{"id":6507,"date":"2014-02-14T00:00:26","date_gmt":"2014-02-14T00:00:26","guid":{"rendered":"http:\/\/cinemaxunga.net\/blog\/?p=6507"},"modified":"2016-02-16T23:31:16","modified_gmt":"2016-02-16T23:31:16","slug":"robocop-2014-primeira-parte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cinemaxunga.net\/blog\/2014\/02\/14\/robocop-2014-primeira-parte\/","title":{"rendered":"RoboCop (2014) &#8211; primeira parte"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinemaxunga.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/robocop-2014-.jpg\"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"\" style=\"background-image: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px; border: 0px;\" title=\"robocop-2014-\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/cinemaxunga.net\/blog\/wp-content\/uploads\/2014\/02\/robocop-2014-_thumb.jpg?resize=575%2C394\" alt=\"robocop-2014-\" width=\"575\" height=\"394\" border=\"0\" \/><\/a><\/p>\n<p align=\"justify\">Uma doce e inocente mem\u00f3ria de adolesc\u00eancia caminhava para casa depois de um dia de escola. Aprendera que baleias e golfinhos n\u00e3o eram peixes e preparava mentalmente uma surpresa para os seus pais que iriam ficar maravilhados com esta li\u00e7\u00e3o. Era o seu anivers\u00e1rio. Ao passar por uma zona mal frequentada ouviu uma voz sombria que vinha de uma ruela lateral. \u201c<em>Psst, anda c\u00e1. Quero mostrar-te uma coisa.<\/em>\u201d Assustada tentou recuar\u00a0 mas viu-se paralisada de medo. \u201c<em>Chega aqui jeitosa. Vais adorar isto. \u00c9 uma coisa que gostas muito<\/em>.\u201d A doce mem\u00f3ria sentia tremer o queixo e respondeu. \u201c<em>Os meus pais dizem-me para n\u00e3o falar nem aceitar nada de estranhos<\/em>\u201d.\u00a0 O homem saiu da ruela e aproxima-se da inocente mem\u00f3ria. Com uma voz gutural retorquiu \u201c<em>Eu n\u00e3o sou estranho, garina. Chamo-me Jos\u00e9 Padilha e tu deves conhecer-me de grandes \u00eaxitos como Tropa de Elite e Tropa de Elite 2.<\/em>\u201d A menina encolheu os ombros e ficou mais descansada. Afinal era uma pessoa de confian\u00e7a. Que mal lhe poderia fazer um gentil brasileiro que fez, pelo menos, um bom e honesto filme? \u201c<em>Entras na minha casa?<\/em>\u201d insistiu Padilha. \u201c<em>Sim, claro!<\/em>\u201d. E l\u00e1 entrou numa sala escura que parecia n\u00e3o ter janelas nem ilumina\u00e7\u00e3o. Foi ent\u00e3o que Padilha lhe agarrou nos bra\u00e7os e a atirou ao ch\u00e3o. Virou-a de barriga para baixo. Com uma m\u00e3o agarrava os dois pulsos e com a outra tirava-lhe as cal\u00e7as e as cuequinhas cor-de-rosa com tem\u00e1ticas de Charlie Brown. Baixou tamb\u00e9m as suas cal\u00e7as e sodomizou a inocente mem\u00f3ria de inf\u00e2ncia que gritava pela sua m\u00e3e e chorava copiosamente. Sem prepara\u00e7\u00e3o, sem suaviza\u00e7\u00e3o. A pequena mem\u00f3ria sentia-se rasgada em duas. O h\u00e1lito a \u00e1lcool de Padilha na sua cara e as dores que sentia fizeram-na desmaiar. Tr\u00eas horas de sodomiza\u00e7\u00e3o depois, por cima de uma mem\u00f3ria inconsciente e ensanguentada, Padilha levanta-se e sai. Na rua espera-o um carro de vidros fumados. Aproxima-se. O vidro baixa e uma m\u00e3o estendo um ma\u00e7o de notas de 100 d\u00f3lares. Padilha chora enquanto aceita o dinheiro e de dentro do carro uma voz demon\u00edaca diz \u201c<em>That&#8217;ll do, Jos\u00e9. That&#8217;ll do!<\/em>\u201d<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p align=\"justify\">O que \u00e9 um reboot? A hist\u00f3ria que nos querem vender diariamente nos meios de comunica\u00e7\u00e3o dedicados ao entretenimento \u00e9 que o Reboot \u00e9 uma redramatiza\u00e7\u00e3o de uma obra antiga para aproveitar os meios de produ\u00e7\u00e3o actuais e recontar um hist\u00f3ria intemporal a uma nova gera\u00e7\u00e3o de cin\u00e9filos que, por uma ou outra raz\u00e3o, tem alguma dificuldade ou preconceito em ver o original. Ora, isto s\u00e3o balelas. A verdade \u00e9 que a malta que gere estes capitais n\u00e3o quer arriscar. Mais ou menos como a banca que nos empresta dinheiro para as casas. Precisa de garantias. Ent\u00e3o perante a hip\u00f3tese de lavar o seu dinheiro em produ\u00e7\u00f5es originais e audazes que podem\u00a0 ter algum impacto na s\u00e9tima arte ou pegar num \u00eaxito do passado e refaz\u00ea-lo, preferem a segunda parte. E desengane-se quem pensa que isto \u00e9 feito pelas mesmas pessoas que querem ver perpectuar as suas obras. Longe disso. Qualquer um de voc\u00eas pode fazer um reboot.<\/p>\n<p align=\"justify\">Ent\u00e3o como posso eu fazer um reboot? Esta equa\u00e7\u00e3o passa sempre por uma vari\u00e1vel essencial: capital. Se tiverem dinheiro para investir em cinema, pelo euromilh\u00f5es ou porque o Michael Jackson vos pagou para negarem ter sido enrabados, \u00e9 chegar \u00e0 meca do cinema e dizer \u201cQuero fazer um reboot do filme X\u201d. Pegam numa alcateia de advogados, pagam as licen\u00e7as e direitos a quem os advogados acharem que precisa, contratam as empresas necess\u00e1rias, arranjam actores, um realizador e mais a outra malta toda que passa nos cr\u00e9ditos finais e toca a filmar. Podem comprar, por exemplo, os direitos do Rambo e refaz\u00ea-lo em Vila Nova de Gaia de 1979 com um combatente do ultramar que tamb\u00e9m \u00e9 retornado e que se farta de ser maltratado. Pega numa metralhadora que trouxe no barco, desfaz as miniaturas de avi\u00f5es para tirar as muni\u00e7\u00f5es, tira as granadas da gaveta das meias e come\u00e7a a metralhar. Isto \u00e9 s\u00f3 um exemplo. Se tiverem dinheiro e preferirem queim\u00e1-lo numa loucura a ter\u00a0 que o deixar aos sanguessugas dos vossos filhos e netos. N\u00e3o \u00e9 \u201camor pela arte e pela vontade de ver recriado um cl\u00e1ssico para as novas audi\u00eancias.\u201d \u00c9 mercado, puro e duro.<\/p>\n<p align=\"justify\">Foi o que aconteceu com Robocop. Baixou-se a classifica\u00e7\u00e3o para os putos poderem ver e, mais importante, para vender merchandising. Bonecada, cromos, jogos, t-shirts, cuecas, dildos. N\u00e3o h\u00e1 limite. Pague-se o fee e usa-se a marca.<\/p>\n<p align=\"justify\">O novo Robocop n\u00e3o come\u00e7a mal. Uma cena introdut\u00f3ria para nos explicar, em Teer\u00e3o, qual o ponto das rela\u00e7\u00f5es internacionais dos Estados Unidos, e uma clara mensagem anti-b\u00e9lica que \u00e9 passada por Padilha. Provavelmente a \u00fanica coisa pessoal deste filme. Depois o primeiro acto do filme \u00e9 inteiramente acerca da cria\u00e7\u00e3o do nosso her\u00f3i, a vida profissional, a vida familiar, o incidente que o leva a ser desfeito aos bocadinhos, a cria\u00e7\u00e3o do Robocop e finalmente a apresenta\u00e7\u00e3o ao p\u00fablico. \u00c9 a melhor parte do filme. \u00c9 certo que se excede no papel familiar, porque foi a artif\u00edcio narrativo de injectar emo\u00e7\u00e3o no filme. A mensagem das corpora\u00e7\u00f5es mal\u00e9ficas tamb\u00e9m \u00e9 mal passada, muito simpl\u00f3ria e cartonesca, mas nestes filmes \u00e9 sempre assim. \u00c9 exagerado e ampliado para que o p\u00fablico se possa sentir inteligente ao perceber a mensagem. E este primeiro acto \u00e9 de facto o mais interessante deste filme.<\/p>\n<p align=\"justify\">A partir do momento em que o agente Murphy entra em ac\u00e7\u00e3o o filme torna-se numa imenso aborrecimento. \u00c9, sobretudo, incoerente. O argumento pede que sejam abordados os elementos narrativos e os personagens do original. S\u00f3 que essas sequ\u00eancias s\u00e3o feitas atabalhoadamente para despachar argumento, sem nexo, sem l\u00f3gica. E o mesmo em rela\u00e7\u00e3o aos personagens. Ora este \u00e9 para ser parecido com o Clarence Bodicker, este \u00e9 o Dick Jones, este \u00e9 o cientista, a gaja boa que repete as frases do computador, um tipo do departamento de marketing que supostamente seria o comic relief, uma milf toda mamalhuda que n\u00e3o \u00e9 sexy o suficiente para servir apenas para preencher espa\u00e7o e mandar chav\u00f5es do grande livro dos clich\u00eas mal\u00e9ficos. Enfim, uma desgra\u00e7a desconexa. O problema \u00e9 que n\u00e3o nos identificamos com nada. Eu estou-me a borrifar para o destino daquelas pessoas. At\u00e9 para a desgra\u00e7a familiar do agente Murphy que parece ter sido escrita por putos de liceu que nem sequer sabem como funciona uma adulto, quanto mais a din\u00e2mica de uma rela\u00e7\u00e3o familiar. \u00c9 verdade que se tentou desenvolver o personagem, mas ficou-se pelo tentar. Toda aquela simbologia do messias, da morte e ressurrei\u00e7\u00e3o, do salvador da am\u00e9rica da vers\u00e3o do Verhoeven se perde para este filme perfeitamente gen\u00e9rico.<\/p>\n<p align=\"justify\">Se n\u00e3o fosse um reboot, se fosse um filme standalone, por exemplo Robot Police, seria um fracasso total. As pessoas s\u00f3 compreendem alguns pontos da hist\u00f3ria porque relacionam com o original. De resto \u00e9 tudo t\u00e3o plano, t\u00e3o deslavado, t\u00e3o in\u00f3cuo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Outra das coisas que me vem aborrecendo nestes filmes \u00e9 a limpeza das coisas. Desde que os cen\u00e1rios, a composi\u00e7\u00e3o das cenas, os personagens, etc passaram a ser feitos digitalmente os filmes passaram a ser todos limpinhos. As pessoas, as ruas, as salas, as casas, carros, tudo. Algu\u00e9m deveria inventar um algoritmo de sujidade para dar textura a estes filmes. No original havia lama, ambientes sujos, ruas imundas, personagens sebentos. Isso dava credibilidade. Aqui \u00e9 tudo de exemplar limpeza, algo estranho de se ver na suposta capital do crime americano. Estes pequenos detalhes criam uma camada de abstra\u00e7\u00e3o que impede algu\u00e9m de criar a empatia necess\u00e1ria para poder apreciar o filme e para n\u00e3o olhar constantemente para o rel\u00f3gio.<\/p>\n<p align=\"justify\">Assim n\u00e3o se pode pedir a ningu\u00e9m que veja este filme de mente aberta, sem pensar no original. \u00c9 imposs\u00edvel. Se o fiz\u00e9ssemos estar\u00edamos perante um produto inferior ao fraquinho que este j\u00e1 \u00e9.<\/p>\n<p align=\"justify\">Por hoje \u00e9 tudo. Voltarei a este Robocop porque a conversa j\u00e1 vai longa. N\u00e3o percam o pr\u00f3ximo epis\u00f3dio porque n\u00f3s tamb\u00e9m n\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma doce e inocente mem\u00f3ria de adolesc\u00eancia caminhava para casa depois de um dia de escola. Aprendera que baleias e golfinhos n\u00e3o eram peixes e preparava mentalmente uma surpresa para os seus pais que iriam ficar maravilhados com esta li\u00e7\u00e3o. Era o seu anivers\u00e1rio. 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