é capaz de conseguir arranjar uma solução eficaz para acabar com a epidemia de cinema merdoso que vem contagiando o planeta. A eterna fonte da sonhos e desejos que vem transformando a nossa nobre sociedade num grupo de idiotas sociopatas egoístas e a ideia crescente nas adolescentes que a melhor maneira de manter a virgindade é levar no cu. O que nos leva ao nosso filme de hoje, Apollo 18.</p>
<p align="justify"><span id="more-4511"></span>O mockumentary, esse género tão nobre que nos tem trazido pérolas de especial preciosidade. Obras superiores como Zelig, This is Spinal Tap, Man Bites Dog, Forgotten Silver ou as incontornáveis obras de Sacha Baron Cohen. Pessoalmente sou incapaz de resistir a uma premissa de mockumentary, uma fuga à realidade mundana numa estética de documentário, uma realidade alternativa, o famoso “what if?…”</p>
<p align="justify">Apollo 18 começou a fazer a sua tímida propaganda sob a forma de um trailer que parecia ter tudo para não falhar. Uma missão secreta à Lua depois de ter sido encerrado o projecto Apollo. Imagens até agora nunca vistas guardadas nos mais secretos cofres da Nasa foram contrabandeadas para a Internet. Finalmente vai saber-se a verdade. Senti-me atraído pelo filme com um bêbado por um urinol.</p>
<p align="justify">E eis que não me contive quando o filme <span style="text-decoration: line-through;">estreou</span> deu à costa  nos locais habituais. Atirei-me a ele como cão ao bofe, ignorando de todos os meus compromissos familiares, parentais, profissionais e conjugais. A salivar com a esperança de uma criança, acreditar que seria um filme que ecoaria na eternidade como um bom exemplo de “filmezinho à maneira”.</p>
<p align="justify">Escusado será dizer que mais valia ter ficado a contemplar as minhas irregulares formas testiculares com um espelho que comprei especialmente para o efeito ou apreciar a rara beleza equídea da minha vizinha 3º frente enquanto esta apara cuidadosamente as unhas dos pés para a rua com um alicate de cortar aço de 12 polegadas, tentando acertar nas crianças que brincam no parque em frente. Para aqueles fraquinhos em raciocínio abstrato, digamos que não correspondeu à minhas expectativas.</p>
<p align="justify">Há uma enorme preocupação no build-up, na criação de um mistério que começa mesmo antes no filme, nos próprios trailers e no merchandise associado ao filme. E, claro, todos nós temos meia dúzia de teorias obscuras que envolvem a Lua que gostaríamos de ver abordadas, sejam os nazis escondidos na Lua, as estruturas alienígenas no lado negro, a simulação da aterragem lunar, o bunker ultra-secreto onde estão guardados os ADNs dos principais dirigentes do planeta ou a cassete do Tomás Taveira onde estarão as alegadas cenas com as gajas famosas.</p>
<p align="justify">Mas o que se vê é apenas uma lenta marcha para um mistério muito fraquinho, que nos faz soltar um tímido “Ah, só isto?” e apagar o ficheiro com a cabeça inclinada em sinal de vergonha.</p>
<p align="justify">Há coisas boas. O esforço em recriar a tecnologia da época, a diferente fotografia das diferentes câmaras, ainda que a alteração constante dos aspect ratios da imagem sejam bem irritantes. Também não me parece que se consiga explicar alguns daqueles ângulos ou como é que aquelas filmagens foram obtidas na Terra. A gravidade parece-me também ligeiramente manhosa, mas isso pode ser impressão minha que não sou nenhum Engenheiro Físico. Ou serei?</p>
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		<title>Smurfs (2011)</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Oct 2011 23:11:22 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">Há uns meses atrás, aquando da estreia deste filme, foi forte a onda de indignação para com a violação das nossas memórias de infância.  Nada de original ou verdadeiramente importante, mas ainda assim ligeiramente revoltante. Ou talvez não. Todas as nossas memórias já foram tantas vezes violadas nos sentimos confortáveis com isso. Memória de infância que não seja violada não é memória decente, como as caloiras de Letras ali no Jardim da Sereia. Mas neste caso foi uma violação acrescida, uma vez que até o título original foi mudado. Eram os Estrumpfes, passaram a Smurfs. Na altura não concordei mas hoje faço vénia a quem escolheu o título nacional porque, afinal de contas, não se tratam dos mesmos bonecos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4494"></span>Antes de continuar deixem que me explique. Sim, fui ver este filme ao cinema. Paguei como um ordeiro cidadão que sou, gramei com a taxa de 3D pelo rego acima sem me queixar e não perdi o sorriso amarelo quando me pediram quase 8 euros pelas pipocas e coca-cola. Era uma daquelas situações em que temos que ir, porque a sociedade nos quer assim, porque não somos animais nem aquelas gajas que passam o dia a vender cartões barclaycard no shopping e depois vão para casa sozinhas chorar até às 3 da manhã porque nenhum dos três gajos que andam a frequentar sexualmente aceita abandonar a esposa. Mamei com o filme e calei-me. Tirando as 3 cadeiras que rasguei com uma faca de mato que costumo levar para todo o lado, a mijada que fiz no corredor dos cinemas quando saí a meio e um quadro electrico que sabotei com os cubos de gelo que sobraram da coca-cola (que pedi &#8220;sem gelo&#8221;), quase que nem se notou que odiei o filme.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Smurfs sempre foram irritantes. Não foram propriamente um sucesso nas nossas TVs, foram mais os bonecos, os autocolantes e os cromos dos Bolycaos. Mas ainda assim deixaram marca. Nesta reencarnação em modo &#8220;zombie cinematográfico&#8221; aparecem num estilo live action com animação 3D, uma técnica de animação que me dá uma nefasta volta à tripa. Roger Rabitt foi o único bom dessa gama.</p>
<p style="text-align: justify;">A narrativa é merdosa, senão vejam: os Smurfs são atacados pelo seu arqui-inimigo e fogem. Entram num portal quântico que estava mesmo ali à mão e vão dar directamente ao Central Park de Nova Iorque. Vão parar a casa de um jovem casal onde lhes ensinam de modo involuntário o sentido de família (o gajo não queria filhos, ela engravidou ainda assim, vaca!) mesmo a tempo de voltarem a apanhar outro portal quântico que por incrível coincidência voltou a aparecer, quem diria. Isto depois de dezasseis artimanhas narrativas desleais acaba para, esperemos nós, nunca mais voltar.</p>
<p style="text-align: justify;">Eu poderia dizer que o filme é uma horrenda tentativa falhada na arte do entretenimento, mas o certo é que aquilo era o que se esperava e aquilo é o que as pessoas gostam. Quem não gosta não come, eu eu comi e não gostei porque sou parvo. E porque a vida tem destas coisas, temos que ceder.</p>
<p style="text-align: justify;">Vi a versão dobrada em português o que significa que a única coisa potencialmente entusiasmante deste filme acabou por me passar ao lado, a fantástica voz da <em>hermosa</em> Sofia Vergara. Porque de resto vinha muito tapada, não quiseram distrair a atenção da Estrunfina e dos seus trejeitos de puta.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>Thor (2011)</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 22:39:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Emboscado por uma avalanche de crítica surpreendentemente positiva, atirei-me com unhas e dentes a Thor. Como poderia um filme cujo personagem principal ter o aspecto apaneleirado do desconhecido quinto membro dos ABBA e  envergar o fato mais estratosférico de sempre ser considerado um clássico instantâneo? Bem, aparentemente hordes de pacatos e bem intencionados cinéfilos caíram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzA5L1Rob3ItTW92aWUuanBn"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="Thor-Movie" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/09/Thor-Movie_thumb.jpg" alt="Thor-Movie" width="425" height="230" border="0" /></a></p>
<p align="justify">Emboscado por uma avalanche de crítica surpreendentemente positiva, atirei-me com unhas e dentes a Thor. Como poderia um filme cujo personagem principal ter o aspecto apaneleirado do desconhecido quinto membro dos ABBA e  envergar o fato mais estratosférico de sempre ser considerado um clássico instantâneo? Bem, aparentemente hordes de pacatos e bem intencionados cinéfilos caíram na bem urdida “Armadilha Shakespeare”. Esta armadilha não é original nem sequer é um artefacto raro. É usada em abundância pela indústria cinematográfica americana mas a fúria assassina daqueles que são constantemente enganados por ela acaba por se esvair num modesto nada devido à habitual falta de concentração provocada pela hiper-estimulação que essa indústria usa para nos manter sedados.</p>
<div align="justify"><span id="more-4487"></span></div>
<p align="justify">Mas afinal que “Armadilha Shakespeare” é esta que Kenneth Branagh usa em Thor? Para começar, a ideia de usar Kenneth Branagh como tarefeiro é genial, uma vez que nos transporta imediatamente para um imaginário de cinema de alguma qualidade e elementos com ligeiro cheiro a Shakespeare. Aqueles que sobrevivem esta primeira onda de pretensiosismo por osmose embatem fortemente numa elaborada campanha mediática que consiste em reforçar os elementos da obra desse ultra-utilizado poeta inglês neste Thor. Um filho príncipe que questiona o pai e o sua demanda para se tornar um rei justo através de um conjunto de provas que o fazem compreender a verdadeira dimensão do seu destino, os ódios figadais intra-povos que afinal até podem ser sanados com um pouco de relações públicas e alguma bruxaria Viking.</p>
<p align="justify">É esta “Armadilha Shakespeare” que serve de catalizador àqueles que teriam considerado em manter Thor como Guilty Pleasure e que agora lhe fazem publicamente o upgrade para <em>“Rico filme sim senhor, muito provavelmente a melhor adaptação de comics de sempre (again) e para quando um Oscar para filmes mainstream de Super-Herois e uma categoria para personagem inteiramente CGI como aquele macaco ou o duende de olhos grandes do que me fez chorar baba e ranho quando morreu estupidamente no penúltimo Harry Potter?”</em>  Mais coisa menos coisa…</p>
<p align="justify">Isto claro, é apenas o meu ódio a falar por si. Mas o que eu achei realmente do filme não fica muito além daquilo que o meu preconceito já vinha anunciando antes sequer de ter entrado na sala.</p>
<p align="justify">Podemos dividir Thor em três partes, facilmente identificadas como “Actos” ou “Atos” com a nova ortografia que tanto odiamos mas vamos ter que mamar como pequenas vaquinhas refilonas que somos. Na primeira parte o universo dos Deuses, intermináveis fluxos de arco-iris sobrepostos em puro caleidoscópico technicolor, um eden de perder de vista e o guarda roupa reciclado de Xena, a Princesa Guerreira. Deuses, reis, rainhas e a habitual opulência sobrenatural de qualquer reino imaginário que se preze. Thor cai em desgraça e perde o seu martelo. Parte 2, planeta Terra, cidade no fim do mundo, aparentemente criada de raiz como cenário. Thor tenta ganhar a sua humanidade e o cheiro a vagina incandescente de Natalie Portman ajuda-o a seguir o caminho dos justos e nobres. Partes 3, CGI Porn Fest em que a tarefa de compreender o que se passa apenas se torna possível pela simplicidade quase narcolaptica do guião. Fim. Não, afinal não é fim. Agora sim, é o fim. Mais valia ter sido no primeiro fim. Moral da história? “Aquilo a que vocês chamam ciência é aquilo a que nós chamamos magia”. Thor, se me estás a ouvir, podes muito bem enfiar esse martelinho no rabo para a próxima vez que procurares dar profundidade a um momento…</p>
<p align="justify">É, quanto a mim, alma pobre e afectada por uma visão enegrecida do mundo que pode muito bem ser apenas fruto de um cérebro com problemas funcionais, um filme reles. É pobrezinho, unidimensional e os personagens nunca passa do estado caricatural de um sketch do Saturday Night Live ou o do Conan O’Brien. Serve apenas como desculpa esfarrapada para cuspir um Avenger à laia de prequela do Avengers que estreia para o ano que que, provavelmente, irá ser da mesma classe de “bardamerda” deste Thor.</p>
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		<title>Paul (2011)</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 14:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzA4L3BhdWwuanBn"><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="paul" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/08/paul_thumb.jpg" alt="paul" width="425" height="213" border="0" /></a></p>
<p align="justify">A mente de um jovem geek é um fervilhar tão denso de conceitos que qualquer objecto, situação ou memória é pretexto para uma aventura imaginária com o próprio no centro da trama em que para se chegar a qualquer objectivo é necessário batalhar dragões, atravessar campos de arroz pejados de mercenários chineses com artilharia pesada que nunca acertam no alvo, chacinar um Dojo inteirinho cheio de ninjas, samurais e macacos assassinos munido apenas de um par de matracas e facas nos sapatos, escapar a torpedos de fotões e destruir a nave mãe com disparos cirúrgicos nos motores FTL, matar o vilão reptídeo com dois sabres de luz ao som de Navras da OST de Matrix (Juno Reactor), salvar a miúda jeitosa, leva-la para casa para um quarto escuro e copular até a fricção provocar um intenso cheiro a carne assada. E depois quando acaba a fantasia, uma masturbaçãozinha de rotina.</p>
<p><span id="more-4456"></span></p>
<p align="justify">Nick Frost e Simon Pegg são dois velhos amigos, ex-colegas de apartamento, e geeks da velha guarda. Têm a sorte poder fazer os filmes das suas próprias fantasias imaginárias geek e até agora não nos têm falhado. Shaun of The Dead, Hot Fuzz e Paul. Uma mistura de géneros clássico, com humor, acidez satírica social, meios de produção da primeira divisão e um cheirinho da boa e velha ultra-violência. O humor britânica fornece todo o colorido extra. É uma colaboração que prezo e que espero trazer frutos regularmente.</p>
<p align="justify">Desta vez este duo tipicamente british faz uma road trip geek, começando pela Comic Con e seguido por uma ida a sítios míticos do imaginário Sci-Fi, com passagem obrigatória pela clássico Area 51. E aí encontram um verdadeiro extra-terrestre, moldado pelos clichés morfológicos do género e com características comportamentais mais humanas que os humanos. Uma espécie de ALF adulto depois de 25 anos de drogas, álcool, prostituição, três divórcios, um emprego sem futuro a ordenado mínimo, pensão de alimentos a filhos que não tem bem a certeza serem seus e incontáveis noites a dormir num carro fedorento com manchas de marisco e maionese no banco de trás.</p>
<p align="justify">Mais do que um choque de civilizações, temos um choque de culturas, com os exageros redneck americanos a embater com a rectidão britânica e um extra-terrestre em permanente estado de perplexidade. Os temas religiosos, os seus extremismos e contradições são assuntos dos quais nunca me farto. Fora de um contexto inteiramente americanizado as coisas têm outro aspecto. Neste caso temos duas pessoas britânicas, europeias. Sim, os ingleses são estranhos, mas quando inseridos naquele ambiente temos uma proximidade maior, uma identificação. Seria interessante ver este tipo de filme com portugueses também. De Macedo de Cavaleiros.</p>
<p align="justify">É um filme fortemente crítico, sem restrições no que diz respeito ao tipo de linguagem usado, seja verbal ou gráfica. É violento, negro e delicioso. Pode à primeira vista não parecer uma típica colaboração Frost/Pegg, mas acabamos por nos apegar a ele. Aliás, esta sensação de “primeiro estranha-se depois entranha-se” é diagonal a todos os filmes deles, pelo menos nos que referi em cima.</p>
<p align="justify">Não se pode dizer que seja uma surpresa. É disto que estávamos à espera. Não é pior que os outros, é mais um filme nesta onda. O que é bom, porque quando se altera a direção as coisas podem ir para dois lados, sendo que só um é o correto. Eu gosto de Woody Allen, sem achar que ele é repetitivo. Não espero mais do que um filme de Woody Allen. Não espero que ele faça um sci-fi com robots assassinos ou um filme de ninjas. Espero apenas Woody Allen. Assim como nestes dois. Espero mais filmes deles, dentro destes parâmetros. Até porque não gosto de surpresas e já não tenho idade para emoções fortes.</p>
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		<title>The Priest (2011)</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 16:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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<p align="justify">Numa altura em que se esperava que a saga Twilight e os vampiros para teenagers fosse assassinar de vez o género cinematográfico na sua vertente menos juvenil, eis que Hollywood aproveita a boleia do hype vampiresco e continua a fazer aquilo que é a sua especialidade, mugir o conceito até à exaustão absoluta. Juntar uma distopia religiosa pós-apocalíptica com hordes de vampiros menos convencionais, monstros em CGI e bofetada bullet-time de três em pipa é a receita para mais um filme de época pré-blockbuster que se auto destrói depois de ter sido visto. E um novo conceito de caçador de vampiros, o homem de botins.</p>
<p align="justify"><span id="more-4377"></span>Os filmes de época pré-blockbuster têm características muito próprias. São simples e podem crescer para ser coroados como clássicos pela persistência do tempo ou podem esmorecer nas areias do esquecimento e dos canais de tvcabo. Normalmente são os filmes de maior orçamento dentro da classe de filmes de baixo orçamento. Os orçamentos contidos obrigam a uma ginástica mental e ao recurso a ferramentas imaginativas. Quando estas não existem então estamos perante um sério caso de morte anunciada. Um outro problema que tem vindo a decepar estes filmes são os ratings. Para garantir uma maoir amplitude de faixas etárias os filmes têm que ser editados para públicos mais jovens, o que significa menos violência, menos gore, linguagem mais moderada (que soa disconexa) e ausência de elementos sexuais, esse poder que comanda a vida. Se não forem salvos por uma versão Unrated tornam-se em filmes flácidos, inofensivos, insípidos, descartáveis.</p>
<p align="justify">The Priest surge neste veio. Cheio de boas ideias, herói em potência para um sem número de sequelas, um universo a explorar. Mas falha nalguns pontos relacionados com o &#8220;filme de época pré-blockbuster&#8221;. Com enorme potencial para carnificina, The Priest não entrega o que promete. A necessidade de despachar a conversa para ir directamente para sequências de acção faz com que os personagens não sejam devidamente apresentados e conhecidos. Sim, há logo fogo de artíficio, mas não queremos saber se os herói mata ou morre. Afinal de contas eu nem o conheço muito bem. Os inevitáveis clichés também não ajudam a criar identidade e a sensação que fica é que já vimos este filmes centenas de vezes antes.</p>
<p align="justify">Não é um filme que inspire a felicidade eterna mas também não deixa tendências suicidas. Digamos que é como aquele queijo light que quando metido num sandes só se nota o sabor do pão. Mas ainda assim deve ser visto porque é curto e porque pode ser visionado (é assim que se diz?) em modo multitask, e enquanto se batem claras em castelo, cosem umas bainhas de umas calças ou, porque não, como background para noite de sexo. É claro que não tem tanta nudez como o Perdidos na Tribo, mas tem aspecto menos artificial.</p>
<p align="justify">
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		<title>Alien Apocalypse (2005)</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 23:50:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzA2L2FsaWVuYXBvLmpwZw=="><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="alienapo" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/06/alienapo_thumb.jpg" border="0" alt="alienapo" width="425" height="260" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Depois do Apocalipse provocado por uma invasão de térmitas gigantes consumidoras de madeira e viciadas em cabeças humanas, o planeta está transformado num espaço desolado. Os humanos estão divididos em dois grupos, os escravos vestidos com fatos de pirata da Babou ligeiramente modificados para parecerem pedintes e os capangas das térmitas vestidos com barbas postiças do Deborla e camisas excessivamente brilhantes como os fatos de cowboy que os chineses vendem no Carnaval. Mas um esperança cai dos céus, um grupo de astronautas que esteve ausente durante 40 anos e que, desafiando todas as leis da física, lógica, química e canónica, vão lutar pela supremacia da raça humana. Um telefilme do canal Syfy. Poderia ser a pior pedaço de matéria morta alguma vez cuspida e escarrada para as nossas televisões, não fosse um simples factor que faz subir uma produção de esgoto a céu aberto a fantástico guilty pleasure: Bruce fuckin&#8217; Campbell.</p>
<p><span id="more-4369"></span></p>
<p style="text-align: justify;">Não se enganem, este filme pode à primeira vista parecer um horrendo série Z que não vale sequer o nosso desprezo, porque à segunda vista vão ter a mesma sensação. E à terceira. E à quarta&#8230; Excepção para aqueles que, como eu, idolatram Campbell como o Rei da Série B, o para-sempre Ash, o mestre do BoomStick. É verdade que que faz sempre o mesmo personagem, mas é como ver um arco-iris brotar de dentro de uma fossa céptica, um analgésico que nos faz suportar melhor as agruras do dia a dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Algures na primeira metade da década de 2000 o semideus Bruce Campbell contactou o canal de TV Sci-Fi (actual SyFy) com o intuito de apresentar duas propostas para filmes. Este Alien Apocalypse e The Man With The Screaming Brain. Obviamente que a proposta foi aceite. Só Bruce consegue transformar esta linha de montagem de palha de encher grelhas de programação em algo com algum significado. Os filmes são propositadamente xunga, a estética é carregada e o absurdo caminha de mão dada com o nonsense num festival de clichés que aqui funcionam como guidelines. É preciso perceber este nível de abstração para apreciar estes dois brainchilds do mestre Bruce Campbell.</p>
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		<title>GOZU aka Gokudô kyôfu dai-gekijô (2003)</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Apr 2011 20:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4329" title="gozu" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/04/gozu.jpg" alt="" width="425" height="241" /></p>
<p style="text-align: justify;">Para quem conhece Takashi Miike, as palavras &#8220;bizarria&#8221; e &#8220;demência&#8221; são  bastante familiares. A estrutura deste filme acaba por se assemelhar  bastante ao filme Spirited Away (A Viagem de Chihiro), mas em vez de ser  para crianças é para alucinados e cinéfilos com tomates. Há um tipo que  desaparece e o seu amigo faz uma fantástica viagem em busca do seu  corpo. Nessa viagem conhece uma mulher que comercializa o leite dos seus  próprios seios, um homem com uma estranha doença de pele que parte o  pescoço ciclicamente, um medium poderoso que só funciona quando lhe  açoitam o rabo com um chicote, um tipo com cabeça de vaca, um parto fora  do comum ou mesmo um senhor que quando acorda é uma senhora&#8230; E isto é apenas a parte convencional do filme.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4328"></span>A cinematografia é de constante claustrofobia e pânico, colocando o  cinéfilo desprotegido no meio de um desconfortável ambiente que nem o  final vem aliviar. Tal como em todos os seus filmes, Miike não filma em  cenários, usa sempre locais em que é só levar a câmara e disparar, com  pouco material. É assim que faz uns 5 ou 6 filmes por anos. O homem caga  filmes&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">É um filme não convencional, algo que faz parecer o cinema da David  Lynch filmecos para larilas. Mais do que um murro no estômago é uma  sucessão de duas horas de murros na cabeça, um espectáculo de  surrealismo violento, uma partitura de sangue e horror. A meu ver, é uma  obra prima.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando se fartarem de lamber o cu ao cinema de Hollywood e ficarem com aquela sensação de vazio e refluxo ácido, vejam este&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ARQUIVO</strong>: Publicado no cinemaxunga antigo a 18/12 de 2005</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4328" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/03/21/audition-aka-odishon-1999/" title="Audition aka Ôdishon (1999)">Audition aka Ôdishon (1999)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/21/d%c3%b8d-sn%c3%b8-2009/" title="Død snø (2009) ">Død snø (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/01/18/videodrome-1983/" title="Videodrome (1983)">Videodrome (1983)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/08/18/big-boob-butt-bangers-4-2003/" title="Big Boob Butt Bangers 4 (2003)">Big Boob Butt Bangers 4 (2003)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/15/escape-from-new-york-1981/" title="Escape From New York (1981)">Escape From New York (1981)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/07/09/the-man-from-earth-2007/" title="The Man from Earth (2007)">The Man from Earth (2007)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/13/hobo-with-a-shotgun-2011/" title="Hobo with a Shotgun (2011)">Hobo with a Shotgun (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/31/machete-2010/" title="Machete (2010)">Machete (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/03/severance-2006/" title="Severance (2006)">Severance (2006)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/01/2774/" title="4 saudosos elementos cinematográficos esquecidos">4 saudosos elementos cinematográficos esquecidos</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Hobo with a Shotgun (2011)</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Apr 2011 16:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de mais nada deixem-me fazer o disclaimer do costume no que diz respeito a filmes de Grindhouse ou outros que não sendo para levar demasiado a sério, são terrivelmente divertidos. Isto porque aparecem sempre umas Maria Amélias a dizer &#8220;como é possível gostar disto&#8221; ou &#8220;não gostei, esperava mais&#8221; como se de algum modo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-4312 aligncenter" title="2011_hobo_with_a_shotgun_001" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/04/2011_hobo_with_a_shotgun_001.jpg" alt="" width="425" height="181" /></p>
<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada deixem-me fazer o <em>disclaimer </em>do costume no que diz respeito a filmes de Grindhouse ou outros que não sendo para levar demasiado a sério, são terrivelmente divertidos. Isto porque aparecem sempre umas Maria Amélias a dizer &#8220;c<em>omo é possível gostar disto</em>&#8221; ou &#8220;<em>não gostei, esperava mais</em>&#8221; como se de algum modo esperassem encontrar o sentido na vida num filme que retrata as aventuras de um sem-abrigo com uma caçadeira. Normalmente são jovens que idolatram os Oscars, fingem gostar do 8½ de Fellini para efeitos de promoção pessoal por intelectualidade, falta de sentido de humor e que devido à sua própria falta de confiança pensam que quando as pessoas se riem é deles e, mesmo os do sexo masculino, têm vagina. São os mesmos que vão ver a Hanna Montana e o Harry Potter para depois fazerem críticas onde mencionam excertos da teoria semiótica da narrativa e  escreverem que os filmes são demasiado infantis para serem levados a sério. Virgens, portanto!</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4306"></span>No continuação de adaptações ao cinema dos célebres Faux Trailers de Grindhouse, Hobo With a Shotgun é o segundo a receber adaptação oficial, depois de Machete em 2010. Quer isto dizer que não faltará muito para que estreie Don&#8217;t, Thanksgiving e o meu preferido Werewolf Women of the SS. Esperamos apenas que a crise não nos reduza a largura de banda nos próximos tempos.</p>
<p style="text-align: justify;">Hobo With a Shotgun é um filme do género <em>action exploitation</em>, um género bastante familiar a todos aqueles que, como eu, se aproximam perigosamente dos 40 anos de idade. Nos final dos anos 8o os clubes de video estavam pejados de filmes de violência extrema, normalmente de origem italiana cujos elementos chave eram sempre uma história de vingança sangrenta, alto factor de &#8220;randomness&#8221; e uma especial originalidade nas mortes, sempre com o sangue na casa dos hectolitros. Sim, claro que eram mal feitos, irrealistas e por vezes para forçar uma determinada morte era preciso curvar ligeiramente a narrativa no sentido do &#8220;perfeitamente idiota&#8221;. Hey, mas era extremamente divertido, <em>who cares</em>?</p>
<p style="text-align: justify;">A história é simples, como convém. Um sem-abrigo chega a uma cidade imersa num violento caos, de polícia corrupta, violência, prostituição, a fazer Old Detroit de Robocop parecer a capital da Noruega. Controlada por gangs retro-futuristas e outras caricaturas saídas directamente dos 80s e governada pelo mais detestável vilão da História da sétima arte, um espécie de Boss Hog mutante dos Dukes of Hazzard propulsionado a meta-anfetaminas e fluido vertebral de recém-nascidos. Os seus dois filhos não se ficam atrás, dois Cristianos Ronaldos Lookalike com uma aptidão fora do normal para infanticídio em massa. O nosso sem abrigo é puxado para este mundo sem perceber como e não tem outro remédio senão começar a trespassar intestinos e rebentar cérebros à força de balázio de caçadeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Seguem-se os piores actos de violência e sadismo alguma vez visto no cinema mainstream ocidental, desde queimar um autocarro de crianças com lança-chamas até clubes de tortura onde prostitutas que rendem pouco são usadas para arte de retalho para diversão de grupos de rapaziada jovial que já não sente prazer em estropiar grávidas ou atropelar freiras. O sangue flui como água em Cabora Bassa e ninguém escapa impune aos constante fluxo de carnificina que parece  nunca abrandar nos 80 minutos úteis de duração do filme. Atenção que eu vi a versão Unrated.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim desenganem-se aqueles que pensam que lá por ser uma homenagem/paródia se caiu num nível de produção de Scary Movie ou outros subprodutos tóxicos hollywoodianos do género. Nada disso. Tecnicamente, Hobo with a Shotgun é muito bom. Um cuidado especial na fotografia, saturada e rica em detalhe, a iluminação é exuberante e competente a atingir aquilo a que se propõe. A narrativa não é especialmente meritória de um Nobel mas é servida a um ritmo competente e &#8220;just in time&#8221;. O detalhe dado às cenas é muito original, com uma densidade de boas ideias de produção rara num filme de acção. Uma estética de violência e um trabalho de câmara excepcional. Tem, no entanto, uma cortante falta de nudez e sexo que ficariam muito bem entre os 45 e os 50 minutos, antes da partida para a sequência final de mortandade.</p>
<p style="text-align: justify;">Ver morrer é um prazer! Um belo serão que se passa à lareira a ver pessoas a falecer violentamente antes do seu tempo junto da nossa amada, quem sabe para comemorar um aniversário de casamento ou de namoro. Estou a gozar, obviamente. Vejam-no sozinhos ou com colegas da ganza, senão as vossas senhoras infernizar-vos-ão o juízo até ao dia do juízo final e sempre que estiverem quase a perder uma discussão irão dizer &#8220;<em>Ai é? E aquele filme que me fizeste ver no nosso primeiro aniversário? Aquela coisa horrível que me fez correr para casa dos teu melhor amigo à procura de um ombro para chorar. E por causa deste filme de merda uma coisa levou à outra e quando dei por ela já o video tinha 449.893 hits no pornotube, o dobro do video mais visitado da tua mãe!</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p><object width="425" height="269"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ssHEAOrAdCU?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/ssHEAOrAdCU?fs=1&amp;hl=pt_PT&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="269"></embed></object></p>
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		<title>The Social Network (2010)</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Mar 2011 22:07:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
				<category><![CDATA[Xunga e Boff!]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?url=aHR0cDovL2NpbmVtYXh1bmdhLm5ldC9ibG9nL3dwLWNvbnRlbnQvdXBsb2Fkcy8yMDExLzAzLzIwMTBfdGhlX3NvY2lhbF9uZXR3b3JrXzAwOC5qcGc="><img style="background-image: none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; padding-top: 0px; border: 0px;" title="2010_the_social_network_008" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2011/03/2010_the_social_network_008_thumb.jpg" border="0" alt="2010_the_social_network_008" width="425" height="286" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Se eu fosse um multibilionário cujo negócio online rendesse valores na ordem dos milhares de milhões por ano, muito provavelmente gostaria de imortalizar o meu nome na cultura popular. Se os romanos faziam estátuas, hoje fazemos filmes. Eu tiraria da minha carteira de trocos uns míseros 100 ou 200 milhões de dólares, contrataria um renomeado realizador como tarefeiro do meu projecto cesariano e criaria um mito à minha volta. Gostaria de ser retratado como um génio de personalidade granitosa, aparentemente impiedoso e calculista, mas na realidade um coração mole que apenas demonstraria em momentos de vulnerabilidade ou quando quisesse facturar em larga escala, o que na realidade nem era preciso porque, convenhamos, com milhares de milhões a caírem anualmente até poderia ter 24 tipos diferentes de SIDA e hálito a sardinha podre e a própria miss Universo me viria pedir permissão para se ajoelhar e assim me doar um generoso felácio.</p>
<div style="text-align: justify;"><span id="more-4258"></span></div>
<p style="text-align: justify;">Compreendo perfeitamente a existência neste filme, o momento é o ideal. A imagem de Mark Zuckerberg, criador do Facebook, como a mais intergaláctica super-estrela da actualidade e se há momento para a rentabilizar, o momento é este. Também compreendo o fascínio mundial por este filme, numa altura em que tudo o que é Facebook é motivo de interesse. É a buzzword do momento, que ameaça mesmo destronar o verbo googlar no topo dos chavões tecnológicos para impressionar parolos inebriados em festas pouco inspiradas. Até na Antena 1, todas as manhãs há um desgraçado que tem cerca de um minuto para fazer a ronda pelas redes sociais e esse minuto é sempre algo do género “<em>Nas redes sociais temos grandes novidades. Existe uma página nova no facebook que exige o regresso de Olga Cardoso às manhãs da TVI ou, em alternativa, um novo gelado de sabor a fiambre com a forma do Suriname, período 1924-35</em>.” Resumindo, o mundo anda apaixonado pelo facebook.</p>
<p style="text-align: justify;">Social Network vem mamar todos aqueles dólares perdidos na órbita do Facebook, aquelas migalhas que o comilão Zuckerberg deixa para trás que os seus seguidores usam para se financiarem também na vaga do social networking.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas como filme não me seduz. Olhando para a obra de David Fincher, não consigo compreender como se deixou enredar neste folhetim de hype, tendo prescindido de toda a sua personalidade e capacidade de grande realizador que é. Tirando a sua equipa técnica que produz um belo visual dourado e rico em texturas, temos uma fraca narrativa que podia muito bem ser condensada em 4 páginas na Lux Woman com o título “<em>Mark Zuckerberg trai o seu melhor amigo em noite de orgia de sexo e drogas. A sua mãe fala-nos do drama que ainda vive e o seu avô exibe pela primeira vez em público o par de ceroulas que tinha vestido quando III Reich sucumbiu à investida soviética a Berlim</em>.”</p>
<p style="text-align: justify;">Temos, portanto, um filme fraquinho que se aproveita do povo para sacar dólares, uma narrativa perdida e ténue que se nunca se decide do que abordar, se o drama existencial de Mark como o Forrest Gump da Internet ou a guerra judicial pelos direitos da plataforma. Além disso também o achei demasiado polido, como se tivesse sido branqueado para abarcar camadas mais jovens de público, no sentido de … Exacto, sacar mais dólares! O próprio núcleo propulsor do filme, a facto de Mark ter iniciado a sua carreira meteórica porque foi rejeitado por uma namorada, nunca nos faz identificar e compreender a sua personalidade e motivações. O que é estranho, porque foi um belo alicerce emocional que Fincher não aproveitou bem. Ah, e já agora, o mambo jambo informático também é de enfiar os dedos à boca.</p>
<p style="text-align: justify;">É hype, puro e duro. Um caça tansos épico que se arrastou pelas bilheteiras adentro qual locomotiva descontrolada, acabando mesmo por estacionar nos oscares, garantindo um belo resultado na venda de DVDs, Blurays, VODs e direitos de transmissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Em anexo deixo-vos o já incontornável “<em>How… Should Have Ended</em>” que faz um belo resumo do filme mas que também não traz lá grande frescura ao final.</p>
<div id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:fa148c20-e0a3-48cd-a3ee-ec0f7ebb495b" class="wlWriterEditableSmartContent" style="margin: 0px; display: inline; float: none; padding: 0px;">
<div><object width="425" height="269"><param name="movie" value="http://www.youtube-nocookie.com/v/Nnl-yQjGYBs?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="269" src="http://www.youtube-nocookie.com/v/Nnl-yQjGYBs?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
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		<title>Machete (2010)</title>
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		<pubDate>Fri, 31 Dec 2010 12:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4138" title="machete" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/10/machete_poster2.jpg" alt="" width="425" height="240" /></p>
<p style="text-align: justify;">Chega ao fim mais um ano. Na minha lista de rascunhos procurei algo que estivesse pendurado injustamente. Pesco este Machete que mantive em banho maria por demasiado tempo. Não posso dizer que Machete seja a minha paixoneta cinematográfica do ano porque sou uma pessoa com grande dificuldade em demonstrar entusiasmo ou qualquer estado emocional que requeira algum nível de euforia. Mas que Machete foi um belo filme de 2010, isso não podemos negar. Não será certamente uma mensagem inspiradora que possa criar benevolência e ondas universais de filantropia. Não. É apenas divertimento no seu estado mais puro. Mas atenção, não é divertimento para todos, é para quem o conseguir inserir no seu lugar. E também é o uso mais divertido de um intestino humano desde o Braindead de Peter Jackson em 1992 ou as filmagens de Tomás Taveira em 1989.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3870"></span>Para que se possa compreender Machete deve-se compreender primeiro o conceito de Grindhouse. Acho que já tinha abordado este assunto algumas vezes antes, mas na época de Internet em que toda a gente tem memória de passarinho nunca é demais realçar as coisas que queremos ver bem elucidadas. Ora portanto Grindhouse. Grindhouse é um termo impossível de compreender para um português ou outro qualquer habitante de um país fora dos Estados Unidos. Mas felizmente temos em Portugal a nossa própria versão de Grindhouse. Nos anos 80 e inícios dos anos 90 a indústria de distribuição de cinema era diferente do que é hoje. Havia dois tipos de salas de cinema. A primeira divisão, onde passavam as estreias e os filmes mais mainstream. Depois havia a segunda divisão que englobava as salas mais pequenas com filmes série B ou filmes mainstream com mais de 6 meses, as salas de bairro, o cinema itinerante de aldeia e as míticas salas de praia que ainda hoje persistem nalguns locais do país. Essa segunda divisão é o nosso Grindhouse. Normalmente sessão duplas, filmes que só eram exibidos um dia ou dois, cópias cortadas e mal tratadas, erros de projecção, cinematografias menos mediáticas, violência, terror e a sempre omnipresente pornografia depois da meia noite.</p>
<p style="text-align: justify;">É numa homenagem ao contexto descrito anteriormente que devemos ver Machete. Os elementos são desse tipo de cinema, os deliciosos detalhes copiados fielmente. Não se pode dizer que seja grande surpresa porque quem viu Planet Terror sabe que se há um mestre deste tipo de cinema, esse mestre é Robert Rodriguez. A fotografia, os planos, os clichés, as desnecessidades da violência gratuita, os goofs, os plot holes, o exagero, a preguiça narrativa contornada com acrobacias absurdas, sexo em barda de modo perfeitamente aleatório&#8230; Não falta nada aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o filme acaba e pensamos objectivamente no que acabamos de presenciar é impossível não pensar algo do género &#8220;<em>Como é que se consegue condensar tamanha quantidade de actores famosos, secundários de peso, argumento multithread em pouco mais de 90 minutos?</em>&#8220;. E de tal intensidade, fluxo de informação e passo acelerado que duas ou três visualizações extra não fazem mal a ninguém, com a vantagem de se descobrirem detalhes a cada vez que se (re-)vê. Danny Trejo vê-se assim, de repente, transformado num action hero de referência, num icon sexual do novo milénio e vem provar que quando é preciso matar e copular em larga escala sem perder de vista o objectivo da missão é necessário bem mais que uma carinha laroca.</p>
<p style="text-align: justify;">A galeria de actores é de uma beleza quase surreal. Não apenas na quantidade de nomes sonantes como no tipo de papel atípico que desempenham sob a batuta de Rodriguez (Eu também não gosto da metáfora da batuta, mas não me ocorreu mais nada que, sorry. Estão à vontade para destilar veneno nos comentários). Robert De Niro, irreconhecível político redneck vira-casacas com elevado instinto de sobrevivência. Jessica Alba, pouco mais que um belo rabo, cara laroca e uma boquinha marota, não me parece que tenha sido o casting ideal, mas como se trata de Grindhouse, passa&#8230; Steven Seagal, o mais denso cepo unidimensional no seu primeiro papel de bad guy. Priceless. Eu adorei-o pela primeira vez na vida. Aliás, deve ser o único filme com ele que vi mais de 3 minutos. Michelle Rodriguez como sempre muito bem no papel de bela musa da ultra-violência. Nem com um olho a menos perde piada. Ainda há lugar para Lindsay Lohan a fazer de si própria, Don Johnson também irreconhecível no papel de pulha genérico e toda uma gama de secundários de respeito.</p>
<p style="text-align: justify;">É também interessante este aspecto de  dualidade absoluta dos personagens. Ou são bons e justos ou demoníacos. Mais ou menos com num episódio de Knight Rider ou McGyver. Não há espaço para tons de cinzento no universo sangrento de massacre. Nas sábias palavras de Yoda &#8220;Do or do not, there is no try!&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Concluindo que já se faz tarde, devo dizer que não estamos perante uma evolução no cinema moderno. Não estamos perante a nova &#8220;Next Big Thing&#8221; de Hollywood. Clássico instantâneo. Estamos perante um filme que é imensamente divertido e que para ser consumido em toda a sua glória teria que ser visto no cinema da Praia de Monte Gordo a meio do mês de Agosto ou, em alternativa, numa cópia de uma cópia em VHS, com fotocópia da capa a preto e branco (modo econofast). Ou Beta. Beta não era mal.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom 2011 para todos e que, no mínimo, não vejamos a nossa vida a andar para trás. Amo-vos a todos como irmãos. E não falo daqueles irmãos que o meu pai deixou no ultramar e que nunca conheci, mas sim de irmãos verdadeiros que nos fazem a vida um pouco mais colorida. Não colorido no sentido gay da expressão, mas no sentido de ajuste de saturação de um TV ou um monitor descalibrado.</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Dec 2010 22:35:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O género cinematográfico &#8220;alienígena escaganifobético&#8221; não é um exclusivo dos últimos anos. Cada época, cada cinematografia ou onda tendencial tem os seus exemplares. The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension é um delírio dos anos 80, uma obra de tão genial bizarria que não podemos evitar fazer constantemente a pergunta &#8220;Como é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4127" title="buckaroo6" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/12/buckaroo6.jpg" alt="" width="425" height="425" /></p>
<p style="text-align: justify;">O género cinematográfico &#8220;alienígena escaganifobético&#8221; não é um exclusivo dos últimos anos. Cada época, cada cinematografia ou onda tendencial tem os seus exemplares. The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension é um delírio dos anos 80, uma obra de tão genial bizarria que não podemos evitar fazer constantemente a pergunta &#8220;Como é que alguém autorizou tal coisa?&#8221;. Rock star, neurocirurgião, físico quântico, herói da banda desenhada e aventureiro. Apresento-vos Buckaroo Banzai, herói nipo-americano capaz de salvar o planeta Terra das garras dos demoníacos seres da oitava dimensão, todos chamados John.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4053"></span>Basta ver Jeff Goldblum vestido de cowboy de extremo garrido farfalhudo para perceber que não estamos perante um filme normal, mesmo para os canones alucinogénicos dos anos 80. Também não se pode dizer que seja um experimentalismo série Z, para encher prateleiras de clubes de vídeo ou passar em horas obscuras em canais de cabo. Nada disso. Buckaroo Banzai foi uma tentativa gorada de criar um novo tipo super-herói, um estilo mais &#8220;comic sem super-heróis&#8221;, num mix de acção com comédia de exageros, como foi este ano que passou Scott Pilgrim, por exemplo. Mas neste caso com chumaços para os ombros e bolas de espelhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto de realce neste épico esquecido pelas areias do tempo é a invejável lista de actores. Ora vejamos; Peter Weller (Robocop, oh yeah!), John Lithgow (Supreme Commander), Jeff Goldblum ou ainda o mítico Christopher Lloyd (aka Doc Brown). Todos em inesquecíveis personagens, para o bem ou para o mal. É pena o argumento ser pobrezinho em conceito, porque realmente existe algum potencial num filme contenha a expressão &#8220;across the 8th dimension&#8221; no título.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou fazer uma coisa que não faço há algum tempo, um resumo livre. Ora vejamos&#8230; Buckaroo Banzai testa um novo sistema de navegação que permite, entre outras coisas, atravessar montanhas ou volumes de alta densidade sem haver contacto. O problema é que Banzai entra em contacto com umas criaturas malandrecas a meio de uma experiência. Está dado início ao plano dos agentes adormecidos dos maléficos malandrins da oitava dimensão, curiosamente todos chamados John. E quando o mundo está prestes a ceder à hegemonia alienígena, um extra-terrestre (rastafari) do mesmo planeta alia-se às temíveis hordes de Buckaroo Banzai  pela reconquista da liberdade planetária, numa batalha de proporções épica, onde as mais poderosas super-potências não podem fazer mais que assistir a Buckaroo distribuir bofetada em lombo alienígeno. Além disso temos uma criança de 12 anos a usar um metralhadora sem supervisão de um adulto, uma melancia misteriosa cuja utilidade não é nunca revelada e uma sequência de créditos finais de antologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom e se isto não vos convenceu, acho que nada nunca vos poderá convencer&#8230; Talvez esta secção de multimédia ajude. Já agora, se estiverem interessados em ver uma versão em HD sem terem que pagar, basta que tenham Zon. Está a passar incessantemente no canal MOV. Quando digo &#8220;sem terem que pagar&#8221; e &#8220;basta que tenham Zon&#8221; na mesma frase estou a cometer um erro que pode causar a implosão da realidade e a anulação de grande parte da Via Láctea perante o contacto de tanta anti-matéria.</p>
<p>Trailer:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="260" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/0gNJ1z-ulB4?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="260" src="http://www.youtube.com/v/0gNJ1z-ulB4?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4129" title="buckaroo1" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/12/buckaroo1.jpg" alt="" width="410" height="240" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4130" title="buckaroo3" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/12/buckaroo3.jpg" alt="" width="406" height="312" /></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-4132" title="buckaroo5" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/12/buckaroo5.jpg" alt="" width="425" height="239" /></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=4053" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/07/ninja-iii-the-domination-1984/" title="Ninja III: The Domination (1984) ">Ninja III: The Domination (1984) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/11/13/porque-hoje-e-dia-do-pai-em-tatooine/" title="Porque hoje é dia do Pai em Tatooine">Porque hoje é dia do Pai em Tatooine</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/07/18/series-de-ficcao-cientifica-dos-anos-80/" title="Séries de Ficção Científica dos anos 80">Séries de Ficção Científica dos anos 80</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/05/o-anel-de-noivado/" title="O Anel de Noivado">O Anel de Noivado</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/01/2774/" title="4 saudosos elementos cinematográficos esquecidos">4 saudosos elementos cinematográficos esquecidos</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/18/anvil-the-story-of-anvil-2008/" title="Anvil! The Story of Anvil (2008) ">Anvil! The Story of Anvil (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/07/teen-wolf-1985/" title="Teen Wolf (1985)">Teen Wolf (1985)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/04/500-days-of-summer-2009/" title="(500) Days of Summer (2009) ">(500) Days of Summer (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/30/predator-1987/" title="Predator (1987)">Predator (1987)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/18/the-hitchhikers-guide-to-the-galaxy-2005/" title="The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) ">The Hitchhiker&#8217;s Guide to the Galaxy (2005) </a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Scott Pilgrim vs. the World (2010)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 23:31:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Correio dos leitores: Querido cinemaxunga, há uns tempos o meu marido pediu para lhe meter o dedo no ânus enquanto fazíamos amor e ele disse nunca ter tido um orgasmo tão intenso como nesse dia. Passados um dias pediu-me para ser mais audaz e uma coisa levou a outra e a semana passada os vizinhos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-4015" title="scottpilgrim" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/11/scottpilgrim.jpg" alt="" width="425" height="212" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Correio dos leitores:</strong> Querido cinemaxunga, há uns tempos o meu marido pediu para lhe meter o dedo no ânus enquanto fazíamos amor e ele disse nunca ter tido um orgasmo tão intenso como nesse dia. Passados um dias pediu-me para ser mais audaz e uma coisa levou a outra e a semana passada os vizinhos chamaram a policia e levaram-nos o casal de contorcionistas vietnamitas especializados em casais, um anão malabarista, um touro mecânico de marca Virix com as extensões Falix 2 e GigaFalus, um conjunto de buttplugs com crina de cavalo em forma de monumentos nacionais e um pé de borracha com meia perna  (modelo realista Cristiano Ronaldo com 3 modos de vibração). Tivemos que passar a noite na prisão, coisa que não nos teria incomodado não fosse uma corrente de ar incómoda e persistente. Percebemos na altura que deviamos ter comprado os fatos em cabedal e em vez de PVC que deixa passar o frio. Tivesse trazido a chave das algemas e poderia ter ajudado o meu marido que se viu impedido de protestar devido a um bocal de bola asfixiante (com ventilação assistida, obrigatório pelas leis da UE) e coleira com trela que os polícias insistiram que mantivesse para as fotos. A minha dúvida é: vale a pena ir ver o Scott Pilgrim ao cinema? Ou devo esperar por um dengoso domingo à tarde na TVI?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-4014"></span>Cara leitora, em primeiro lugar deixe lhe diga que não sou a pessoa indicada para a aconselhar neste campo, uma vez que não sou grande adepto de filmes com Michael Cera. Aliás, prefiro levar pontapés nas costelas a assistir filmes deste actor e não sou adepto de práticas sado-masoquista como vossa excelência. Não que eu despreze tal actividade, apenas nunca adquiri gosto pelas práticas, mesmo depois de várias tentativas que culminaram numa pelada púbica por combustão acidental.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas sendo eu adepto de bandas desenhadas pensei ser capaz de apreciar o filme com em toda a sua magnificência, apenas para perceber que na realidade sou mais velho do que penso porque já não acho piadas a filmes que façam demasiadas referências a videojogos ou ao Dragon Ball.</p>
<p style="text-align: justify;">Achei portanto o filme sensaborão e obsceno para os sentidos e tive realmente pena que o pequeno Scott Pilgrim não tivesse morrido prematuramente no decorrer da sua demanda. Senti muito mais empatia pelos 7 namorados maléficos, nomeadamente a lésbica que me provocou um ligeiro formigueiro no baixo ventre. Posso mesmo afirmar que o excesso de efeitos especiais e a falta de respeito pelas mais elementares leis da física me fizeram sentir um pouco mais queimado por dentro.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas se insiste em achar que é jovem e que o estilo de vida de fortes influências de um japão metropolitano e palpitar de mangas e piscadelas de olho recorrentes a hentai, então faça o favor de assistir a esta película mas não me venha depois foder o juízo que foi uma perda de tempo. Vaca!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PS: </strong>Apreciei as omnipresentes referências a Smashing Pumpkins, que Deus os tenha&#8230;</p>
<p><!--more--></p>
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		<title>MacGruber (2010)</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 23:45:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3909" title="macgrub" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/09/macgrub.jpg" alt="" width="425" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por muito amante do cinema que se seja, há sempre que ponderar o que se assoma perante nós. Quando um filme se insere num determinado template percebemos claramente o rumo que os acontecimentos vão tomar. Temos duas opções. O filme é bom e queremos ter o prazer de o ver todo ou dá para perceber que vai ser o mais degradante espectáculo que alguma vez vomitado por um ecran. Apesar do tempo perdido parecer relativamente inócuo à altura em que o gastámos estupidamente, um dia vamos estar a sobrevoar o Atlântico e o piloto avisa que o avião se vai despenhar em chamas numa zona infestada de tubarões e pensamos em tudo o que podíamos ter feito e não fizemos e no tempo de perdemos em idiotices. E esse filme que falei anteriormente vai martelar a nossa consciência até ao limite máximo da exaustão, até que a última tíbia seja deglutida pelo sistema digestivo de um jovem tubarão branco com ambições de liderança.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3803"></span>E um desses filmes que ameaçam fazer desaparecer tão precioso tempo é MacGruber. Mas eu adiantei-me e passados 20 minutos abandonei o seu visionamento entre um ou outro impropério às produções adaptadas do Saturday Night Live e como sou idiota ao pensar que desta vez iria ser um bom filme. São saudades do Wayne&#8217;s World, a única adaptação SNL que merece vénia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ora, pelo pouco que vi, MacGruber é um spoof que mistura um McGyver com o Rambo e um toque de libidinoso de Austin Powers. Passada esta introdução de personagens parece-me uma oblonga e tediosa sequência de sketchs que têm como denominador comum a punch-line, repetido até à exaustão como se o seu público alvo fosse o protagonista do Memento ou dois macacos expulsos de um laboratório de testes cosméticos por motivo de incompetência e falta de empenho.</p>
<p style="text-align: justify;">De saudar a cena de sexo, que tem piada mas não atinge nenhum nirvana humorístico. Vejam no YouTube. Ou melhor, deixem que a transporte para aqui para que a vossa perda de tempo seja minimizada e quando estiverem a ser comidos por tubarões no meio do Atlântico, rodeados por pedaços de avião em chamas e cadáveres de executivos, possam dizer &#8220;<em>Sim, o Pedro é realmente um gajo porreiro por todo o tempo perdido que nos poupou.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="256" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Z7OQxkHfZi8?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="256" src="http://www.youtube.com/v/Z7OQxkHfZi8?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>Iron Man 2 (2010)</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 20:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3822" title="ironman2" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/09/ironman2.jpg" alt="" width="425" height="232" /></p>
<p style="text-align: justify;">No final de Iron Man 2 mijei-me de pânico pelas pernas abaixo por ter tido uma pequena amostra daquele que é o meu maior pesadelo. Uma ameaça que há anos paira sobre nós, qual piano de cauda, que vai e volta consoante as marés. Um evento que poderá por si só por fim à humanidade tal como a conhecemos, nem que seja por breves segundos. Estou a falar, como é óbvio, do ameaçado remake de Robocop, essa incerteza que nos retira  força de vida a cada dia que passa.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3794"></span>Verdade seja dita que o primeiro Iron Man foi para mim uma agradável surpresa. Preparava-me para assistir ao mais abominável dos filmes quando fui conquistado, plano após plano, por uma energética nova abordagem cinematográfica ao universo Marvel, ao contrário dos anteriores esforços plastificados, forrados a CGI nada realista e fogo de artificio para talegos. Neste primeiro Iron Man há uma réstia de honradez humana, um pulsar emocional com o qual nos possamos identificar. Não no facto de todos termos problemas quando vestimos a nossa armadura de robot voador assassino, mas no facto de se sentir a urgência do sofrimento humano, o instinto de sobrevivência. Excluo desta bela alegoria os 15 minutos finais, o tal fogo de artificio obrigatório para talegos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o mesmo não esperava desta segunda parte. Não porque o meu superior instinto cinéfilo me fez desconfiar, mas porque por toda a parte choviam críticas com uma mensagem comum: o filme não vale uma merda.</p>
<p style="text-align: justify;">E mais uma vez lá fui eu ver outro Iron Man preparado para assistir ao mais abominável dos filmes. No final outra surpresa. Iron Man não é definitivamente o mais abominável dos filmes, é apenas mais um filme abominável, que não sendo propriamente um elogia acaba por o equiparar ao estatuto de &#8220;Blockbuster Comum&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">A única coisa que pode salvar este Iron Man 2 dos poços da fetidez cinematográfica é a performance de alguns actores que salvam o filme com o pêlo. Tenho que admitir que gosto cada vez mais de Mickey Rourke, esse actor renascido que parece um misto de Bruce Willis caído num bidão de ácido sulfúrico com um Stallone fundido num pod de teletransporte com Snoop Doggy Dog, mas em louro. Consegue fazer um excelente vilão ou um extremoso pai de família. Robert Downey Jr. também faz um fantástico Tony Stark ao ponto de ser dificil de imaginar outro actor no papel. Por outro lado, o feminino, Scarlett Johansson abana o rabo e faz miau (e mais nada) e Gwyneth Paltrow é um ódio pessoal que tenho, por isso nada que possa dizer dela a eleva acima de enjoada com eterno sindrome pré-mestrual. Mal representado, o lado feminino.</p>
<p style="text-align: justify;">Bom, o certo é que Iron Man 2 nada mais é do que um longo teaser trailer, promo movie dos Avengers que devem estar por aí a estrear, mais ano menos ano. E baseado no que vi até agora desse teaser / promo trailer a minha vontade de o ver equipara-se em expectativa à minha vontade de entalar os testículos na gaveta das meias por acidente. Já agora, quem diabos é o Nick Fury? Eu de Marvel não tenho grande background, só as capas de Wonderwoman que usava para esgalhar o pessegueiro na quarta classe.</p>
<p style="text-align: justify;">O filme acaba por ser um CGI porn com narrativa errática e débil, quase inexistente. Tem os seus momentos que rapidamente se esquecem devido à estupidez da batalha final. Podia ser pior&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">
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		<title>The Rocker (2008)</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 11:12:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A nostalgia dos anos 80 não é um exclusivo nacional, como se pode facilmente perceber pelo conteúdos de entretenimento com que somos bombardeados ultimamente. Se inicialmente era o simples revivalismo, sem justificação, hoje em dia começam a aparecer estratégias ardilosas para nos enfiarem aqueles malvados anos casa adentro. Daí a razão de existir de Rocker, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3696" title="drummer" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/08/drummer.jpg" alt="" width="425" height="238" /></p>
<p style="text-align: justify;">A nostalgia dos anos 80 não é um exclusivo nacional, como se pode facilmente perceber pelo conteúdos de entretenimento com que somos bombardeados ultimamente. Se inicialmente era o simples revivalismo, sem justificação, hoje em dia começam a aparecer estratégias ardilosas para nos enfiarem aqueles malvados anos casa adentro. Daí a razão de existir de Rocker, um filme de Jack Black  sem Jack Black. Durante 90 minutos Hair Metal e Glam Rock misturam-se com pop rock Hanna Montana, adultos convivem com adolescentes a roçar o limiar da legalidade, e música horrível cruza-se com&#8230; bem, com mais música horrível. The Final Countdown dos Europe também está lá presente, mas desde que os Europe foram cabeças de cartaz no Festival do Marisco 2010 de Olhão pode-se dizer que não há lugar onde os Europe não estejam.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3691"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O problema com todos os filmes de bandas é o esquema narrativo simplista, sempre Disney, seja qual for a origem do filme. Uma banda miserável começa a tocar numa garagem com todas as desvantagens possíveis e imaginárias. Há sempre um handycap físico ou emocional que faz dessa banda a mais improvável banda a suceder no mercado. Mas devido à grande força de vontade dos seus membros, à excepcional qualidade das suas composições, a banda começa singrar localmente. Aparece um agente que diz &#8220;gostei do que vi, vou fazer-vos universalmente famosos&#8221;. Nesta fase há a montagem animada com música heróica e bem disposta da banda a conquistar os palcos. E no milésimo de segundo que antecede o momento da glorificação mundial da banda, um dos membros sai causando um desabamento catastrófico e a morte imediata de todos os sonhos. Mas esperem, há mais&#8230; Quando tudo parece perdido, quando todas as esperanças haviam vertido para os pântanos do desespero, eis que uma situação totalmente inesperada (totalmente) faz com que esse aparente ponto negro seja o catalisador para o estrelato e da fama eterna. Final apoteótico com performance ao vivo perante uns fans tão alucinados que embaraçariam qualquer concerto dos Beatles no seu auge. Créditos finais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a verdade é outra. Quem não tem cunhas, conhecimentos, connectings ou favores a cobrar não vai a lado nenhum. É uma verdade tão universal como a protagonista de qualquer série, filme, telenovela que ainda não tenha curriculo na área ter que fazer mamadas, gangbangs e DPs para ser escolhida para determinado papel. É assim, porque eu sei que é assim&#8230; <img src='http://cinemaxunga.net/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao filme. Não, não compensa. É fraquinho. Um Jonas Brothers com um tipo a fazer macacadas. Nem música, nem qualidades técnicas, artísticas ou sociais se lhe reconhecem. É o verdadeiro degredo, um filme morto à nascença. Tivesse este filme há 10 anos atrás e eu teria adorado. Hoje em dia, na ressaca de todos os filmes com temáticas <em>hasbeens </em>e <em>wanabees </em>não tenho a mesma opinião.  Mas o certo é que temos um excelente actor a enxovalhar-se e a fazer  figuras desnecessariamente embaraçosas numa jogada que não lhe deve ter  valido grande valor comercial.</p>
<p style="text-align: justify;">E agora vamos àquilo que vos incomoda mais neste momento. Sim, os Europe vieram mesmo ao Festival do Marisco 2010 de Olhão. Pois, eu também acho que é um novo ponto baixo para qualquer banda rock ex-glória dos 80s que se preze, não desfazendo no Festival de Olhão que é muito interessante. No final dos anos 80 fui para lá arrastado pelos meus pais e obrigado a assistir a um concerto do Júlio Iglesias e, tirando o concerto, tinha tudo aspecto de organizadinho e decente. Aliás, do próprio Júlio Iglésias também não se pode gabar a carreira meteórica, porque um concerto organizado para os clientes do Continente de Portimão (2008) também não é propriamente um passo em frente.</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="261" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/JEiMjXDFKBE?fs=1&amp;hl=pt_PT" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="261" src="http://www.youtube.com/v/JEiMjXDFKBE?fs=1&amp;hl=pt_PT" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3691" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/29/the-adventures-of-buckaroo-banzai-across-the-8th-dimension-1984/" title="The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)">The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/06/hot-tub-time-machine-2010/" title="Hot Tub Time Machine (2010) ">Hot Tub Time Machine (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/18/anvil-the-story-of-anvil-2008/" title="Anvil! The Story of Anvil (2008) ">Anvil! The Story of Anvil (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/07/teen-wolf-1985/" title="Teen Wolf (1985)">Teen Wolf (1985)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/23/year-one-2009/" title="Year One (2009) ">Year One (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/05/11/asterix-aux-jeux-olympiques-2008/" title="Astérix aux jeux olympiques (2008) ">Astérix aux jeux olympiques (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2012/03/02/a-very-harold-kumar-3d-christmas-2011/" title="A Very Harold &amp; Kumar 3D Christmas (2011)">A Very Harold &amp; Kumar 3D Christmas (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/06/27/alien-apocalypse-2005/" title="Alien Apocalypse (2005)">Alien Apocalypse (2005)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/04/05/o-anel-de-noivado/" title="O Anel de Noivado">O Anel de Noivado</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/01/21/%c2%a1three-amigos-1986/" title="¡Three Amigos! (1986)">¡Three Amigos! (1986)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>The A-Team (2010)</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Jul 2010 13:52:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3587" title="the-a-team-2010-poster" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/07/the-a-team-2010-poster.jpg" alt="" width="425" height="260" /></p>
<p style="text-align: justify;">Trintões, vocês que eram putos cheios de piada e energia nos anos 80. Imaginativos, divertidos, um potencial praticamente infinito. Magros, bem parecidos, atléticos, uma saúde de ferro, namoradas novas a cada 15 dias, os maiores do liceu. Entretanto envelheceram, ganharam peso, a vossa energia parece ser diariamente drenada ao ponto da exaustão total no final do tarde, o tempo parece voar, a vossa vida sexual deixa de ser o vosso motor motivacional e o futuro de infinitas possibilidades transformou-se num corredor negro que atravessam diariamente, para lá de manhã, para cá à noite. Em 2010 uma entidade celestial genérica acha que vocês se encontram obsoletos e decide criar uma nova versão actualizada: bem parecida, energética, musculada e metrossexual (ligeiramente apaneleirada). Mas no processo de adaptação à nova realidade houve um efeito secundário que por força do mundo em que vivemos ninguém reparou: o vosso clone sofre de forte atraso mental, dificuldade de concentração, profunda falta de imaginação e a capacidade de raciocínio de uma alpaca moribunda. A isto chama-se um remake.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3586"></span>Ver o remake de A-Team é um estado de permanente deja-vu. A origem desse deja-vu não é o A-Team original, nada disso. A sensação de deja-vu vem de todos os remakes que têm vindo a aparecer nos últimos anos, que ressoam cacofonicamente em uníssono como um encontro dos ex-elementos larinjectomizados do coro de Santo Amaro de Oeiras.  Estes remake são todos iguais na sua essência e estrutura. Criados por pessoas que pensam conhecer os jovens da actualidade, são sempre aplanados para idiotas. O que significa que para os decisores de Hollywood um jovem é um idiota. Tivesse eu menos de 25 anos e ia já para a cave fabricar uns cocktails molotof, <em>just in case</em>&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ao adaptar séries e filmes dos anos 80 existe uma necessidade obscura de os estupidificar, simplificar para além das leis do admissível. Eu compreendo quem ache que se trata apenas de diversão, brainless fun. Compreendo a sensação, mas já não me identifico com ela. Quando começamos a ver um filme com planos tão rápidos capaz de criar crises de epilepsia para que os teenagers não se aborreçam com cenas longas, com som tão alto e despropositado que pensamos sentir sangue a descer pelo canal auditivo e em situações em que até as leis da metafísica e do paranormal são quebradas, temos que parar para pensar. Que merda é esta?</p>
<p style="text-align: justify;">Não me consegui sequer concentrar. Estava ali um filme a rodar à minha frente e tudo me parecia nonsense acidental. Ainda por cima a minha quota mensal de filmes puramente idiotas foi largamente ultrapassada com o 100volta. Estava perante uma obra saca-euros no seu estado mais puro, um filme feito por contabilistas para rentabilizar acções de capitalização e menos preocupados em gerar entretenimento. Eu até duvido sinceramente que estas pessoas vejam os próprios filmes que criam&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Como um filho da geração de 80 venho pedir encarecidamente a quem de direito que parem de nos chacinar as recordações e os momentos nostálgicos que nos foram tão preciosos até ter aparecido esta moda de &#8220;Garimpeiros do Tempo&#8221;, que esfaqueia diariamente os nossos bens mais preciosos: as memórias ligeiramente alteradas para dar a sensação de felicidade.</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3586" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/07/18/series-de-ficcao-cientifica-dos-anos-80/" title="Séries de Ficção Científica dos anos 80">Séries de Ficção Científica dos anos 80</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/08/07/christine-1983/" title="Christine (1983)">Christine (1983)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/05/03/the-crazies-2010/" title="The Crazies (2010) ">The Crazies (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/07/ninja-iii-the-domination-1984/" title="Ninja III: The Domination (1984) ">Ninja III: The Domination (1984) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/01/2774/" title="4 saudosos elementos cinematográficos esquecidos">4 saudosos elementos cinematográficos esquecidos</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/09/29/ainda-acerca-de-inglorious-basterds/" title="Ainda acerca de Inglorious Basterds">Ainda acerca de Inglorious Basterds</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/12/29/conan-the-barbarian-2011/" title="Conan the Barbarian (2011)">Conan the Barbarian (2011)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/31/machete-2010/" title="Machete (2010)">Machete (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/29/the-adventures-of-buckaroo-banzai-across-the-8th-dimension-1984/" title="The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)">The Adventures of Buckaroo Banzai Across the 8th Dimension (1984)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/12/22/2001-descodificado-porque-e-que-hal-9000-enlouqueceu/" title="2001 Descodificado &#8211; Porque é que HAL 9000 enlouqueceu?">2001 Descodificado &#8211; Porque é que HAL 9000 enlouqueceu?</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Defendor (2009)</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 22:54:06 +0000</pubDate>
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<p style="text-align: justify;">Num festival de Verão no final dos anos 90 conheci duas voluptuosas lésbicas que primavam pela estética minimalista da pilosidade púbica e que após uma noitada de copos e farra me disseram em tom dengoso &#8220;<em>Ah, se a tua namorada o permitisse ficávamos contigo para fazer coisas muuuuito marotas</em>&#8221; e eu, tentando disfarçar uma erecção fulminante, respondi &#8220;S<em>e acrescentarem um cuspidor de fogo, dois anões malabaristas e um pónei sou capaz de aceitar a oferta</em>&#8220;. E depois acordei, com défice de sangue no cérebro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3337"></span>Ora se este filme tivesse um guião tão aprazível como o sonho que vos descrevi no parágrafo anterior, certamente que a minha reacção não iria ser tão violenta como aquela que estou prestes a ter. Eu sou grande fã de Woody Harrelson. Desde Cheers a Zombieland, passando por Natural Born Killers que acho ser uma actor muito peculiar de difícil substituição. Se alguém planeia fazer um filme protagonizado por Woody e ele não pode entrar devido a um qualquer problema, a solução é esperar ou usar o guião para limpar o rabinho porque sem Woody não será certamente a mesma coisa.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas depois temos este Defendor, um filme ao estilo Kick-Ass, mas num tom mais Forrest Gump, em que um atrasadinho mental com problemas de famílai por resolver decide matar uns mafiosos por achar que estes são vilões de comics. Onde é que eu já vi isto? Aparentemente tenho visto por todo lado nos últimos tempos. Desde que a primeira adaptações de comics decidiram deixar de lado os heróis de borracha negra e fazer o crossover como nosso mundo real.</p>
<p style="text-align: justify;">Podia ser uma boa comédia. Podia até ter um final carinhoso e moral. Mas é apenas um churrilho de lamúrias idiotas, uma aula de catequese em que se explica que mesmo sofrendo uma vida de agruras insuportáveis e injustas, as acções de um homem  justo e ligeiramente retardado podem mudar o planeta. É uma adaptação bíblica ao género dos super-herois homemade.</p>
<p style="text-align: justify;">Custou-me tanto ver este filme, sempre na esperança que pudesse mudar para melhor. E nada. Nunca mudou. Nunca mudam, diga-se de passagem. Se até aos 20 minutos são uma bela merda, uma bela merda acabarão por ser no fim.</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3337" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/08/ninja-assassin-2009/" title="Ninja Assassin (2009)">Ninja Assassin (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/06/adventures-on-the-planet-of-the-apes-adaptacao-do-filme/" title=" Adventures On The Planet Of The Apes &#8211; Adaptação do filme"> Adventures On The Planet Of The Apes &#8211; Adaptação do filme</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/23/final-destination-4-2009/" title="Final Destination 4 (2009)">Final Destination 4 (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/10/30/surrogates-2009/" title="Surrogates (2009)">Surrogates (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/08/18/g-i-joe-the-rise-of-cobra-2009/" title="G.I. Joe: The Rise of Cobra (2009)">G.I. Joe: The Rise of Cobra (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/05/04/o-contrato-2009/" title="O Contrato (2009)">O Contrato (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2011/02/28/the-human-centipede-first-sequence-2009/" title="The Human Centipede (First Sequence) (2009)">The Human Centipede (First Sequence) (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/11/09/macgruber-2010/" title="MacGruber (2010) ">MacGruber (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/28/100volta-200/" title="100volta (200?)">100volta (200?)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/22/top-5-filmes-famosos-que-nao-valem-uma-merda/" title="Top 5 &#8220;filmes famosos que não valem uma merda&#8221;">Top 5 &#8220;filmes famosos que não valem uma merda&#8221;</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Top 5 &#8220;filmes famosos que não valem uma merda&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 23:06:30 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Todos nós temos que lidar com a existência de filmes no nosso plano dimensional que só por si justificamo fim da liberdade de expressão. Tudo bem, desde que não sejamos importunados por eles. Mas isso era antes. Antes de haver 1382 canais de TV e video on demands e infernais quantidades de conteúdo semelhante a uma lixeira a céu aberto que ejacula milhares de horas de programação de inenarrável fedor para dentro dos nossos lares sem pedir permissão. Elaborei uma lista de 5 desses filmes que toda a gente adora, mas que nos fazem secretamente sentir a gonorreia de mil leprosos a cada vez que os apanhamos num zapping.</p>
<p>5. Pretty Woman (1990)</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3460" title="prettywoman" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/06/prettywoman.jpg" alt="" width="425" height="161" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um principe encantado dos tempos modernos enamora-se por uma prostituta de rua depois de ter pago uma fortuna para não lhe tocar sequer. Nem uma mamada ou um dedinho curioso&#8230; Nada. Quando penso em putas de rua, daquelas que atacam à noite nas avenidas escuras das grandes cidades só me vem à cabeça o seguinte: herpes, gonorreia, sida, cocaína, heroína, toxicodependência, alcoolismo, dentes todos podres, hálito a cadáveres em decomposição desde 1996 e mais três tipos de Sida (daquela que corrói o latex). Daí a dificuldade que tenho em assimilar aquele argumento.</p>
<p><span id="more-3459"></span>4. Lost in Translation (2003)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3461" title="lostintranslation" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/06/lostintranslation.jpg" alt="" width="425" height="151" /></p>
<p style="text-align: justify;">Uma Scarlett Johansson enjoada com uma vontade enorme de cometer adultério é apenas tolerada pela presença dos seus formidáveis seios. Bill Murray aprecia a sua companhia e tem imensa pena que ela não tenha completado recentemente o seu 12º aniversário. Um filme ideal para trintonas que julgam ver ali a sua história de vida por nunca estarem satisfeitas com a sua situação actual, mesmo que essa situação seja tudo aquilo que sempre desejaram nos últimos 29 anos. Um filme que tem os seus dotes mas que para o fim se arrasta, gordo e demasiado inflado, que se leva demasiado a sério por uma falta de sentido de humor crónica de Sofia Coppola, que terá escutado atentamente as directivas do seu papá, segundo as quais as comédias nunca ganham oscares. Mas há uma coisa que não podemos negar: quem não gosta de ver japoneses a fazer palermices?</p>
<p>3. The Passion Of The Christ (2004)</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3462" title="passionofthechrist" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/06/passionofthechrist.jpg" alt="" width="425" height="126" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um filme gore, sangue, tripas, matança e carnificina de que não há memória no cinema mainstream e que leva exércitos de velhas  clérigos, sacristões e sodomitas em geral aos cinemas não é natural. Excepto se servir para criar uma panela de pressão de ódio contra aqueles que são responsáveis pelos maiores problemas da humanidade, incluindo o massacre do próprio Messias, o filho de Deus na Terra: os Judeus. Isto, claro, segundo a visão alcoólica e tremida de um Mel Gibson que em tempos teve imensa piada a chacinar tribos de canibais motoqueiros nos desertos de uma Austrália pós-apocalíptica. Argumento: Jesus Cristo é preso e barbaramente torturado durante 90 minutos sem razão aparente. Para breve a sequela: The Revenge of The Christ.</p>
<p>2. Home Alone  (1990)</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3463" title="homealone" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/06/homealone.jpg" alt="" width="425" height="138" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um filme pode ter imensa piada. Mas à 12356ª vez começa a perder algum interesse. Nem sei bem o que se passa neste filme. Mas todos os santos domingos à tarde lá estão aqueles 2 atrasados mentais a apanhar com latas na cabeça e escorregar para cima de um chão coberto de pregos, enquanto uma criança com problemas emocionais alienado pelos próprios pais e família ri desenfreadamente apesar de ter sido deixado ao mais bárbaro abandono por uns pais mais interessados em laró do que no bem estar dos seus filhos.Um filme que não poderia ser rodado actualmente porque uma narrativa que tem como personagens centrais dois homens adultos e uma criança fechada dentro de uma casa invoca invariavelmente para um imaginário de enrabanço.</p>
<p>1. Titanic (1997)</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3464" title="titanic" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/06/titanic.jpg" alt="" width="425" height="134" /></p>
<p style="text-align: justify;">Não sei o que será pior. Se o enfado de passar 3 horas da mais pura claustrofobia a ver um romance tirado da Revista Maria que desenrola lentamente na direcção de um final justo, se a banda sonora da mais pirosa das cantoras pop de todos os tempos. Titanic roubou-nos a todos um pedaço importante da nossa vida, 3 horas de vida que poderiam ser a diferença entre uma vida banal e o sucesso. Do que mais me lembro de quando fui ver o filme em 97 foi o desconforto provocado pelas cadeiras, como se se tratasse de uma viagem de barco para a Austrália sem dormir. Um Leonard DiCaprio que só apetece esbofetear e aquela meia hora que realmente interessa a soar demasiado postiça, quando o digitech ainda parecia Lego. Um filme molengão, dengoso, fútil e idiota. James Cameron sabe marketing como ninguém. Um filme onde idosos, senhoras e crianças morrem violentamente afogadas no frígido Atlantico Norte, mas que a censura americana obrigou a cortar uma cena onde 4 pobres cachorrinhos perdiam a vida ao cairem ao mar. Isto diz tudo acerca de uma civilização. Agora sim, o Armagedão será bem vindo. Não o de Michael Bay, o outro&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NOTA</strong>: Não tenho visto filmes novos ultimamente, sorry! Comam palha que vos faz bem&#8230;</p>
 <img src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/plugins/wordpress-feed-statistics/feed-statistics.php?view=1&post_id=3459" width="1" height="1" style="display: none;" /><h2  class="related_post_title">Posts Relacionados</h2><ul class="related_post"><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/07/06/hot-tub-time-machine-2010/" title="Hot Tub Time Machine (2010) ">Hot Tub Time Machine (2010) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/04/20/jennifers-body-2009/" title="Jennifer&#8217;s Body (2009)">Jennifer&#8217;s Body (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/12/23/final-destination-4-2009/" title="Final Destination 4 (2009)">Final Destination 4 (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2009/05/04/o-contrato-2009/" title="O Contrato (2009)">O Contrato (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/08/31/salt-2010/" title="Salt (2010)">Salt (2010)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/06/28/defendor-2009/" title="Defendor (2009) ">Defendor (2009) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/15/dot-com-2007/" title="Dot.com (2007) ">Dot.com (2007) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/03/10/what-happens-in-vegas-2008/" title="What Happens In Vegas (2008) ">What Happens In Vegas (2008) </a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/02/03/carriers-2009/" title="Carriers (2009)">Carriers (2009)</a></li><li><a href="http://cinemaxunga.net/blog/2010/01/07/gigantic-2008/" title="Gigantic (2008)">Gigantic (2008)</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>The Skeleton Key (2005)</title>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 08:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedro</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3367" title="skeleton_key" src="http://cinemaxunga.net/blog/wp-content/uploads/2010/05/skeleton_key.jpg" alt="" width="425" height="266" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quando olhamos para um cartaz que diz algo como &#8220;do realizador  de&#8230;&#8221; ou &#8220;dos produtores de&#8230;&#8221; somos apoderados por um poderoso  calafrio na espinha. Estas expressões têm um significado conhecido por  todos nós, um segredo que toda a gente conhece mas ninguém se atreve a  dizê-lo em voz alta. Essas palavras significam: <em>Do realizador (ou  produtor) que uma vez teve um paio do carago e o filme onde estiveram  envolvidos, por extraordinária reviravolta do destino, foi relativamente  famoso ou teve bom marketing. Infelizmente este filme é um sucedâneo  pobre, nos mesmos moldes, sem imaginação e provavelmente uma bela merda.  Tenham em mente que este filme é mau e que o pessoal envolvido teve em  tempos um laivo de sorte ou talento, mas agora são uma cambada de  falhados a viver de glórias do passado, viciados em cocaína, putanheiros  consumidores de tailandesas baratas e provavelmente nem sequer sabem  que têm o nome associado ao filme, porque assinaram completamente  bêbedos&#8230;</em> Mais ou menos como os últimos álbuns dos U2.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-3366"></span>Portanto, e sem mais demoras, Skeleton Key é um desses sucedâneos. É-nos  apresentado como sendo do produtor de &#8220;The Ring&#8221; americano, como se  isso fosse uma grande honra. É um filme que pega numa ex-promissora  actriz e a mete enfiada num filmeco de terror (pseudo?) a chafurdar nos  terrenos manhosos do Voodoo. Depois é carregar pela boca os clichés do  género, espetar o look saturado de montagem rápida e câmara às costas. O  imaginário Voodoo e as bonecas de trapos fazem o resto do serviço,  enfiadas no meio do escuro poeirento.</p>
<p style="text-align: justify;">Hollywood chupa os veios até ao tutano, até o sumo ter sido consumido e  os cinéfilos serem alimentados com uma pasta seca com sabor tulicreme de  meloa. A onda do terror que apoquenta uma gaja boa ao estilo asiático  está gasta. Nem os asiáticos se atrevem a usar. Além disso, para fazer  um filme desta onda basta arranjar um objecto ou local e depois fazer  tudo em redor daquilo, sempre com ar creepy e sujo. Por exemplo, um  filme acerca de uma caneca de cerveja enfeitiçada&#8230; Acham que é  complicado? Nada disso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando ao filme, podemos dizer que é um pastelão desinspirado que  tenta salvar a situação com um suposto twist. Um twist tão foleiro que  parece metido a martelo, mas na realidade todo o filme de desfaz em  desculpas ranhosas e piruetas de argumento para desembocar naquela  desgraça. Depois temos o óbvio desperdício de talento, ao ter John Hurt a  fazer de tetraplégico vegetal que nem 3 palavrinhas diz, só arregala os  olhos como quem diz <em>&#8220;Pagam ao dia 23 ou é só no fim do mês? Uma vem  em 1934 fui a&#8230;&#8221; </em> e adormece.</p>
<p style="text-align: justify;">
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