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O making of de uma cena icónica de Ghostbusters em que os técnicos de efeitos especiais aproveitam para acariciar as rijas carnes de Sigourney Weaver. Correu um rumor na Internet de que o gajo que lhe apertou uma mama era o marido dela. Não me parece, no entanto, que aquele meia leca penteado como um vendedor de automóveis fosse capaz de controlar esta toura endiabrada.

A Velha Escola

Natasha Henstridge – Peitinhos da Quinta

Em 1995 estreou um filme de ficção científica que, não sendo mau, se tornou inesquecível devido a algo que sai do âmbito do SciFi: as mamas da Natasha Henstridge. O filme é o típico “gaja boa do espaço procura homem terrestre para procriar e depois esquartejar porque na realidade só estava interessada no seu esperma para misturar genes (e não para gargarejar)”, como Life Force ou o próximo da Scarlett Johansson e algumas dezenas de séries B e exploitation dos últimos 100 anos. Notava-se que eram marmelos do espaço, de um planeta com mais massa que a Terra uma vez que apesar de densos e volumosos, a nossa gravidade não tinha efeito sobre eles. Enfim, cenas. Ficam as fotos que se faz tarde e as pessoas têm que se ir deitar. 

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Salma Hayek – Peitinhos da Quinta

Oriunda das estepes de Yuma, Salma Hayek foi sacrificada pelos seus pais a uma alcateia  em troca de culturas ricas em milho e um ano de chuva forte. Com apenas 3 meses consegue fugir da toca onde a meteram e passou os seguintes 16 anos a viver à custa do que a natureza lhe dava numa floresta das proximidades. A riqueza biológica daqueles habitats deram-lhe umas carnes rijas que nem a gravidade de Jupiter parece conseguir quebrar. Hoje, com 46 anos, consegue ainda fazer levantar mais madeira num dia que as empresas de celulose num mês. Senhores e senhoras, crianças sem controlo parental e um grupo selecto de hermafroditas, deixo-vos com a maciça, a voluptuosa, a nefasta ninfa as trevas, Salma Hayek.

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Vera Farmiga – Peitinhos da Quinta

Vera Farmiga é uma respeitosa mãe de família da minha idade. Todos a conhecemos dos mais variados filmes, sendo que a sua imagem de marca é a sensualidade* e a recusa em meter mamas postiças. Posto isto, vamos às fotos.

*Sensualidade – Capacidade de levantar pau. Medida em milisegundos (ou Furlongs nos Estados Unidos)

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We Saw Your Boobs – Peitinhos da Quinta

Seth McFarlane finalmente mencionou aquilo que apenas se falava no submundo cinéfilo: mamas! E com este grande estímulo vos deixo a galeria We Saw Your Boobs. Algo, aliás, incontornável. De fora ficam as pintelheiras, aqui censuradas com uma estrelinha amarela que sai se lamberem o ecran. E sem mais demoras, peitinhos da quinta.

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We Saw Your Boobs

Tricia Helfer – Peitinhos no Espaço

Number six, apenas. Musa inspiradora da pior maldade alguma vez infligida aos nossos ancestrais. Pecado em forma de alucinação. Ou será bem real? Mamas. À quinta. Do espaço. No espaço. “In space no one can’t hear you bounce your pretty little titties.” Bem melhor que qualquer Cylon dos anos 80. E dos anos 00 também, a não ser que prefiram asiáticas ou maduras. Ou homens.

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Jennifer Lawrence – Peitinhos da Quinta

Jennifer Lawrence, a voluptuosa protagonista do filme mais deprimente do ano passado. Hunger Games, um hino à apatia. Cabe-me a mim perguntar como é possível a alguém que passa tanta fominha ter assim um porte tão saudável. Imagem bonus: Jennifer Lawrence com um cavalo.

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JENNIFER LAWRENCE in Seventeen Magazine, April 2012 Issue

 

 

Holy Motors (2012)

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Uma das melhores sensações que um cinéfilo pode ter é ver um filme que desconhece por completo e ser surpreendido com uma das mais belas obras alguma vez projectadas num grande ecrã. Aconteceu-me isto com Holy Motors, sugerido por um internet friend aparentemente francês (mas que pode muito bem ser iemenita ou senegalês). Inicialmente não sabia sequer  tratar-se de um filme falado em francês, no entanto o assombro foi tal que me vi estupefacto durante duas horas, incapaz do mais ínfimo movimento, no delicado limbo entre o desconforto e o deslumbramento, numa obra que faz fervilhar um caldeirão emocional. Enquanto o cérebro extrapola cenários magníficos como explicação e ramifica a imaginação para terrenos coloridamente psicotrópicos, o cerebelo defende-se do perigo eminente da falta de chão lógico para caminhar. Falamos, portanto, de um filme que nos retira da chamada “zona de conforto” e que nos deixa entregue aos coiotes durante duas horas, nus e frágeis às mãos do hábil manipulador Leos Carax.

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Barbarella (1968)

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O que é um filme de culto? Bem, um filme é considerado de culto quando reune um grupo de pessoas sem vida social para o ver o maior número de vezes que conseguem, e se possível, bêbedos. São aquele filmes antigos (e por vezes recentes) que fazem vibrar pessoas de óculos de massa e com quantidades massivas de tempo livre. Lembro-me de um filme que via com exaustão. Chamava-se “Green Slime” e era uma ópera halucinogénica dos anos sessenta com monstros verdes do espaço e gajas de mini-saia. Cada vez que alguem me dizia “Mas isto é uma merda!“, eu respondia com o cerimonial “Amigo, isto é um filme de culto“. Isto provocava sempre um aliviar de situação em que a outra pessoa dizia “Ah, Ok!” e voltava a adormecer.

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Kalla Kabbuk – A esposa de Chewbacca

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Em Kashyyyk, planeta de Chewbacca, uma grande pintelheira é sinónimo de beleza. A esposa de Chewbacca é uma modelo local de grande fama devido à lustrosa pintelheira ruiva que não deixa nenhum wookie indiferente. Para que possamos ter ponto de comparação, Chewbacca é para Kashyyyk como Figo é para Portugal e esta é a sua Helen Svedin.

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