Ora viva, amiguinhos. Depois de algum tempo ausente, continuo a sentir necessidade de falar para o vazio, de partilhar as minhas opiniões irrelevantes convosco e com o mundo (e com os milhares de bots de IA que andam na net a catar o que as pessoas dizem para construir modelos de machine learning e algoritmos de mau cinema). Hoje quero falar-vos do filme The Bride que, na minha cabeça, estava muito ligado a uma tentativa de aproveitamento do sucesso com aquilo que se andava a falar do Frankenstein do Del Toro. Um aproveitamento cultural quase ao estilo Asylum/Syfy.

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