CinemaXunga

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Bride Wars (2009)

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Haverá limite para a badalhoquice? Não me parece. Reparei ontem na existência de um CD novo da Rosinha chamado “Levo no Pacote”. A Rosinha, para quem não sabe, é uma espécie de Quim Barreiros feminina, cuja principal diferença é que enquanto o Quim Barreiros provoca nos idosos vontade de beber vinho, a Rosinha incha-lhes o pau. Um amigo meu falava-me um dia destes que a melhor maneira de acabar com ela seria inutilizar a sua mais valia. “Como?“, perguntei eu. “Enchendo-lhe o cu de cimento como fizeram em Chernobil“.

E por falar em encher o cu de cimento, há um ponto na vida de conjugal de qualquer casal em que se impõe a visualização de um filme de gajas para preservar a harmonia familiar. Não é frequente, mas pode ter que ser feito algumas vezes por ano. Há sempre que dizer “sim, apetece-me ver esse filme” e convém não adormecer. Tentar manter também uma expressão de quem se está a divertir moderadamente (não demais) Claro que nada disto é obrigatório, mas se não querem que a vossa carreira de fornicador pare abruptamente durante mais tempo do que o desejável, há que ver o filme.

Bride Wars insere-se nessa categoria de chick flick, uma classe de filmes tão bem definida que na realidade parece sempre o mesmo. Conta a história de duas amigas de infância que sonham num casamento perfeito com os seus namorados de sonho. Aliás, tudo aqui puxa à expressão “de sonho”. Mas as coisas depois lá para os 70% do filme correm mal e depois acabam bem. E é isto. Está apenas a dois unicórnios e uma fada da Barnie 3D.

Confesso que a primeira vez que ouvi falar de Anne Hathaway foi nos Oscares deste ano, naquela primeira sequência de dança. Mas a partir daí  está em todo o lado, como se aquela sequência fosse a fase final de um elaborado plano de lançar o produto “Anne Hathaway” para o mercado estratosférico. Provavelmente terá agora uma época áurea de fama e mediatismo até à altura em que lhe encherão o cu de cimento, como acontece a todas…

Mas para aqueles de vós que procuram badalhoquice, fica aqui o clip da Rosinha a levar no pacote.

4 Comments

  1. A cena da Rosinha é assustadora…
    O filme dos Óscares da Anne Hathaway é porreiro (Rachel Getting Married). Mas a carreira dela começou mais cedo: era ela o único momento heterossexual do Brokeback Mountain.

  2. Rosinha… GENIAL LOL

  3. Rosinha é o que está a dar aqui nas discos da minha zona…
    os matarruanos a ouvir aquilo ficam malucos

  4. O filme ainda nao tive o “desprazer” de ver… e pela critica a vontade também nao cresceu ehe..mas a Rosinha sem duvida ganhou mais uma fã LOOL

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