Por vezes temos que usar este mecanismo do podcast que ninguém ouve, blogs que ninguém lê, como uma espécie de psicólogo barato, em que fazemos sessões de 15 minutos para exteriorizar velhos e recalcados traumas. O que vos vou contar hoje aconteceu quando eu tinha uns 10, 11 ou 12 anos. Tudo começou numas férias em família na Figueira da Foz. O nosso parque de campismo era junto a um café que tinha uma peça de tecnologia inovadora: um leitor de VHS ligado a uma televisão pequenita. Foi lá que fui apresentado ao First Blood – Part II. Foi uma espécie de overdose de Sylvester Stallone; só havia três ou quatro cassetes a rodar e eu fiquei fascinado com o herói não cantado dos Estados Unidos a resgatar amigos no Vietname.

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