 BLACK SHEEP Pesadelos em Lana Caprina
 DOOMSDAY I'm a firestarter!...
 WAR, INC. VENDE-SE: planeta a precisar de obras.
 TERMINATOR: THE SARAH CONNOR CHRONICLES E tu? Foste um bom robot hoje?
 THE DEATHS OF IAN STONE Um osso duro de roer...
 COMMANDO Mesmo armado com uma garrafeira de campismo, o governador não é para brincadeiras.
 RAMBO O filme mais "de gajo" de todos os tempos!
 SWEENEY TODD: THE DEMON BARBER OF FLEET STREET Olha para istó! Lá lá lá lááááááa lá lá deh daaah...
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Início
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Não é Xunga, Não Senhor!
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Um especialista em guerras sombra é enviado para o Turaquistão, onde uma empresa de um ex-vice-presidente americano gere uma guerra totalmente feita por privados.
Crítica: A guerra do Iraque é um tema de infinita riqueza para todos os tipos de artes e entretenimentos possíveis. A razão pela qual não se veêm mais filmes ou séries baseadas neste tema é a repressão governamental nos grandes agentes de produção e distribuição. Só saem obras underground, alternativas e independentes que perdem credibilidade frente à maciça máquina de propaganda e de contra informação republicana.
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Não é Xunga, Não Senhor!
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Depois de acidentalmente terem apagado todas as cassetes VHS de um clube de vídeo, Jack Black e Mos Def veêm-se na necessidade de fazer versão caseiras dos filmes mais requisitados pelos clientes.
Crítica: Sou grande fã de Michael Gondry e fã assumido de Jack Black. Eu sei, às vezes nem tem piada, parece que faz sempre o mesmo personagem em todos os filmes, mas a sua aura de roqueiro e saudosista dos sons de outrora seduz-me de alguma maneira. E quando digo "seduz-me" falo no sentido puramente artístico e de estética de representação e não no sentido sodomita da expressão. Como tal esperava ansiosamente este filme que me atraía desde os primeiros trailers. A premissa é fenomenal.
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The Deaths of Ian Stone (2007) |
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Não é Xunga, Não Senhor!
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Ian Stone é um jovem que é barbaramente assassinado todos os dias e acorda momentos depois com uma vida completamente diferente apenas para ser chacinado novamente.
Crítica: Este filme é parte integrante do festival "8 movies to die for", também conhecido como Horrorfest. Basicamente são selecionados alguns títulos promissores (que podem não ser 8 apesar do nome), passam no festival, grande mediatismo e edição em DVD. Ajuda a dar um boost extra a filmes acima da média que, sem isto, seriam esquecidos e vistos apenas pelos geeks do costume (presente!). Mas que fique já aqui afixado publicamente que nem todos os filmes do Horrorfest são sinónimo de qualidade. Ainda este fim de semana tentei ver um, com toda a boa vontade de um cinéfilo devotado, e não passei dos 17 minutos. Seco como o deserto do Kalahari.
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Não é Xunga, Não Senhor!
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Um virus infecta a Escócia e a única maneira de o conter é isolar completamente o país pelo velhinho Adrian Wall. 25 anos depois uma equipa é enviada para dentro dos muros para procurar uma cura para o vírus que entretanto reapareceu em Londres. Major Eden Sinclair (boa, boa, boa!) tem que sobreviver num universo pós apocalíptico por entre bandos de pós-punks a LSD, guerreiros medievais estranhamente anacrónicos e mihões de vacas leiteiras.
Crítica: Em 1986, quando os meus pais me compraram o VHS porque passei para o 8º ano, era cliente assíduo dos clubes de vídeo. Tão assíduo que sabia a sinopse de todos os filmes que lá estavam. Era também grande cliente do terror e do pós-apocalíptico (mais tarde filmes de ninjas e clones do American Samurai). Não me quero alongar porque já escrevi aqui várias vezes sobre o assunto, como por exemplo Mad Max ou o fenómeno dos filmes de pos-apocalíptico (Batalha de Bronx e os Spaghetti pós apocalípticos). Ainda falei no She, a Raínha da guerra e do amor. Estava bêbedo!
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Xunga & Boff
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Passados há 12.000 anos atrás, quando os homens caminhavam lado a lado com os dinossauros com os mamutes e os tigres dente de sabre. Entretanto os egípcios (descendentes de atlantis) faziam as pirâmides. Num dia podia ir-se a pé de uma zona glaciar para uma floresta tropical. Júlio Isidro dava os primeiros passos na TV e os Rolling Stones andavam sempre com grandes mocas.
Crítica: O que poderá ser mais horrível do que um filme em que o personagem principal faz parte de uma tribo onde toda a gente é parecida com o Olavo Bilac? Mesmo as gajas... Com este início o choque apoderou-se de mim e senti a dormência apoderar-se do meu corpo fragilizado devido à minha alergia severa a Santos & Pecadores e Delfins. Depois o segundo choque foi o facto de o filme ser falado em Inglês, mas para se notar que eram tempos ancestrais todos tinham um sotaque meio "à Tarzan" para mostrar que eram pessoas rudes capazes de matar um mamute à paulada.
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Terminator: The Sarah Connor Chronicles |
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TV
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Escrito por Pedro
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Numa época em que as séries de TV vivem momentos áureos, a guerra por um hit televisivo está cada vez mais ao rubro. Cortada abruptamente a meio pelas greves dos argumentistas, esta época televisiva norte-americana foi alvo de dezenas de testes de séries para o público. A verdade é que não havia episódios novos das séries habituais e tiveram que ir ao armário desentalar as que estavam em standby. Terminator: The Sarah Connor Chronicles foi uma dessas séries desentaladas, que já existia há algum tempo e estavam à espera do timing.
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Xunga & Boff
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Paródia a 300, alguns filmes "épicos" e a situações sociais dos últimos meses.
Crítica: Pode facilmente avaliar-se uma sociedade pelos gostos em entretenimento. Não em actos isolados ou fenómenos mediáticos temporais, mas pelos franchises que se recusam a morrer, por mais deprimentes que sejam, porque o público insiste em se auto-flagelar pagando para ser enrabado culturalmente. Dentro deste esquema de sodomia psicológica, encontra-se este Meet The Spartans, que vem na senda de nulidade dos Scary Movies, Date Movie, Teenage Movie, Superhero Movie ou Epic Movie.
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Não é Xunga, Não Senhor!
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Uma jovem repórter passa uma noite com o seu operador de câmara num quartel dos bombeiros para fazer uma reportagem. Numa chamada a um antigo prédio as coisas correm terrivelmente mal. O edifício é selado por contaminação, mas a câmara continua a reportagem. Esta é a cassete que foi encontrada na câmara desse repórter de imagem.
Crítica: Tempos a tempos somos presenciados com novos obras que nos arrebatam e nos fazem repensar toda a dinâmica do cinema. Este filme não é um desses casos, mas por pouco... [REC] é um exemplo do Hiper-Realismo na estética cinematográfica, uma tendência que pegou no mainstream este ano e, provavelmente, irá levar este esquema cinematográfico ao limite do absurdo. Mas para já encontra-se no limite do tolerável. E o Hiper-Realismo quando se junta à boa e velha Ultra-Violência e as mãos de um mestre, temos festa na aldeia.
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The Golden Compass (2007) |
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Xunga & Boff
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Ui, por favor!... Sinopse longa e arrastada que não me apetece muito agora estar para aqui a resumir. Tem um urso que fala e é guerreiro e animais de todo o tipo que são, basicamente, mais espertos que humanos. Mas nenhum deles é um porco que aspira a pastor alemão. O que é pena!
Crítica: Há certos sintomas que nos fazem compreender que estamos a ficar velhos. O facto de se começar a consumir comprimidos como se fossem pintarolas, ter cuidado com a alimentação e dizer que a partir de amanhã vamos fazer exercício físico regular e deixar de achar piada a filmes de fantasia. Pelo menos aos filmes de fantasia mais light e "happy pink my little pony crap" como é o caso de Golden Compass, Eragorn ou outras trilogias a martelo. Claro que ainda gostamos da fantasia mais negra, como o "Labirinto del Fauno" ou dos telediscos de Tool. Mas dá-me ideia que acabará por chegar o dia em que corremos para casa para saber qual das gémeas vai ser atropelada por um homossexual bêbedo no episódio final de uma novela da TVI.
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Sweeney Todd: The Demon Barber of Fleet Street (2007) |
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Xunga & Boff
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Sweeney Todd, um ilustre barbeiro a quem a vida corre bem e é feliz com a sua família. Um dia é vítima de uma injustiça que o faz ser deportado e preso sem culpa. Volta a Londres passados 16 anos (aprox.) para descobrir que a sua esposa morreu e a sua filha está prestes a ser desposada pelo maléfico juiz, responsável pela sua deportação.
Crítica: Sou grande fã de Tim Burton. Conheço praticamente tudo criado por este homem, incluindo VIncent e Frankenweenie. Sou daquelas pessoas que repreende um ou outro incauto cinéfilo que inclui "Nightmare Before Christmas" na lista de filmes realizados por Burton. Erro fatal! Não morri de amores por Sleepy Hollow, detestei Planet of the Apes. Sou imune a Edward Scissorhands de onde apenas tenho alguma afeição pelo visual estilizado pink suburbia. Os meus preferidos são Big Fish, Beetlejuice, Corpse Bride e Ed Wood. Não me aquece nem arrefece. Do que eu não sou fã é de musicais. Detesto prosa cantada e só tolero tal artifício narrativo em South Park: Bigger, Longer and Uncut...
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Aliens vs Predator - Requiem (2007) |
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Xunga & Boff
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Aliens contra predadores. Ah, e campónios americanos que estão constantemente a perguntar "Where are the guns? Do we have guns? Gimme ammo.Guuuuuuns, kill, destroy..."
Crítica: O Requiem é uma oração católica em favor das almas do Purgatório. Reza assim: "Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno, E a luz perpétua os ilumine, Descansem em paz." seguida de umas pessoas a tossir e um Amen reverbante nas paredes da uma velha igreja, na presença de três viuvas, uma delas a dormir profundamente... E se a ironia fosse uma lei da física em vez de um reles estratagema de comunicação, era para lá que este franchise se dirigia: Purgatório. Mas conhecendo Hollywood como conheço ainda ia haver o Alien Vs Predator Vs Jason Vs Freddy Vs Hitler Vs O padeiro gay do Bonanza que morreu a brincar com um pónei.
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Xunga & Boff
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Um misterioso nevoeiro abate-se sobre uma pequena cidade no interior americano. Um grupo cirurgicamente ecléctico fica bloqueado dentro de um supermercado onde apenas um vidro os protege do exterior. Exterior esse que está pejado de monstros que vão aparecendo num crescendo de tamanho e complexidade do efeito especial até ao grand finale que acaba por se revelar um balde de água fria. Talvez mesmo uma barril de cubos de gelo...
Crítica: Stephen King nunca me disse nada. Eu não foi por falta de tentativas. Influenciável como sou, lá segui o que me aconselhava o livro "Seja um Intelectual em 21 dias". Mas nada... Li o Shining e de resto só lhe consumo os filmes e aquela série de 2007 chamada Nightmares and Dreamscapes. Por muito que eu tenha insistido, a qualidade nunca era uma das características principais destas produções. Mas como este homem escreve um livro por dia, a lei da probabilidade prevê que numa linha infinita algum dos livros há-de ser bom...
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Xunga & Boff
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Pessoas com capacidade de se teleportarem saltitam planeta afora, enquanto outras pessoas com capacidade para lhes limpar o canastro os perseguem para... bem, para lhes limpar o canastro.
Crítica: Todos nós, fans de ficção científica, já ficamos acordados a pensar no tema que serve de fio condutor neste filme, o sexo com uma gaja boa. Mas por vezes também pensávamos em teleportação, nos seus prós e contras, nos malefícios, na maneira em que poderia afectar o contínuo espaço-temporal, como poderíamos comer gajas à conta disso ou simplesmente ver a vizinha a sair do banho depois de uma sessão de depilação total. Mas em nada estas reflexões coincidem com este ejaculação precoce que vem catalogado como "filme". A teleportação deve ser tratada com respeito e não do ponto de vista de quem viu um episódio do Heroes enquanto fumava um gordo charro e pensou "Caralhos me fodam se isto não dava um bom filme!...".
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Wristcutters: A Love Story (2006) |
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Não é Xunga, Não Senhor!
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Escrito por Pedro
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Sinopse: Passado no além-morte, num local etéreo onde vão todas as pessoas que se suicidam, conta a história de um rapaz que procura a namorada (também suicida), acompanhado por um ex-rock star russo com a capacidade de mudar a cor aos peixes.
Crítica: O cinema alternativo americano tem-se ultimamente vindo a uniformizar ao ponto de se poder já encontrar uma fórmula de funcionamento. Enquanto nas décadas passadas o cinema alternativo (estirpe Sundande) era mais surreal e estratosférico, ultimamente tem vindo a apontar para a fórmula de contar uma história (simples e convencional) usando meios narrativos e estéticos não convencionais. Há aquele ambiente de "what the fuck!?!", mas no final o amor tudo conquista. Wristcutters é uma pérola em que, em boa hora, tropecei.
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